Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

"Pedagogia do Oprimido", único livro brasileiro na lista dos 100 títulos


Só um livro brasileiro entra no top 100 de universidades de língua inglesa

Lista contabilizou emendas de universidades de língua inglesa. 
Paulo Freire aparece em 99° lugar com o livro 'Pedagogia do Oprimido'.

Do G1, em São Paulo
Paulo Freire (Foto: Arquivo/Instituto Paulo Freire)Paulo Freire (Foto: Arquivo/Instituto Paulo Freire)
"Pedagogia do Oprimido", de Paulo Freire, é o único livro brasileiro a aparecer na lista dos 100 títulos mais pedidos pelas universidades de língua inglesa consideradas pelo projeto Open Syllabus. 
A iniciativa coletou mais de um milhão de programas de estudos de universidades dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia para identificar quais são os livros mais solicitados por elas em suas ementas.
O livro de Freire, lançado em 1968, aparece em 99º lugar no ranking geral, com 1.021 citações em programas. No campo de educação, a obra figura em segundo lugar como a mais pedida nas universidades desses países, perdendo para "Teaching for Quality Learning in University: What the Student Does", de John Biggs.
Pelo ranking, é possível observar que o livro de Freire é mais citado nas universidades selecionadas do que clássicos como "Moby Dick", de Herman Melville, que aparece três posições abaixo, e "Dracula", de Bram Stoker, em 111º lugar.
Cerca de 20 outras obras do escritor aparecem na lista, embora menos citadas, como "Política e Educação", com 47 citações.
Outros brasileiros também estão no ranking, como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa.
Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire (Foto: Reprodução)Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire (Foto: Reprodução)
 
 

domingo, 2 de setembro de 2012

Educação ambiental e desenvolvimento sustentável.

LEFF, Enrique. Educação ambiental e desenvolvimento sustentável. In REIGOTA, Marcos (org.). Verde cotidiano: o meio ambiente em discussão. Rio de Janeiro: DP&A, 1999 (p.111-129).
“A questão ambiental emerge como uma crise de civilização” (Leff, 1999: 112).
“[as rupturas desta crise] questionam os paradigmas do conhecimento, bem como os modelos societários da modernidade, defendendo a necessidade de construir outra racionalidade social, orientada por novos valores e saberes; por modos de produção sustentados em bases ecológicas e significados culturais; por novas formas de organização democrática” (Leff, 1999: 112).
“Esta mudança de paradigma social leva a transformar a ordem econômica, política e cultural, que, por sua vez, é impensável sem uma transformação das consciências e dos comportamentos das pessoas. Nesse sentido, a educação se converte em um processo estratégico com o propósito de formar os valores, as habilidades e as capacidades para orientar a transição na direção da sustentabilidade” (Leff, 1999: 112).
“A emergência da questão ambiental como problema do desenvolvimento e a interdisciplinaridade como método para um conhecimento integrado são respostas complementares à crise da racionalidade da modernidade” (Leff, 1999: 113).
“Frente ao ideal do projeto científico fundado na racionalidade formal e instrumental, de obter um controle crescente do mundo, através de sua capacidade de predicação, determinação e simplificação, a educação ambiental incorpora as dimensões da complexidade, da desordem, desequilíbrio e da incerteza no campo do conhecimento (Prigogine e Stenders 1984), afinados com os princípios da ecologia e da termodinâmica de sistemas abertos” (Leff, 1999: 114).
“A produção sustentável emerge, assim, como novo objeto científico interdisciplinar e a educação ambiental como um instrumento para a construção da racionalidade ambiental” (Leff, 1999:114).
“A interdisciplinaridade foi um ponto de referência constante dos projetos educativos, sobretudo no âmbito universitário. (…) Sem dúvida, os avanços teóricos, epistemológicos e metodológicos no terreno ambiental foram mais férteis no terreno investigativo que eficazes na condução de programas educativos” (Leff, 1999: 115).
“As resistências teóricas e pedagógicas fizeram com que muitos programas que susgiram com uma pretensão interdisciplinar fracassassem perante a dificuldade de integrar os paradigmas atuais de conhecimento” (Leff, 1999: 115).
“A educação ambiental requer a construção de novos objetos interdisciplinares de estudo através da problematização dos paradigmas dominantes, da formação dos docentes e da incorporação do saber ambiental emergente em novos programas curriculares” (Leff, 1999: 115).
“(…) seria necessário elaborar formas de avaliação qualitativa dos métodos da complexidade da ciência pós-normal (funtowics e Ravetz, 1994) aplicados à educação ambiental, desobrigando-a dos princípios da ciência positiva” (Leff, 1999: 116).
“Ainda que se tenha dado um desenvolvimento do saber ambiental em várias temáticas das ciências naturais e sociais, estes conhecimentos não se incorporaram plenamente aos conteúdos curriculares de novos programas educativos” (Leff, 1999: 116-117).
“Com a emergência da interdisciplinaridade e da complexidade, também surgiu uma filosofia da natureza e uma ética ambiental. Estas ecosofias vão desde a ecologia profunda (Naess, 1989) e o biocentrismo que defende os direitos da vida ante a intervenção antrópica da natureza, até a ecologia social que imprime novos valores democráticos à reorganização da sociedade a partir dos princípios de convivência, solidariedade, integração, autonomia e criatividade, em harmonia com a natureza (Bookchin, 1991)”.
“A consciência ambiental se manifesta como uma angústia de separação e uma necessidade de reintegração do homem na natureza” (Leff, 1999: 117).
“A visão ecologista levou a um certo esquematismo na definição da dimensão ambiental na educação básica. Em muitos casos, esta se reduz à incorporação de temas e princípios ecológicos às diferentes matérias de estudo – na língua materna, na matemática, na física, na biologia, na literatura e na educação cívica – e a um tratamento geral dos valores ecológicos (Unesco, 1985), ao invés de trabalhar com a forma de traduzir o conceito de ambiente e pensamento da complexidade para a formação de novas mentalidades, conhecimentos e comportamentos” (Leff, 1999: 118).
“A incorporação do meio ambiente à educação formal, em grande medida, se limitou a internalizar os valores de conservação da natureza; os princípios do ambientalismo se incorporaram através de uma visão das interrelações dos sistemas ecológicos e sociais para destacar alguns problemas mais visíveis da degradação ambiental” (Leff, 1999: 119).
“A educação ambiental interdisciplinar, entendida como a formação de habilidades para apreender a realidade complexa, foi reduzida à intenção de incorporar uma consciência ecológica no currículo tradicional” (Leff, 1999: 119).
“Sem dúvida, a educação ambiental ainda está muito longe de penetrar e trazer novas visões de mundo ao sistema educativo formal. Os princípios e valores ambientais que promovem uma pedagogia do ambiente devem ser enriquecidos com uma pedagogia da complexidade, que induza os alunos a uma visão de multicausalidade e de interrelações de seu mundo nas diferentes etapas do desenvolvimento psicogenético, que gerem um pensamento crítico e criativo baseado em novas capacidades cognitivas” (Leff, 1999: 119).
“Os princípios da educação ambiental não se traduzem diretamente no currículo integrado. Desta maneira, o que nos mostra a experiência de educação ambiental na América Latina, nos últimos vinte anos, é uma multiplicidade de projetos educativos e de estratégias formativas. Esta dispersão (…) expressa os interesses teóricos e disciplinares de quem assumiu a liderança e a responsabilidade na condução destes projetos” (Leff, 1999: 119-120).
“Os valores ambientais se induzem por diferentes meios (e não só dentro dos processos educativos formais), produzindo ‘efeitos educativos’” (Leff, 1999: 120).
“Estes valores, que expressam uma nova cultura política, estão penetrando no sistema educativo formal através da pesquisa participante e sua incorporação nos conteúdos curriculares. A politização dos valores ambientais está presente, também, nos projetos de educação não formal que grupos de ecologistas realizam com a comunidade (…)” (Leff, 1999: 120).
“Desta maneira, a aprendizagem é um processo de produção de significados e de apropriação subjetiva de saberes” (Leff, 1999: 121).
“A educação ambiental abre um processo de construção e apropriação de conceitos que geram sentidos divergentes sobre a sustentabilidade” (Leff, 1999: 122).
“Os desafios do desenvolvimento sustentável implicam na necessidade de formar capacidades para orientar um desenvolvimento fundado em bases tecnológicas, de equidade social, diversidade cultural e democracia participativa” (Leff, 1999: 120).
Educação ambiental e desenvolvimento sustentável
“Na educação ambiental confluem os princípios da sustentabilidade, da complexidade e da interdisciplinaridade. Sem dúvida, suas orientações e conteúdos dependem das estratégias de poder implícitas nos discursos de sustentabilidade e no campo do conhecimento” (Leff, 1999: 123).
“O discurso do desenvolvimento sustentável não é homogêneo. Pelo contrário, expressa estratégias conflitantes que respondem a visões e interesses diferenciados. Suas propostas vão desde um neoliberalismo econômico, até a construção de uma nova racionalidade produtiva” (Leff, 1999: 123).
“A perspectiva economicista privilegia o livre mercado como mecanismo para internalizar as externalidades ambientais e para valorizar a natureza, recodificando a ordem da vida e da cultura em termos de um capital natural e humano (Leff, 1996)” (Leff, 1999: 123).
“Pelo seu lado, as propostas tecnicistas destacam a desmaterialização da produção, a reciclagem dos dejetos e as tecnologias limpas (Hinterberger e Seifert, 1995).” (Leff, 1999: 123).
“A partir da perspectiva ética, as mudanças nos vlaores e nos comportamentos dos indivíduos aparecem como o princípio fundamental para alcançar a sustentabilidade” (Leff, 1999: 123).
“Cada uma destas perspectivas implica em projetos diferenciados de educação ambiental, centrados na formação econômica, técnica e ética, respectivamente” (Leff, 1999: 123).
“O pensamento da complexidade deve se enraizar nas bases ecológicas, tecnológicas e culturais que constituem uma nova racionalidade produtiva” (Leff, 1999: 124).
“A globalização econômica se apresenta como uma retotalização do mundo debaixo do signo do mercado, negando e reduzindo a potencializada da natureza, negando os saberes tradicionais e subjugando as culturas marginalizadas” (Leff, 1999: 124).
“A racionalidade ambiental implica em uma nova teoria da produção, em novos instrumentos de avaliação e em novas tecnologias ecológicas apropriáveis pelos próprios produtores; incorpora novos valores que dão novo sentido aos processos emancipatórios que redefinem a qualidade de vida das pessoas e o significado da existência humana (Leff, 1994 b)” (Leff, 1999: 124).
“As distintas vertentes da sustentabilidade terão, pois, importantes repercussões sobre as estratégias e os conteúdos da educação ambiental. Os efeitos sobre o processo educativo serão diferentes se o movimento para sustentabilidade global privilegia os mecanismos do mercado para valorizar a natureza e a mudança tecnológica para desmaterializar a produção e limpar o ambiente, ou se está baseado em uma nova ética e na construção de uma racionalidade ambiental” (Leff, 1999: 124-125).
“A educação ambiental foi reduzida a um processo geral de conscientização cidadã, à incorporação de conteúdos ecológicos e ao fracionamento do saber ambiental a uma capacitação aligeirada sobre problemas pontuais, nos quais a complexidade do conceito de ambiente foi reduzido e mutilado (…)” (Leff, 1999: 125).
“Neste propósito produtivista e eficientista se dissolve o pensamento crítico e reflexivo, pessoal e autônomo, para ceder o poder de decisão aos mecanismos de mercado, aos aparatos do Estado e às verdades científicas desvinculadas dos saberes pessoais, dos valores culturais e dos sentidos subjetivos (…)”(Leff, 1999: 126).
“A racionalidade ambiental conjuga uma nova ética e novos princípios produtivos com o pensamento da complexidade (…) requer um programa de educação ambiental compreensivo e complexo, aberto a um amplo espectro de atividades e atores” (Leff, 1999: 126).
“Na educação formal básica, trata-se de vincular a pedagogia do ambiente a uma pedagogia da complexidade (…). Isto implica em revalorizar o pensamento crítico, reflexivo e propositivo frente às condutas automatizadas que são geradas pelo pragmatismo e pelo utilitarismo da sociedade atual” (Leff, 1999: 126).
“Quanto à capacitação da comunidade, a inseminação de uma racionalidade ambiental (…) promove o resgate e a revalorização dos saberes tradicionais, assim como um processo de capacitação em que se amalgamam estes saberes com os conhecimentos científicos e tecnológicos modernos (…)”(Leff, 1999: 127).
“As estratégias educativas para o desenvolvimento sustentável implicam na necessidade de reavaliar e atualizar os programas de educação ambiental frente aos consensos gerais da Agenda 21” (Leff, 1999: 127).
“A educação ambiental formal implica em diferentes abordagens e estratégias em sés diferentes níveis e âmbitos, assim como no contexto de cada país e cada região do planeta. A educação para o desenvolvimento sustentável exige novas orientações e conteúdos; novas práticas pedagógicas, nas quais se plasmem as relações de produção de conhecimento e os processos de circulação, transmissão e disseminação do saber ambiental” (Leff, 1999: 127).
“Neste sentido, a educação ambiental adquire um sentido estratégico na condução do processo de transição para uma sociedade sustentável” (Leff, 1999: 128).

quinta-feira, 12 de julho de 2012

“Comercialização Solidária no Brasil: uma estratégia em rede

A publicação é o resultado de uma pesquisa realizada com redes de comercialização 
solidária das cinco Regiões do País, por meio do Projeto Nacional de Comercialização Solidária, 
executado pelo IMS em parceria com o FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária) por meio de convênio com a Senaes/MTE (Secretaria Nacional de Comercialização Solidária – Ministério do Trabalho e Emprego).
No próximo dia 13, em Santa Maria (RS), durante a 8ª Feira de Economia Solidária dos Países do Mercosul e 19ª Feicoop – Feira do Cooperativismo, será o lançamento na região Sul. No dia 19, durante o 4º Congresso Marista ocorrerá o lançamento na região Sudeste, em São Paulo (SP) e no dia 23, em São Luís (MA), durante a 64º Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). “Esse livro indica a nossa responsabilidade de repartir o saber e contribuir parta a construção de práticas e metodologias que envolvam a comercialização solidária em nosso País. O lançamento, que será regional, pretende aproximar os atores dessa publicação com o público”, afirmou a coordenadora do IMS, Shirlei Silva.
A construção da pesquisa, da qual o livro é resultado, constituiu uma metodologia inédita que aproximou universidades os próprios empreendedores da economia solidária. “Foi um processo coletivo em que todos participaram. As universidades apoiaram e contribuíram na organização e nas formações, sendo que os próprios atores da economia solidária, participantes das redes, viajaram para outras regiões aplicando a metodologia e conhecendo as experiências”, explicou Shirlei. As universidades que participaram da pesquisa fazem parte de um grupo de estudo, NPPJ (Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar), composto por profissionais das Universidades Federais de Lavras, Minas Gerais, Vale do Jequitinhonha e Mucuri e dos Institutos Federais do Norte de Minas e do Sudeste de Minas Gerais.
O processo de pesquisa percorreu o Brasil de norte a sul, e gerou informações de como ocorre a comercialização solidária, tomando como base as experiências das redes de comercialização que atuam junta à diversidade de empreendimentos econômicos solidária dos meios urbano e rural. O Objetivo era construir estratégias conjuntas de fortalecimento do setor. “Durante a pesquisa tivemos a oportunidade de ouvir e perguntar sobre os empreendimentos, trocar experiências, analisar o aprendizado, a maturidade, a estrutura da organização, as estratégias de comercialização e seus principais produtos comercializados. Nesse livro vocês encontrarão, além disso, a história dessas pessoas e suas lutas por uma economia mais justa e solidária”, contou Shirlei.
A organização do livro é de Eduardo Magalhães Ribeiro, Flávia Maria Galizone e Thiago de Paula Assis e foi publicado pela EdiPUCRS, editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul que apoiou a publicação. Segundo a coordenadora do IMS, “é um respaldo importante vindo de uma universidade reconhecida que apoia uma pesquisa provinda do movimento popular. É importante valorizarmos as instituições que apoiam e investem em pesquisas desse caráter”, finalizou.
 


Oniodi Gregolin 
Analista Social - Comunicação Social

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sobrevivendo a nós mesmos




Sobrevivendo a nós mesmos é sobre a relação vital entre a natureza eo espírito humano. Em nossos sistemas de produção intensivos, nosso negócio mal concebida muitos políticos e políticas, essa relação tornou-se fragmentada. Através de suas próprias experiências pessoais, bem como as histórias inspiradoras de outros, este filho de quarta geração de agricultores uma mensagem de revolução e evolução que começa dentro de nós mesmos. A transição resultante irá ajudar a humanidade a adoção de um paradigma mais sustentável de existência.



Em: http://www.sonofafarmer.com/

sábado, 30 de junho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Economia Solidária

Livros

El turismo en el inicio del milenio. Una lectura crítica a tres voces

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
There are no translations available.

No hay industria legal que pueda exhibir un crecimiento más acelerado y exponencial en los últimos 60 años como el turismo. El turismo ha sido capaz, además, de sortear todo tipo de crisis. Incluso parece inmune a fenómenos de carácter estructural que le afectan directamente, como el fin del petróleo barato. Este rápido crecimiento y esta capacidad de enfrentar contextos económicamente desfavorables lo han envuelto en un halo mitológico que lo presenta como un eficaz motor del desarrollo. Pero cuando los mitos se enfrentan a la realidad, muchas veces se descubren simples quimeras.
 

La verdadera historia de la manzana de Blancanieves

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
There are no translations available.

Érase una vez una manzana roja y resplandiente. Parecía la manzana más apetitosa del mundo. No era extraño que Blancanieves no dudara ni por un momento en darle un buen mordisco. Pero ¡ay! Esta manzana esconde una historia de largos viajes en barco, de baños químicos y cirugía estética, que ahora te contaré. La historia transcurre en estos tiempos que vivimos.
Producción: Árbore y Espacio por un Comercio Justo
Colabora: La Ortiga
 

Guía de proyectos de Soberanía alimentaria en Galicia

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
There are no translations available.

Árbore, Panxea, A Cova da Terra y A Xoaniña presentan esta guía de proyectos de soberanía alimentaria en Galicia, que incluye más de 27 iniciativas campesinas a favor de la soberanía alimentaria. Para cada una se ponen a disposición una descripción y una ficha técnica que indica los canales de comercialización, la financiación, las redes, el nº de trabajadores y otros datos de interés.
Descargar la guía
 

Cómic ¿Qué es el Comercio Justo?

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
There are no translations available.

Juan y María descubren que la tienda de la esquina de toda la vida ya no existe...y no es la única...su calle parece un barrio fantasma, ¿Qué está ocurriendo?,¿Tendrá algo que ver con estos cierres la apertura de un nuevo centro comercial?

A través de un cómic, Iago Araujo Molina nos inicia al funcionamiento del mercado internacional de materias primas, a los impactos de las grandes superficies sobre la economía local, las tiendas de barrio, el campesinado y el medio ambiente, y nos plantea alternativas de comercio justo y consumo responsable como tiendas de comercio justo, cooperativas de consumidores/as o mercados locales.
 

Apuntes para otra economía posible

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
There are no translations available.

Apuntes para otra economía posible: consumo responsable, comercio justo, soberanía alimentaria y finanzas éticas.

En este trabajo Antonio Aizpuru, Dulce Jiménez y Cristina Londoño, de la Asociación Canaria de Economía Alternativa, nos exponen unos apuntes que sirvan para la construcción colectiva de una economía alternativa, para otra economía que es posible y que ya está siendo real a pequeña escala.
 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Campo Hoje

Prezados

Tomo a liberdade de enviar em anexo o novo volume publicado pela série Sociedade e Economia do Agronegócio, da Editora E-papers, que integra os produtos derivados da pesquisa "Sociedade e Economia do Agronegócio no Brasil". A lista completa dos trabalhos e livros do projeto encontra-se disponível no endereço: www.campohoje.net.br . Todos os livros estão disponíveis em formato e-book com acesso gratuito.

Um abraço

sergio

Sergio Pereira Leite
CPDA/UFRRJ - Rio de Janeiro,Brasil
tel +55 21 2224 8577 r.214
fax +55 21 2224 8577 r.204
www.ufrrj.br/cpda
sergiopereiraleite@uol.com.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Livros para download!!!

120 livros acadêmicos para download gratuito

27/09/2011
Os livros são disponibilizados pela Cultura Acadêmica, parte da Fundação Editora da UNESP


(Crédito: dny3d/Shutterstock.com)
(Crédito: dny3d/Shutterstock.com)
 
A Universidade Estadual Paulista (UNESP), através da Cultura Acadêmica (um dos braços de sua editora principal), está disponibilizando 120 títulos acadêmicos em formato digital para download gratuito. Os livros estão divididos em 23 áreas do conhecimento e são voltados para estudantes de graduação e pós-graduação que precisam de material de apoio para desenvolver projetos acadêmicos.
 

Confira quais são os livros disponibilizados pela Cultura Acadêmica:

 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Transição Agroecológica

Agroecologia e os desafios da transição agroecológica


Autor:

Sérgio Sauer e Moisés Villamil Balestro (orgs.)

Número de páginas:

328

ISBN:

978-85-7743-131-1

Editora:

Expressão Popular

Categoria:

Agroecologia

Peso:

383 g
R$ 20,00
Segundo dados da FAO, a humanidade chega a um bilhão de subnutridos. O dado estarrecedor é também uma forte evidência de que a Revolução Verde falhou. Surgida há mais de quarenta anos, ela foi incapaz de cumprir sua promessa de acabar com a fome no mundo. Além disso, o somatório dos seus efeitos indesejáveis são hoje um dos principais vetores da crise ambiental em escala mundial. Como estabelecer uma relação complementar entre a necessidade de aumentar a produção agrícola promovendo sistemas produtivos mais sustentáveis que não sejam baseados apenas no aumento da escala de produção? A transição ou ruptura agroecológica vai além dos sistemas de produção stricto sensu, realizando incursão no ambiente institucional e nos circuitos de mercado nele inseridos. Um elemento importante para esta transição diz respeito ao entendimento e à possível transformação dos distintos tipos de racionalidade econômica que subjazem à lógica de ação dos atores relacionados direta ou indiretamente com o rural.
Os textos reunidos nesta publicação expressam a diversidade das abordagens para a superação de duas crises bastante entrelaçadas: a agrária e a socioambiental. Pode-se dizer que uma parte significativa do debate e das preocupações em torno dos grandes temas desenvolvimento (rural) e sustentabilidade ambiental está contida nas contribuições dos autores. O fio condutor que os une é a premência na construção de alternativas ou respostas à crise socioambiental passa pela mobilização de esforços teóricos e práticos. A Agroecologia, como ciência e como um programa político, se apresenta como um caminho a ser seguido. Ela sinaliza uma reorganização radical nos sistemas sociais de produção e de consumo capaz de superar as conseqüências da modernização que afetam a reprodução da vida no planeta. Possivelmente, esta foi a mensagem comum dos diferentes autores e enfoques reunidos neste livro.

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo