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Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
domingo, 2 de setembro de 2012
Educação ambiental e desenvolvimento sustentável.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental
É lançada hoje, dia 1º de Agosto, a convocatória para a
1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental,
realizada pelo Programa de Pós-graduação em
Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande - FURG,
juntamente com o V CPEASUL - Colóquio de Pesquisadores em
Educação Ambiental da Região Sul e IV EDEA -
Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental.
A mostra pretende receber cartuns de artistas do mundo inteiro
com temas sobre sustentabilidade, mobilidade urbana, saúde,
preservação da natureza, agroecologia, reciclagem, justiça social,
diversidade, entre outros ligados a Educação Ambiental.
O envio dos trabalhos será realizado pela internet e todos os
participantes terão seus cartuns apresentados no blog do evento,
serão selecionados 100 cartuns que farão parte da exposição oficial
que ocorrerá no saguão do anfiteatro do CIDEC-Sul - Centro Integrado
de Desenvolvimento do Ecossistema Costeiro e Oceânico, no Campus
Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, na cidade do
Rio Grande, Rio Grande do Sul.
Os três primeiros colocados serão premiados com livros de Humor Gráfico
e Educação Ambiental, troféus e demais itens que poderão ser agregados
a premiação. Além de 5 menções honrosas que receberão certificados
como destaque.
Todos os participantes receberão certificado de participação.
O objetivo da mostra é o de proporcionar um espaço de debate
sobre Educação Ambiental, através do Humor Gráfico entre professores,
estudantes, pesquisadores, cartunistas e a comunidade.
O regulamento completo encontra-se no endereço:
http://cpeasul.blogspot.com.br/p/1-mostra-internacional-de-humor-sobre.html
terça-feira, 22 de maio de 2012
Educação Ambiental
http://www.youtube.com/watch?v=BvIdwOEzreM
A CEC/IUCN criou um prêmio para o melhor material de educação ambiental em língua espanhola. O vencedor deste ano é um vídeo sobre mudanças climáticas.
Os fundadores do Instituto Rã-bugio foram convidados para este evento da CEC, no dia 07/09, que antecede a Cerimônia de entrega do Prêmio Luc Hoffmann de 2012 (Luc Hoffmann Award 2012), na ilha vulcânica sub-tropical de Jeju, Coréia do Sul, ocasião em que também serão homenageados com a exibição de um documentário sobre o projeto de educação ambiental com as escolas para salvar a Mata Atlântica
http://www.ra-bugio.org.br/educacaoambiental.php
http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php
http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=25
http://ra-bugio.blogspot.com/2010/12/educacao-ambiental-concluido-centro-de.html
Vídeos da ilha vulcânica de Jeju, Coréia do Sul, onde acontecerá a cerimônia de entrega do Prêmio Luc Hoffmann (Luc Hoffmann Award) 2012 para o Fundador do Instituto Rã-bugio.
National Geographic – muito bom
http://www.youtube.com/watch?v=VN3pudaZFeQ
Jeju Island - New 7 Wonders
http://www.youtube.com/watch?v=IC0KajZrDoc
[Jeju Island UCC] Secret Jeju Island
http://www.youtube.com/watch?v=sFkliAmyF1Y
Vídeo amador feito por um turista
Um final de semana na ilha sub-tropical de Jeju
http://www.youtube.com/watch?v=cfuGRYhS5Gk
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Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul – SC
http://www.ra-bugio.org.br/
Acompanhe nosso trabalho de Educação Ambiental nas escolas públicas para salvar a MATA ATLÂNTICA
http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=25
Blog
http://ra-bugio.blogspot.com/
e também na nossa página no FACEBOOK
http://www.facebook.com/pages/Ra-bugio-Salve-a-Natureza/139773049407363
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Repercussão na imprensa sobre o reconhecimento do trabalho do casal de fundadores do Instituto Rã-bugio – ONG que atua somente em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Diário Catarinense*, 10/05/2012
*Maior jornal c/ circulação em Florianópolis e interior de SC, grupo RBS, afiliada Rede Globo em SC e RS
Para ver a matéria que foi publicada (com fotos) acesse este link
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/05/instituto-ra-bugio-de-guaramirim-norte-de-sc-e-premiado-na-suica-3754160.html
A matéria foi também estaque em todos os grande jornais de SC
Jornal de Santa Catarina, Blumenau e vale do itajaí
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,0,3754160,Instituto-Ra-Bugio-de-Guaramirim-Norte-de-SC-e-premiado-na-Suica.html
Jornal A Noticia (que fez a matéria)
Joinville e norte do Estado
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3753279.xml&template=4187.dwt&edition=19567§ion=2019
Meio Ambiente10/05/2012 | 13h09
Instituto Rã-Bugio de Guaramirim, Norte de SC, é premiado na Suíça
Honraria é dada às organizações que promovem a conservação da natureza
Para a ambientalista Elza, o prêmio é um reconhecimento do trabalho Foto: Germano Woehl Junior / Divulgação
O Instituto Rã-Bugio para Conservação da Biodiversidade, de Guaramirim, será homenageado com o prêmio internacional "Luc Hoffmann", criado pela União Internacional para a Conservação da Natureza de dos Recursos Naturais (IUCN), da Suíça.
A honraria é dada a instituições que promovem a conservação da natureza. Os fundadores do Rã-Bugio, Elza e Germano Woehl Junior, receberão a premiação durante o World Conservation Congress, que ocorre na ilha de Jeju, na Coreia do Sul, que acontecerá entre os dias 6 e 15 de setembro.
A escolha do Instituto Rã-Bugio foi feita por um comitê internacional constituído por especialistas na área da preservação ambiental. O motivo para a escolha da ONG catarinense foi por causa dos projetos de educação ambiental em parceria com escolas, que já atenderam cerca de 50 mil estudantes e 2,5 mil professores.
Elza informa que a instituição não chegou a fazer inscrição para o recebimento do prêmio. Ela acredita que o Rã-Bugio chegou ao conhecimento da IUCN devido a um projeto que foi aprovado junto à instituição suíça.
— Fizemos uma parceria com a IUCN para compra de 212 hectares na reserva de Itaiópolis, no Planalto Norte, onde temos uma RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Natural)—, explica.
Para a ambientalista, o prêmio internacional é um reconhecimento ao trabalho feito pelo Rã-Bugio.
— No nosso trabalho passamos por vários obstáculos e um reconhecimento como esses nos dá um fôlego a mais—, comemora.
Além da reserva de Itaiópolis, a ONG possui uma reserva em Guaramirim e o Centro Interpretativo da Mata Atlântica (CIMA), em Jaraguá do Sul.
O Instituto Rã-Bugio foi criado em 2003, em Guaramirim, e atua na conscientização de crianças e adolescentes sobre a importância da preservação da mata atlântica. O principal foco do trabalho está na proteção dos mananciais e da biodiversidade.
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Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul – SC
http://www.ra-bugio.org.br/
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
Boas práticas em educação ambiental na agricultura familiar
http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/boaspraticas_eaagricfamiliar_182.pdf
O objetivo é divulgar nacionalmente até 30 experiências bem sucedidas e juntá-las em uma publicação. As sete melhores em cada bioma brasileiro serão usadas como exemplo nos cursos oferecidos pelo recém-lançado Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF).
As organizações com trabalhos nessa área tem até dia 29 de Abril para enviar o relato das experiências.
Ver mais
http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/boaspraticas_eaagricfamiliar_182.pdf
www.mma.gov.br
Anna Erika Ferreira Lima
Professora do IFCE - Campus Baturité
terça-feira, 27 de março de 2012
"Agroecologia e Educação Ambiental Aplicadas ao Desenvolvimento Comunitário"
A localização da ADUFC é Av. da Universidade, 2346 - Benfica. Na ocasião, serão lançados os livros "Agroecologia e Educação Ambiental Aplicadas ao Desenvolvimento Comunitário" (Org. Adryane Gorayeb e Edson Vicente da Silva); "Serra de Baturité - uma visão integrada das questões ambientais" (Org. Frederico Holanda Bastos); e "Guaramiranga - caminhos para o planejamento e gestão ambiental" (Org. Frederico Holanda Bastos).
A noite de lançamentos contempla ainda a cartilha "Educação Ambiental e Agroecologia em Comunidades Rurais" (Leilane Oliveira Chaves) e o documentário "Agroecologia e Arte Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável", de 14 minutos.
Todas as publicações foram realizadas pelo laboratório do Departamento de Geografia, através do projeto de extensão "Agroecologia e Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável: Estratégias para a Melhoria da Qualidade de Vida e Conservação Ambiental, Coqueiro do Alagamar, Pindoretama – Ceará".
Fonte: Profª Adryane Gorayeb, do Departamento de Geografia da UFC - (fone: 85 3366 9856)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Comitê Local em Defesa das Florestas
| Amazônia Para Sempre; |
| ABONG; |
| CNBB; |
| Coalizão SOS Floresta (Amigos da Terra - Amazônia; APREMAVI; FLORESPI; |
| Fundação Grupo Boticário; Greenpeace; ICV; IMAFLORA; IPAM; ISA; SOS Mata |
| Atlantica; WWF Brasil; Sociedade Chauá SPVS) |
| Comissão Justiça e Paz – CJP; |
| CNS; |
| Comitê Inter-Tribal; |
| CONIC; |
| CUT; |
| FETRAF; |
| FNRU; |
| FASE; |
| FBOMS; |
| FETRAF; |
| Forum de Mudança Climática e Justiça Social; |
| Fórum ex-Ministros Meio Ambiente; |
| GTA; |
| IDS; |
| INESC; |
| Instituto Ethos; |
| Jubileu SUL; |
| OAB; |
| Rede Cerrado; |
| Rede Mata Atlântica; |
| REJUMA; |
| Via Campesina (ABEEF, CIMI, CPT, FEAB, MAB, MMC, MST, MPA, MPP e PJR) |
Fernanda Rodrigues
Terrazul: www.alternativaterrazul.org.br
Juventude Terrrazul: www.juventudeterrazul.blogspot.com
Rejuma Ceará: www.rejuma.org.br
Conselheira Nacional de Juventude
GT de Juventude do FBOMS: www.fboms.org.br
Meu Blog: www.serafernanda.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/fernandambiente
sexta-feira, 15 de julho de 2011
http://tratadodeeducacaoambiental.net
2ª JORNADA INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTABLES Y RESPONSABILIDAD GLOBAL
2nd INTERNATIONAL JORNEY ON ENVIRONMENTAL EDUCATION FOR SUSTAINABLE SOCIETIES AND GLOBAL RESPONSABILITY
http://tratadodeeducacaoambiental.net
sexta-feira, 24 de junho de 2011
LA EDUCACIÓN IMPOSIBLE
LA EDUCACIÓN IMPOSIBLE
Edgar González Gaudiano
Publicado en la Jornada Veracruz, el martes 21 de junio de 2011, p. 2.
Investigador educativo de la UV y titular de la Cátedra UNESCO “Ciudadanía,
educación y Sustentabilidad
Ambiental del Desarrollo”.
De acuerdo con el Panel Intergubernamental de Cambio Climático (PICC),
prestigioso grupo integrado por miles de científicos de todo el mundo en labor
voluntaria, la temperatura promedio de la superficie del planeta se ha elevado en 0.74°Cdesde el final del siglo XIX y se ha proyectado que aumente de 1.8 a 4° más hacia 2099. El nivel de mar se ha elevado entre 10 a 20 cm durante el siglo pasado y un incremento adicional entre 18 y 59 cm (según los diferentes escenarios) se espera para el fin del presente siglo. Algunos dirán que en realidad es poco:menos de un grado centígrado de temperatura y veinte centímetros de elevacióndel nivel del mar, el problema es que con esas aparentemente pequeñas magnitudesmuchos procesos vitales están en severos riesgos. Los pequeños países insulares y las planicies costeras de zonas tropicales, como las del estado de Veracruz, son los más vulnerables, tanto por la elevaciónen el nivel del mar como por la creciente intensidad de fenómenos climáticos extremos. Con el cuarto informe de evaluación del PICC (2007) ha sido ampliamentereconocido que las bases científicas para entender los impactos del cambioclimático y las estrategias de adaptación y mitigación están claramente establecidas.
Sin embargo, las decisiones para frenar la emisión de los gases de efecto
invernadero a niveles que no sigan incrementando los riesgos existentes, no son sencillas de adoptar.
Primero, porque son decisiones de política económica que afectan procesos
productivos y con ello a grupos de interés muy poderosos, máxime en periodos electorales o de bajo crecimiento. Segundo, porque el cambio climático es un fenómeno súper complejo que está íntimamente relacionado con los patrones en boga de la actual sociedad de consumo,con el crecimiento demográfico, con los estilos de desarrollo, etc.Entonces aunque muchos siguen pensando en el cambio climático como un asuntoecológico, es mucho más que eso puesto que es al mismo tiempo causa y consecuenciade diversos problemas contemporáneos que inciden en forma directa en la vida delas personas y de las otras especies del planeta.
En todo esto reside la dificultad de educar sobre el cambio climático. Es
obvio que este desafío educativo concreto no puede reducirse a incorporar contenidos sobre el mismo en los programas escolares de los distintos niveles educativos. Eso desde luego hay que hacerlo, aunque no sea mucho lo que podemos esperar deello. Tener información sobre un problema cualquiera no es condición suficientepara cambiar comportamientos,hábitos y actitudes sobre el mismo. Ahí tienen el caso del tabaquismo, por
ejemplo. Si así fuera en relación con el cambio climático, los científicos que integran el PICC serían las personas mejor educadas ambientalmente del mundoy me parece que no son muy diferentes en sus formas de vida cotidiana a muchos de nosotros.
Pero el desafío de educar sobre el cambio climático es mucho más complejo,
porque la escuela misma en su forma y orientación actual es más parte delproblema que de la solución. Numerosos procesos, contenidos e incluso rituales escolares son en
sí mismos insustentables. La organización disciplinaria es uno de ellos.El cambio climático es un fenómeno interdisciplinario por antonomasia, que ha puesto en jaque no sólo al conocimiento científico disponible, sino a la manera de producirlo. Y las
comunidades científicas de cada disciplina son también grupos de poder muy resistentes en la modificación de sus parámetros de referencia y de certidumbre.En fin, para decirlo en pocas palabras, la educación escolar promueve muchos de los valores del actual modelo de civilización y noción de progreso que nos han conducido hasta este crítico momento.
Sólo se salvan en este proceso, aquellos docentes y estudiantes más
sensibles y críticamente avezados que piensan y actúan por su cuenta.
Fuera del ámbito escolar el problema no es menor, porque pretender educar
sobre el cambio climático implica remar a contracorriente con un cierto tipo de
aspiraciones de cambio social de las personas. Aspiraciones que se encuentran profundamente enquistadas en los patrones de la sociedad de consumo actual. En este sentido, para esas personas el prestigio social e incluso la identidady la autoestima dependen de la adquisición de bienes y servicios que suelen sernecesidades creadas por la publicidad para satisfacer deseos caprichosos, con lo que obviamente mantenemos girando la rueda del mercado aunque nos pase porencima.
A través de la educación es posible generar presiones en el mercado para
impulsar una racionalidad de consumo diferente, con énfasis en la calidad de los
productos y las condiciones de su producción distinguiendo necesidades de deseos. Esto es, construir un nuevo patrón de consumo para una mayor equidad social yun menor stress ambiental,mediante procesos educativos que impulsen pensamientocrítico acerca de cómo escoger entre varias opciones y por qué no elegir aquéllas que se preconizan como signos de distinción social. Procesos educativos orientados a reducir la oferta productiva y aanalizar elrol de las empresas que inducen el consumo posicional,que emplean mano de obrainfantil o esclavos laborales, que no adoptan controles de emisiones y
desechos, que no son al menos ecoeficientes, que no protegen del riesgo a sus
trabajadores, que pagan sueldos miserables o reciben exenciones fiscales, subsidios especiales y tratos preferenciales que se traducen en competencia desleal para otros productores o países.
Conformarnos con ampliar contenidos sobre cambio climático en el currículum
o con trasmitir programas de alfabetización científica sobre este tema por
televisión, es como dar respiración artificial a un enfermo terminal.
De ahí que digo que en materia de cambio climático la educación es
imposible. Imposible mientras la escuela continúe aferrada a sus atavismos y la sociedad siga comportándose como el cliente dócil de ese estilo de vida materialista centrado en el
consumismo que destruye culturas, favorece la migración, erosiona esfuerzoseducativos y genera violencia social.
domingo, 29 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Feira Agroecológica dia 21 de maio
Em maio, algumas ações e intervenções simultâneas serão realizadas junto a coletivos e interessados pela agroecologia. Será um mês de mobilização, troca de experiências e conhecimento, em cada região do pais.A Feira Agroecológica de Fortaleza será um importante PONTO DE ENCONTRO para fazer emergir e divulgar essa articulação pela cidade.
Nessa sexta-feira, dia 06, teremos nossa primeira atividade:
CINECLUBE NA PRAÇA DA GENTILÂNDIAEXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO “CICLOVIDA”Sábado, dia 06 de maio.
A partir das 17h30SINOPSECiclovida é um documentário narrativo que segue um grupo de campesinos sem terra numa viagem atravessando o continente da América do Sul de bicicleta, na campanha de resgate das sementes naturais.Os viajantes documentam a dominação dos agrocombustíveis no campo e o deslocamento de milhões de pequenos agricultores e comunidades indígenas.Cultivos e matas nativas estão sendo substituídos por desertos verdes de monoculturas transgênicas onde nada mais, planta ou animal, pode sobreviver aos agrotóxicos.
Nessa sexta-feira, dia 06, teremos nossa primeira atividade:
CINECLUBE NA PRAÇA DA GENTILÂNDIA
A partir das 17h30
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Seminário Brasil-Espanha de ensino, pesquisa e extensão em Agroecologia e Educação Ambiental
Seminário reúne experiências
agroecológicas de ensino,
pesquisa e extensão
de Brasil e Espanha
Evento ocorre de 25 a 27 de abril,
na Faculdade de Ciências Agronômicas
(FCA) da Unesp, câmpus de Botucatu
BANIR AGROTÓXICOS.
Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.
