Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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domingo, 2 de setembro de 2012

Educação ambiental e desenvolvimento sustentável.

LEFF, Enrique. Educação ambiental e desenvolvimento sustentável. In REIGOTA, Marcos (org.). Verde cotidiano: o meio ambiente em discussão. Rio de Janeiro: DP&A, 1999 (p.111-129).
“A questão ambiental emerge como uma crise de civilização” (Leff, 1999: 112).
“[as rupturas desta crise] questionam os paradigmas do conhecimento, bem como os modelos societários da modernidade, defendendo a necessidade de construir outra racionalidade social, orientada por novos valores e saberes; por modos de produção sustentados em bases ecológicas e significados culturais; por novas formas de organização democrática” (Leff, 1999: 112).
“Esta mudança de paradigma social leva a transformar a ordem econômica, política e cultural, que, por sua vez, é impensável sem uma transformação das consciências e dos comportamentos das pessoas. Nesse sentido, a educação se converte em um processo estratégico com o propósito de formar os valores, as habilidades e as capacidades para orientar a transição na direção da sustentabilidade” (Leff, 1999: 112).
“A emergência da questão ambiental como problema do desenvolvimento e a interdisciplinaridade como método para um conhecimento integrado são respostas complementares à crise da racionalidade da modernidade” (Leff, 1999: 113).
“Frente ao ideal do projeto científico fundado na racionalidade formal e instrumental, de obter um controle crescente do mundo, através de sua capacidade de predicação, determinação e simplificação, a educação ambiental incorpora as dimensões da complexidade, da desordem, desequilíbrio e da incerteza no campo do conhecimento (Prigogine e Stenders 1984), afinados com os princípios da ecologia e da termodinâmica de sistemas abertos” (Leff, 1999: 114).
“A produção sustentável emerge, assim, como novo objeto científico interdisciplinar e a educação ambiental como um instrumento para a construção da racionalidade ambiental” (Leff, 1999:114).
“A interdisciplinaridade foi um ponto de referência constante dos projetos educativos, sobretudo no âmbito universitário. (…) Sem dúvida, os avanços teóricos, epistemológicos e metodológicos no terreno ambiental foram mais férteis no terreno investigativo que eficazes na condução de programas educativos” (Leff, 1999: 115).
“As resistências teóricas e pedagógicas fizeram com que muitos programas que susgiram com uma pretensão interdisciplinar fracassassem perante a dificuldade de integrar os paradigmas atuais de conhecimento” (Leff, 1999: 115).
“A educação ambiental requer a construção de novos objetos interdisciplinares de estudo através da problematização dos paradigmas dominantes, da formação dos docentes e da incorporação do saber ambiental emergente em novos programas curriculares” (Leff, 1999: 115).
“(…) seria necessário elaborar formas de avaliação qualitativa dos métodos da complexidade da ciência pós-normal (funtowics e Ravetz, 1994) aplicados à educação ambiental, desobrigando-a dos princípios da ciência positiva” (Leff, 1999: 116).
“Ainda que se tenha dado um desenvolvimento do saber ambiental em várias temáticas das ciências naturais e sociais, estes conhecimentos não se incorporaram plenamente aos conteúdos curriculares de novos programas educativos” (Leff, 1999: 116-117).
“Com a emergência da interdisciplinaridade e da complexidade, também surgiu uma filosofia da natureza e uma ética ambiental. Estas ecosofias vão desde a ecologia profunda (Naess, 1989) e o biocentrismo que defende os direitos da vida ante a intervenção antrópica da natureza, até a ecologia social que imprime novos valores democráticos à reorganização da sociedade a partir dos princípios de convivência, solidariedade, integração, autonomia e criatividade, em harmonia com a natureza (Bookchin, 1991)”.
“A consciência ambiental se manifesta como uma angústia de separação e uma necessidade de reintegração do homem na natureza” (Leff, 1999: 117).
“A visão ecologista levou a um certo esquematismo na definição da dimensão ambiental na educação básica. Em muitos casos, esta se reduz à incorporação de temas e princípios ecológicos às diferentes matérias de estudo – na língua materna, na matemática, na física, na biologia, na literatura e na educação cívica – e a um tratamento geral dos valores ecológicos (Unesco, 1985), ao invés de trabalhar com a forma de traduzir o conceito de ambiente e pensamento da complexidade para a formação de novas mentalidades, conhecimentos e comportamentos” (Leff, 1999: 118).
“A incorporação do meio ambiente à educação formal, em grande medida, se limitou a internalizar os valores de conservação da natureza; os princípios do ambientalismo se incorporaram através de uma visão das interrelações dos sistemas ecológicos e sociais para destacar alguns problemas mais visíveis da degradação ambiental” (Leff, 1999: 119).
“A educação ambiental interdisciplinar, entendida como a formação de habilidades para apreender a realidade complexa, foi reduzida à intenção de incorporar uma consciência ecológica no currículo tradicional” (Leff, 1999: 119).
“Sem dúvida, a educação ambiental ainda está muito longe de penetrar e trazer novas visões de mundo ao sistema educativo formal. Os princípios e valores ambientais que promovem uma pedagogia do ambiente devem ser enriquecidos com uma pedagogia da complexidade, que induza os alunos a uma visão de multicausalidade e de interrelações de seu mundo nas diferentes etapas do desenvolvimento psicogenético, que gerem um pensamento crítico e criativo baseado em novas capacidades cognitivas” (Leff, 1999: 119).
“Os princípios da educação ambiental não se traduzem diretamente no currículo integrado. Desta maneira, o que nos mostra a experiência de educação ambiental na América Latina, nos últimos vinte anos, é uma multiplicidade de projetos educativos e de estratégias formativas. Esta dispersão (…) expressa os interesses teóricos e disciplinares de quem assumiu a liderança e a responsabilidade na condução destes projetos” (Leff, 1999: 119-120).
“Os valores ambientais se induzem por diferentes meios (e não só dentro dos processos educativos formais), produzindo ‘efeitos educativos’” (Leff, 1999: 120).
“Estes valores, que expressam uma nova cultura política, estão penetrando no sistema educativo formal através da pesquisa participante e sua incorporação nos conteúdos curriculares. A politização dos valores ambientais está presente, também, nos projetos de educação não formal que grupos de ecologistas realizam com a comunidade (…)” (Leff, 1999: 120).
“Desta maneira, a aprendizagem é um processo de produção de significados e de apropriação subjetiva de saberes” (Leff, 1999: 121).
“A educação ambiental abre um processo de construção e apropriação de conceitos que geram sentidos divergentes sobre a sustentabilidade” (Leff, 1999: 122).
“Os desafios do desenvolvimento sustentável implicam na necessidade de formar capacidades para orientar um desenvolvimento fundado em bases tecnológicas, de equidade social, diversidade cultural e democracia participativa” (Leff, 1999: 120).
Educação ambiental e desenvolvimento sustentável
“Na educação ambiental confluem os princípios da sustentabilidade, da complexidade e da interdisciplinaridade. Sem dúvida, suas orientações e conteúdos dependem das estratégias de poder implícitas nos discursos de sustentabilidade e no campo do conhecimento” (Leff, 1999: 123).
“O discurso do desenvolvimento sustentável não é homogêneo. Pelo contrário, expressa estratégias conflitantes que respondem a visões e interesses diferenciados. Suas propostas vão desde um neoliberalismo econômico, até a construção de uma nova racionalidade produtiva” (Leff, 1999: 123).
“A perspectiva economicista privilegia o livre mercado como mecanismo para internalizar as externalidades ambientais e para valorizar a natureza, recodificando a ordem da vida e da cultura em termos de um capital natural e humano (Leff, 1996)” (Leff, 1999: 123).
“Pelo seu lado, as propostas tecnicistas destacam a desmaterialização da produção, a reciclagem dos dejetos e as tecnologias limpas (Hinterberger e Seifert, 1995).” (Leff, 1999: 123).
“A partir da perspectiva ética, as mudanças nos vlaores e nos comportamentos dos indivíduos aparecem como o princípio fundamental para alcançar a sustentabilidade” (Leff, 1999: 123).
“Cada uma destas perspectivas implica em projetos diferenciados de educação ambiental, centrados na formação econômica, técnica e ética, respectivamente” (Leff, 1999: 123).
“O pensamento da complexidade deve se enraizar nas bases ecológicas, tecnológicas e culturais que constituem uma nova racionalidade produtiva” (Leff, 1999: 124).
“A globalização econômica se apresenta como uma retotalização do mundo debaixo do signo do mercado, negando e reduzindo a potencializada da natureza, negando os saberes tradicionais e subjugando as culturas marginalizadas” (Leff, 1999: 124).
“A racionalidade ambiental implica em uma nova teoria da produção, em novos instrumentos de avaliação e em novas tecnologias ecológicas apropriáveis pelos próprios produtores; incorpora novos valores que dão novo sentido aos processos emancipatórios que redefinem a qualidade de vida das pessoas e o significado da existência humana (Leff, 1994 b)” (Leff, 1999: 124).
“As distintas vertentes da sustentabilidade terão, pois, importantes repercussões sobre as estratégias e os conteúdos da educação ambiental. Os efeitos sobre o processo educativo serão diferentes se o movimento para sustentabilidade global privilegia os mecanismos do mercado para valorizar a natureza e a mudança tecnológica para desmaterializar a produção e limpar o ambiente, ou se está baseado em uma nova ética e na construção de uma racionalidade ambiental” (Leff, 1999: 124-125).
“A educação ambiental foi reduzida a um processo geral de conscientização cidadã, à incorporação de conteúdos ecológicos e ao fracionamento do saber ambiental a uma capacitação aligeirada sobre problemas pontuais, nos quais a complexidade do conceito de ambiente foi reduzido e mutilado (…)” (Leff, 1999: 125).
“Neste propósito produtivista e eficientista se dissolve o pensamento crítico e reflexivo, pessoal e autônomo, para ceder o poder de decisão aos mecanismos de mercado, aos aparatos do Estado e às verdades científicas desvinculadas dos saberes pessoais, dos valores culturais e dos sentidos subjetivos (…)”(Leff, 1999: 126).
“A racionalidade ambiental conjuga uma nova ética e novos princípios produtivos com o pensamento da complexidade (…) requer um programa de educação ambiental compreensivo e complexo, aberto a um amplo espectro de atividades e atores” (Leff, 1999: 126).
“Na educação formal básica, trata-se de vincular a pedagogia do ambiente a uma pedagogia da complexidade (…). Isto implica em revalorizar o pensamento crítico, reflexivo e propositivo frente às condutas automatizadas que são geradas pelo pragmatismo e pelo utilitarismo da sociedade atual” (Leff, 1999: 126).
“Quanto à capacitação da comunidade, a inseminação de uma racionalidade ambiental (…) promove o resgate e a revalorização dos saberes tradicionais, assim como um processo de capacitação em que se amalgamam estes saberes com os conhecimentos científicos e tecnológicos modernos (…)”(Leff, 1999: 127).
“As estratégias educativas para o desenvolvimento sustentável implicam na necessidade de reavaliar e atualizar os programas de educação ambiental frente aos consensos gerais da Agenda 21” (Leff, 1999: 127).
“A educação ambiental formal implica em diferentes abordagens e estratégias em sés diferentes níveis e âmbitos, assim como no contexto de cada país e cada região do planeta. A educação para o desenvolvimento sustentável exige novas orientações e conteúdos; novas práticas pedagógicas, nas quais se plasmem as relações de produção de conhecimento e os processos de circulação, transmissão e disseminação do saber ambiental” (Leff, 1999: 127).
“Neste sentido, a educação ambiental adquire um sentido estratégico na condução do processo de transição para uma sociedade sustentável” (Leff, 1999: 128).

terça-feira, 7 de agosto de 2012

1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental




É lançada hoje, dia 1º de Agosto, a convocatória para a
 1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental,
realizada pelo Programa de Pós-graduação em
 Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande - FURG,
 juntamente com o V CPEASUL - Colóquio de Pesquisadores em
 Educação Ambiental da Região Sul e IV EDEA -
 Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental.
A mostra pretende receber cartuns de artistas do mundo inteiro
com temas sobre sustentabilidade, mobilidade urbana, saúde,
 preservação da natureza, agroecologia, reciclagem, justiça social,
 diversidade, entre outros ligados a Educação Ambiental.
O envio dos trabalhos será realizado pela internet e todos os
 participantes terão seus cartuns apresentados no blog do evento,
serão selecionados 100 cartuns que farão parte da exposição oficial
que ocorrerá no saguão do anfiteatro do CIDEC-Sul - Centro Integrado
 de Desenvolvimento do Ecossistema Costeiro e Oceânico, no Campus
 Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, na cidade do
 Rio Grande, Rio Grande do Sul.
Os três primeiros colocados serão premiados com livros de Humor Gráfico
e Educação Ambiental, troféus e demais itens que poderão ser agregados
 a premiação. Além de 5 menções honrosas que receberão certificados
 como destaque.
Todos os participantes receberão certificado de participação.
O objetivo da mostra é o de proporcionar um espaço de debate
 sobre Educação Ambiental, através do Humor Gráfico entre professores,
 estudantes, pesquisadores, cartunistas e a comunidade.
O regulamento completo encontra-se no endereço:
 http://cpeasul.blogspot.com.br/p/1-mostra-internacional-de-humor-sobre.html

Em: http://cpeasul.blogspot.com.br/

terça-feira, 22 de maio de 2012

Educação Ambiental

00:03:27
Adicionado em 20/10/2010
15.305 exibições
Vídeo Educação Ambiental que a CEC (Comissão de Educação e ComunicaçãO) da IUCN produziu em 2010 sobre perda de biodiversidade LOVE. NOT LOSS (Amor. Não perda)

http://www.youtube.com/watch?v=BvIdwOEzreM

A CEC/IUCN criou um prêmio para o melhor material de educação ambiental em língua espanhola. O vencedor deste ano é um vídeo sobre mudanças climáticas.

Os fundadores do Instituto Rã-bugio foram convidados para este evento da CEC, no dia 07/09, que antecede a Cerimônia de entrega do Prêmio Luc Hoffmann de 2012 (Luc Hoffmann Award 2012), na ilha vulcânica sub-tropical de Jeju, Coréia do Sul, ocasião em que também serão homenageados com a exibição de um documentário sobre o projeto de educação ambiental com as escolas para salvar a Mata Atlântica

http://www.ra-bugio.org.br/educacaoambiental.php

http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php

http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=25

http://ra-bugio.blogspot.com/2010/12/educacao-ambiental-concluido-centro-de.html


Vídeos da ilha vulcânica de Jeju, Coréia do Sul, onde acontecerá a cerimônia de entrega do Prêmio Luc Hoffmann (Luc Hoffmann Award) 2012 para o Fundador do Instituto Rã-bugio.

National Geographic – muito bom
http://www.youtube.com/watch?v=VN3pudaZFeQ

Jeju Island - New 7 Wonders
http://www.youtube.com/watch?v=IC0KajZrDoc

[Jeju Island UCC] Secret Jeju Island
http://www.youtube.com/watch?v=sFkliAmyF1Y


Vídeo amador feito por um turista
Um final de semana na ilha sub-tropical de Jeju

http://www.youtube.com/watch?v=cfuGRYhS5Gk



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Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul – SC
http://www.ra-bugio.org.br/


Acompanhe nosso trabalho de Educação Ambiental nas escolas públicas para salvar a MATA ATLÂNTICA

http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=25

Blog

http://ra-bugio.blogspot.com/

e também na nossa página no FACEBOOK

http://www.facebook.com/pages/Ra-bugio-Salve-a-Natureza/139773049407363

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Repercussão na imprensa sobre o reconhecimento do trabalho do casal de fundadores do Instituto Rã-bugio – ONG que atua somente em EDUCAÇÃO AMBIENTAL


Diário Catarinense*, 10/05/2012
*Maior jornal c/ circulação em Florianópolis e interior de SC, grupo RBS, afiliada Rede Globo em SC e RS

Para ver a matéria que foi publicada (com fotos) acesse este link

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/05/instituto-ra-bugio-de-guaramirim-norte-de-sc-e-premiado-na-suica-3754160.html

A matéria foi também estaque em todos os grande jornais de SC

Jornal de Santa Catarina, Blumenau e vale do itajaí

http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,0,3754160,Instituto-Ra-Bugio-de-Guaramirim-Norte-de-SC-e-premiado-na-Suica.html

Jornal A Noticia (que fez a matéria)

Joinville e norte do Estado

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3753279.xml&template=4187.dwt&edition=19567&section=2019

Meio Ambiente10/05/2012 | 13h09

Instituto Rã-Bugio de Guaramirim, Norte de SC, é premiado na Suíça
Honraria é dada às organizações que promovem a conservação da natureza

Para a ambientalista Elza, o prêmio é um reconhecimento do trabalho Foto: Germano Woehl Junior / Divulgação

O Instituto Rã-Bugio para Conservação da Biodiversidade, de Guaramirim, será homenageado com o prêmio internacional "Luc Hoffmann", criado pela União Internacional para a Conservação da Natureza de dos Recursos Naturais (IUCN), da Suíça.

A honraria é dada a instituições que promovem a conservação da natureza. Os fundadores do Rã-Bugio, Elza e Germano Woehl Junior, receberão a premiação durante o World Conservation Congress, que ocorre na ilha de Jeju, na Coreia do Sul, que acontecerá entre os dias 6 e 15 de setembro.

A escolha do Instituto Rã-Bugio foi feita por um comitê internacional constituído por especialistas na área da preservação ambiental. O motivo para a escolha da ONG catarinense foi por causa dos projetos de educação ambiental em parceria com escolas, que já atenderam cerca de 50 mil estudantes e 2,5 mil professores.

Elza informa que a instituição não chegou a fazer inscrição para o recebimento do prêmio. Ela acredita que o Rã-Bugio chegou ao conhecimento da IUCN devido a um projeto que foi aprovado junto à instituição suíça.

— Fizemos uma parceria com a IUCN para compra de 212 hectares na reserva de Itaiópolis, no Planalto Norte, onde temos uma RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Natural)—, explica.

Para a ambientalista, o prêmio internacional é um reconhecimento ao trabalho feito pelo Rã-Bugio.

— No nosso trabalho passamos por vários obstáculos e um reconhecimento como esses nos dá um fôlego a mais—, comemora.

Além da reserva de Itaiópolis, a ONG possui uma reserva em Guaramirim e o Centro Interpretativo da Mata Atlântica (CIMA), em Jaraguá do Sul.

O Instituto Rã-Bugio foi criado em 2003, em Guaramirim, e atua na conscientização de crianças e adolescentes sobre a importância da preservação da mata atlântica. O principal foco do trabalho está na proteção dos mananciais e da biodiversidade.

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Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul – SC
http://www.ra-bugio.org.br/

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Boas práticas em educação ambiental na agricultura familiar

Agradecemos a divulgação  entre seus contatos e listas a chamada pública do  MMA para boas práticas em educação ambiental na agricultura familiar
http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/boaspraticas_eaagricfamiliar_182.pdf
O objetivo é divulgar nacionalmente até 30 experiências bem sucedidas e juntá-las em uma publicação. As sete melhores em cada bioma brasileiro serão usadas como exemplo nos cursos oferecidos pelo recém-lançado Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF).
As organizações com trabalhos nessa área tem até dia 29 de Abril para enviar o relato das experiências.
Ver mais
http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/boaspraticas_eaagricfamiliar_182.pdf
www.mma.gov.br



Nayara Maria Moura Rocha
Analista Ambiental do Ministério do MEio Ambiente (MMA)

Anna Erika Ferreira Lima
Professora do IFCE - Campus Baturité


terça-feira, 27 de março de 2012

"Agroecologia e Educação Ambiental Aplicadas ao Desenvolvimento Comunitário"

Nesta terça-feira (27), às 19h, o Laboratório de Geoecologia das Paisagens e Planejamento Ambiental, da UFC, lançará livros, uma cartilha e um documentário que versam sobre agroecologia e gestão ambiental. O evento acontece no Espaço Cultural do Sindicato da ADUFC. 
A localização da ADUFC é Av. da Universidade, 2346 - Benfica. Na ocasião, serão lançados os livros "Agroecologia e Educação Ambiental Aplicadas ao Desenvolvimento Comunitário" (Org. Adryane Gorayeb e Edson Vicente da Silva); "Serra de Baturité - uma visão integrada das questões ambientais" (Org. Frederico Holanda Bastos); e "Guaramiranga - caminhos para o planejamento e gestão ambiental" (Org. Frederico Holanda Bastos).

A noite de lançamentos contempla ainda a cartilha "Educação Ambiental e Agroecologia em Comunidades Rurais" (Leilane Oliveira Chaves) e o documentário "Agroecologia e Arte Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável", de 14 minutos.
Todas as publicações foram realizadas pelo laboratório do Departamento de Geografia, através do projeto de extensão "Agroecologia e Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável: Estratégias para a Melhoria da Qualidade de Vida e Conservação Ambiental, Coqueiro do Alagamar, Pindoretama – Ceará".

Fonte: Profª Adryane Gorayeb, do Departamento de Geografia da UFC - (fone: 85 3366 9856)
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Comitê Local em Defesa das Florestas

Olá Companheiros e companheiras,

de movimentos, organizações e universidades. Estou entrando em contato para convidar-los á construção do Comitê Local em Defesa das Florestas. No dia 30 de Setembro estamos querendo fazer uma atividade de lançamento do comitê com a ex- Senadora Marina Silva e os movimentos e organizações do Ceará. Queremos construir coletivamente a atividade com a sociedade civil e a universidade e as ações do comitê no estado. Temos que intensificar as ações da sociedade civil e somente juntos iremos ter uma vitória nesse processo. Convidamos vocês a estarem presente na reunião preparatória no dia 23 de Setembro (Sexta) ás 15:00 na sede da Associação Civil Alternativa Terrazul. Em anexo vai o convite e por favor confirmem presença por email ou telefone: 32810246.
Contamos com a sua presença! Obrigada pela atenção.

Para entender sobre o comitê:
O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável é uma coalizão formada por 140 organizações da sociedade civil brasileira contrárias ao PLC 30/2011 aprovado pela Câmara dos Deputados.
Lançado em 07 de junho de 2011, o Comitê pretende mobilizar os brasileiros a manifestarem sua discordância e com isso, sensibilizar os senadores para a aprovação de uma lei que:
• Garanta efetivamente a conservação e uso sustentável das florestas em todos os biomas brasileiros
• Trate de forma diferenciada e digna agricultores familiares e populações tradicionais;
• Garanta a recuperação florestal das áreas ilegalmente desmatadas;
• Reconheça e valorize quem promove o uso sustentável;
• Contribua para evitar desastres ambientais e ajude a garantir água de boa qualidade para as cidades;
• Acabe de vez com o desmatamento ilegal

O Comitê em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável é coordenado por:
Amazônia Para Sempre;
ABONG;
CNBB;
Coalizão SOS Floresta (Amigos da Terra - Amazônia; APREMAVI; FLORESPI;
Fundação Grupo Boticário; Greenpeace; ICV; IMAFLORA; IPAM; ISA; SOS Mata
Atlantica; WWF Brasil; Sociedade Chauá SPVS)
Comissão Justiça e Paz – CJP;
CNS;
Comitê Inter-Tribal;
CONIC;
CUT;
FETRAF;
FNRU;
FASE;
FBOMS;
FETRAF;
Forum de Mudança Climática e Justiça Social;
Fórum ex-Ministros Meio Ambiente;
GTA;
IDS;
INESC;
Instituto Ethos;
Jubileu SUL;
OAB;
Rede Cerrado;
Rede Mata Atlântica;
REJUMA;
Via Campesina (ABEEF, CIMI, CPT, FEAB, MAB, MMC, MST, MPA, MPP e PJR)

Para conferir o manifesto de criação confira no link: http://www.florestafazadiferenca.org.br/manifesto/


--
Fernanda Rodrigues
Terrazul: www.alternativaterrazul.org.br
Juventude Terrrazul: www.juventudeterrazul.blogspot.com
Rejuma Ceará: www.rejuma.org.br
Conselheira Nacional de Juventude
GT de Juventude do FBOMS: www.fboms.org.br
Meu Blog: www.serafernanda.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/fernandambiente

sexta-feira, 15 de julho de 2011

http://tratadodeeducacaoambiental.net

2ª JORNADA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL
2ª JORNADA INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTABLES Y RESPONSABILIDAD GLOBAL
2
nd INTERNATIONAL JORNEY ON ENVIRONMENTAL EDUCATION FOR SUSTAINABLE   SOCIETIES AND GLOBAL RESPONSABILITY

http://tratadodeeducacaoambiental.net

sexta-feira, 24 de junho de 2011

LA EDUCACIÓN IMPOSIBLE

LA EDUCACIÓN IMPOSIBLE
 
Edgar González Gaudiano
 
Publicado en la Jornada Veracruz, el martes 21 de junio de 2011, p. 2.
Investigador educativo de la UV y titular de la Cátedra UNESCO “Ciudadanía,
educación y Sustentabilidad
Ambiental del Desarrollo”.
 
De acuerdo con el Panel Intergubernamental de Cambio Climático (PICC),
prestigioso grupo integrado por miles de científicos de todo el mundo en labor
voluntaria, la temperatura promedio de la superficie del planeta se ha elevado 
en 0.74°Cdesde el final del siglo XIX y se ha proyectado que aumente de 1.8 
a 4° más hacia 2099. 
El nivel de mar se ha elevado entre 10 a 20 cm durante el siglo pasado y un 
incremento adicional entre 18 y 59 cm (según los diferentes escenarios) se 
espera para el fin del presente siglo. Algunos dirán que en realidad es poco:
menos de un grado centígrado de temperatura y veinte centímetros de elevación
del nivel del mar, el problema es que con esas aparentemente pequeñas magnitudes
muchos procesos vitales están en severos riesgos. 
Los pequeños países insulares y las planicies costeras de zonas tropicales, 
como las del estado de Veracruz, son los más vulnerables, tanto por la elevación
en el nivel del mar como por la creciente intensidad de fenómenos climáticos 
extremos. Con el cuarto informe de evaluación del PICC (2007) ha sido ampliamente
reconocido que las bases científicas para entender los impactos del cambio
climático y las estrategias de adaptación y mitigación están claramente 
establecidas.
 
Sin embargo, las decisiones para frenar la emisión de los gases de efecto
invernadero a niveles que no sigan incrementando los riesgos existentes, no 
son sencillas de adoptar.
Primero, porque son decisiones de política económica que afectan procesos
productivos y con ello a grupos de interés muy poderosos, máxime en periodos 
electorales o de bajo crecimiento. Segundo, porque el cambio climático es 
un fenómeno súper complejo que está íntimamente relacionado con los patrones 
en boga de la actual sociedad de consumo,con el crecimiento demográfico, con 
los estilos de desarrollo, etc.
Entonces aunque muchos siguen pensando en el cambio climático como un asunto
ecológico, es mucho más que eso puesto que es al mismo tiempo causa y consecuencia
de diversos problemas contemporáneos que inciden en forma directa en la vida de
las personas y de las otras especies del planeta.
 
En todo esto reside la dificultad de educar sobre el cambio climático. Es
obvio que este desafío educativo concreto no puede reducirse a incorporar 
contenidos sobre el mismo en los programas escolares de los distintos niveles 
educativos. 
Eso desde luego hay que hacerlo, aunque no sea mucho lo que podemos esperar de
ello. Tener información sobre un problema cualquiera no es condición suficiente
para cambiar comportamientos,hábitos y actitudes sobre el mismo. Ahí tienen el 
caso del tabaquismo, por
ejemplo. Si así fuera en relación con el cambio climático, los científicos 
que integran el PICC serían las personas mejor educadas ambientalmente del mundo
y me parece que no son muy diferentes en sus formas de vida cotidiana a 
muchos de nosotros.
 
Pero el desafío de educar sobre el cambio climático es mucho más complejo,
porque la escuela misma en su forma y orientación actual es más parte del
problema que de la solución. Numerosos procesos, contenidos e incluso 
rituales escolares son en
sí mismos insustentables. La organización disciplinaria es uno de ellos.
El cambio climático es un fenómeno interdisciplinario por antonomasia, 
que ha puesto en jaque no sólo al conocimiento científico disponible, sino
 a la manera de producirlo. Y las
comunidades científicas de cada disciplina son también grupos de poder muy 
resistentes en la modificación de sus parámetros de referencia y de certidumbre.
En fin, para decirlo en pocas palabras, la educación escolar promueve muchos de los 
valores del actual modelo de civilización y noción de progreso que nos han 
conducido hasta este crítico momento.
Sólo se salvan en este proceso, aquellos docentes y estudiantes más
sensibles y críticamente avezados que piensan y actúan por su cuenta.
 
Fuera del ámbito escolar el problema no es menor, porque pretender educar
sobre el cambio climático implica remar a contracorriente con un cierto tipo de
aspiraciones de cambio social de las personas. Aspiraciones que se encuentran 
profundamente enquistadas en los patrones de la sociedad de consumo actual. 
En este sentido, para esas personas el prestigio social e incluso la identidad
y la autoestima dependen de la adquisición de bienes y servicios que suelen ser
necesidades creadas por la publicidad para satisfacer deseos caprichosos, con 
lo que obviamente mantenemos girando la rueda del mercado aunque nos pase por
encima.
 
A través de la educación es posible generar presiones en el mercado para
impulsar una racionalidad de consumo diferente, con énfasis en la calidad de los
productos y las condiciones de su producción distinguiendo necesidades de deseos. 
Esto es, construir un nuevo patrón de consumo para una mayor equidad social y
un menor stress ambiental,mediante procesos educativos que impulsen pensamiento
crítico acerca de cómo escoger entre varias opciones y por qué no elegir aquél
las que se preconizan como signos de distinción social. 
Procesos educativos orientados a reducir la oferta productiva y aanalizar el
rol de las empresas que inducen el consumo posicional,que emplean mano de obra
infantil  o esclavos laborales, que no adoptan controles de emisiones y
desechos, que no son al menos ecoeficientes, que no protegen del riesgo a sus
trabajadores, que pagan sueldos miserables o reciben exenciones fiscales, 
subsidios especiales y tratos preferenciales que se traducen en competencia 
desleal para otros productores o países.
 
Conformarnos con ampliar contenidos sobre cambio climático en el currículum
o con trasmitir programas de alfabetización científica sobre este tema por
televisión, es como dar respiración artificial a un enfermo terminal.
 
De ahí que digo que en materia de cambio climático la educación es
imposible. Imposible mientras la escuela continúe aferrada a sus atavismos y 
la sociedad siga comportándose como el cliente dócil de ese estilo de 
vida materialista centrado  en el
consumismo que destruye culturas, favorece la migración, erosiona esfuerzos
educativos y genera violencia social.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Feira Agroecológica dia 21 de maio




No próximo sábado, dia 07 de maio,  a Feira Agroecológica do Benfica realizará, além da comercialização de produtos agroecológicos, uma oficina sobre Consumo Responsável e Agroecologia, facilitada por Fernanda Freire, integrante do Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica.
A feira começa as 7:00 horas e encerra suas atividades por volta de 12:00 horas.
E mais:

CINECLUBE na PRAÇA

Em maio, algumas ações e intervenções simultâneas serão realizadas junto a coletivos e interessados pela agroecologia. Será um mês de mobilização, troca de experiências e conhecimento, em cada região do pais.
A Feira Agroecológica de Fortaleza será um importante PONTO DE ENCONTRO para fazer emergir e divulgar essa articulação pela cidade.
Nessa sexta-feira, dia 06, teremos nossa primeira atividade:

CINECLUBE NA PRAÇA DA GENTILÂNDIA
EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO “CICLOVIDA”Sábado, dia 06 de maio.
A partir das 17h30
SINOPSE
Ciclovida é um documentário narrativo que segue um grupo de campesinos sem terra numa viagem atravessando o continente da América do Sul de bicicleta, na campanha de resgate das sementes naturais.
Os viajantes documentam a dominação dos agrocombustíveis no campo e o deslocamento de milhões de pequenos agricultores e comunidades indígenas.
Cultivos e matas nativas estão sendo substituídos por desertos verdes de monoculturas transgênicas onde nada mais, planta ou animal, pode sobreviver aos agrotóxicos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Seminário Brasil-Espanha de ensino, pesquisa e extensão em Agroecologia e Educação Ambiental

Seminário reúne experiências 

agroecológicas de ensino,

 pesquisa e extensão

 de Brasil e Espanha

Evento ocorre de 25 a 27 de abril,

 na Faculdade de Ciências Agronômicas

 (FCA) da Unesp, câmpus de Botucatu

De 25 a 27 de abril, na Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Unesp, câmpus de Botucatu, acontece o “Seminário Brasil-Espanha de ensino, pesquisa e extensão em Agroecologia e Educação Ambiental: desafios metodológicos para a transição agroecológica e perspectivas educativas”.
O evento tem como principal objetivo fomentar o intercâmbio de experiências, entre os dois países, sobre as inovações no ensino em Agroecologia e as metodologias aplicadas na chamada transição agroecológica, o processo de passagem da agricultura convencional para a de base ecológica.
Estão programadas as participações de palestrantes de instituições como a Universidade de Córdoba (Espanha), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Faculdade de Ciências Agronômicas e Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, Associação Brasileira de Agroecologia e Instituto Giramundo Mutuando.
Também estão previstas apresentações de relatos de experiências de diferentes regiões do Brasil, que estarão divididas em painéis intitulados: “Metodologias de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Transição Agroecológica”, “Educação Ambiental no Ensino Superior: contribuições para a formação em Ciências Agrárias” e “Educação em Agroecologia no Ensino Superior.
O Seminário é organizado por meio da parceria entre pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual Paulista de Botucatu, Instituto Giramundo Mutuando e Instituto de Sociologia e Estudos Campesinos da Universidade de Córdoba, Espanha.
Estudantes e profissionais interessados podem realizar as inscrições por R$ 30 e R$ 50, respectivamente, até o dia 15 de abril.
Mais informações e a programação completa no sitehttp://www.transicaoagroecologica.org/

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo