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Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
“Agrotóxicos: impactos e alternativas”
Rede Mobilizadores
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Guia ensina como prevenir a exposição de crianças aos pesticida
Segundo Rob Vos, diretor da Divisão de Proteção Social da FAO, a publicação foi desenvolvida, inicialmente, em Mali, onde é amplamente utilizada nas escolas rurais para agricultores e por diversos agentes. Agora, o guia está se expandindo para a Nigéria e outros países africanos.
O informe é uma ferramenta para ensinar camponeses e suas famílias a identificarem e minimizarem os riscos de exposição a substâncias tóxicas nos trabalhos em casa e no campo. A publicação divide-se em três sessões: como as crianças são expostas aos pesticidas; por que as crianças correm mais riscos; o que pode ser feito para reduzir a exposição das crianças aos pesticidas na comunidade.
Crianças e adultos podem ser expostos a pesticidas através do ar, da boca, da pele e dos olhos. Os efeitos da exposição podem ser muito graves, entre eles: dor de cabeça, tontura, irritação nos olhos, cegueira, dificuldade de concentração, sangramento no nariz, náusea, vômitos, reações alérgicas, dificuldade de respirar, problemas na pele (erupções cutâneas, dermatite e queimaduras).
O guia está disponível nas versões inglês, francês, português e espanhol. Futuramente contará com uma versão em russo.
http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&cod=85360
terça-feira, 12 de maio de 2015
Pesquisadores suíços confirmam efeito letal de toxina Bt sobre joaninha
Pesquisadores suíços confirmam efeito letal de toxina Bt sobre joaninhas

de Tecnologia da Suíça (ETH), em
Zurique, confirmaram a descoberta
anterior de que a toxina Bt Cry1Ab
produzida por plantas de milho
transgênico aumenta a mortalidade
de larvas jovens de joaninha de
duas pintas (Adalia bipunctata L.)
em testes de laboratório.
Esses insetos são típicos “organismos
não alvo” que supostamente não
seriam afetados pelo milho transgênico.
Além disso, são insetos benéficos,
que promovem o controle biológico de outras pragas.
estudo original, que foi incluído, juntamente com muitas outras pesquisas, entre
as provas utilizadas pelo governo alemão para justificar o banimento do plantio
comercial de milho transgênico que expressa a toxina testada.
dos transgênicos, que em fevereiro de 2010 publicaram um conjunto de artigos
na revista “Transgenic Research” acusando o estudo de ser baseado em
“pseudo-ciência” e apresentando pesquisas próprias com o objetivo de desmentir
o trabalho de Hilbeck.
de testes complementares que confirmam as descobertas publicadas em 2009.
desmentir as descobertas não puderam repetir os primeiros resultados, e chegaram
a uma simples conclusão: “Mostramos que os protocolos aplicados por
Alvarez-Alfageme et al. 2011 eram significativamente diferentes daqueles
usados em nossos primeiros estudos, e muito menos propensos a detectar efeitos
adversos de toxinas do que o estudo de 2009, assim como dos nossos
experimentos complementares”, explicou Hilbeck. “Quando testamos os protocolos
de Alvarez-Alfageme et al. 2011 com organismos alvo susceptíveis ao Bt, no caso
a lagarta do cartucho, eles também não foram afetados pela toxina Bt – isso
claramente desqualifica o método para avaliar efeitos negativos do Bt
em organismos não alvo”.
apresentam resultados que aparentemente sustentam os argumentos da ausência
de riscos dos transgênicos recebem muito pouco escrutínio, aceitando-se,
comumente, ciência de baixa qualidade. Por exemplo, crítica comparável à que
atacou a pesquisa da Dra. Hilbeck não foi difundida em casos em que o
organismo selecionado para testes foram larvas de Chrysopidae, que sem dúvida
não eram capazes de ingerir a toxina Bt oferecida – portanto, fornecendo resultados
do tipo “falso negativo”.
(EPA, na sigla em inglês) tenha reconhecido há alguns anos a
inadequação da Chrysopidae para experimentos de avaliação de riscos de
lavouras transgênicas, estudos com o inseto ainda constituem a base
para a aprovação de lavouras transgênica Bt e são considerados “ciência rigorosa”
por autoridades europeias.
europeias, após implementarem
a legislação de biossegurança, que é
baseada no Princípio da Precaução
e que demanda pesquisas de avaliação
de risco ecológico cientificamente
robustas e acompanhamento por duas
décadas, ainda se fiem em protocolos
sistematicamente falhos e em dados
produzidos e promovidos pela indústria
de biotecnologia e seus cientistas
colaboradores”, declarou o
Prof. Brian Wynne, do Centro de
Estudos dos Aspectos Econômicos e Sociais da Genômica (Cesagen),
da Universidade de Lancaster, no Reino Unido.
atenção para a necessidade do estabelecimento de protocolos e de
pesquisas de avaliação de riscos ambientais relevantes. Instamos as
autoridades europeias a superar sua confiança na expertise de apenas
um setor – dominado pela indústria – ao estabelecer padrões para a
aprovação de organismos transgênicos. Além disso, é necessária uma
revisão das autorizações comerciais vigentes para o cultivo de plantas
transgênicas.”, concluiu o Dr. Hartmut Meyer, coordenador da
Rede Europeia de Cientistas para a Responsabilidade Social e
Ambiental (ENSSER).
on young ladybird larvae - Counter-research based on flawed methodology
. ENSSER, 27.02.2012. (Via Genet)
FONTE: Campanha Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos e Agrotóxicos
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
La composición secreta de los pesticidas
La composición secreta de los pesticidas es una vergüenza científica y cómo Autoridades en Seguridad lo encubren

Para los medios locales la jornada fue “un estudio de impacto”, o “una cita explosiva y excepcional”. Se trata de dos eminencias el que volvieron a la carga con sus estudios sobre los pesticidas.
“En 2013, encontramos los productos químicos tóxicos en el Roundup, también presente en muchos otros pesticidas llamados POE-15. Estos se clasifican como productos inertes por el fabricante, por lo que, ningún organismo les pidió que lo probaran a largo plazo”. Las pruebas realizadas en Francia se hicieron en sólo 6 ratas durante tres semanas, seguido de una prueba de irritación, enrojecimiento, e impactos oculares. Para la industria sólo tiene que respetarse el marbete: Mantener fuera del alcance de los ojos o la piel, pero no hay pruebas de lo que produce a largo plazo “ y agregó que “Es difícil conseguir acceso a los estudios debido a que el grupo de Monsanto alega propiedad intelectual “.
“Se hicieron todos los estándares regulatorios en el glifosato, regulación del herbicida y fue evaluado por las autoridades, pero no el resto” dijo el investigador. “Hay una subestimación de los efectos de estos plaguicidas “ aseguró.
En el estudio sobre el impacto de los plaguicidas Gilles-Eric Séralini ha sido muy criticado en el mundo científico. La Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA) dijo que “no es posible extraer conclusiones válidas sobre la aparición de tumores en las ratas ensayadas. La Agencia Nacional de Seguridad Alimentaria también refutó el estudio realizado por el profesor, indicando “debilidades” en la obra, pero llamó a realizar una investigación sobre el consumo a largo plazo de los OMG asociados con pesticidas.-
Esta réplica contestó también a la crítica de cuatro científicos brasileños, pro-transgénicos, dos de los cuales son miembros de la Comisión Técnica Nacional de Bioseguridad (CTNBio) en un informe de octubre de 2012. Ese informe fue publicado como “la visión de CNTBio” en su conjunto, en combinación con el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación de Brasil.
Por su parte en Francia la Agencia Nacional de Seguridad Sanitaria, Medio Ambiente y Trabajo (ANSES), en una carta de 19 de octubre del 2012, hace referencia al estudio de Seralini llegando a la conclusión de que hay una necesidad de “realizar estudios con el objetivo de describir los efectos potenciales para la salud asociados al consumo a largo plazo de los OMG o de la exposición a las formulaciones de fitosanitarios”. También recomienda que “estos estudios deben centrarse sobre todo en la exposición a los OMG y para las formulaciones de fitosanitarios asociados” y que ”Estos estudios deben llevarse a cabo en el ámbito de la financiación pública y ser basado en un protocolo experimental detallado que permita responder a las cuestiones planteadas”.
Mientras esperamos la próxima salida a la venta del libro Tous cobayes! en español, para octubre próximo, desde la editorial Need Ediciones en la presentación al público promete ser otra cita explosiva donde estará presente el Dr. Seralini durante cuatro días en España. Dra. Graciela Gómez -Asociación Argentina de Periodistas Ambientales (AAPA)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Glifosato e a Biodiversidade
martes 2 de febrero –
Las malformaciones en ejemplares de especies nativas son inocultables
Científicos del Conicet y la UNL alertan por el glifosato
En un grave grito de advertencia de la ciencia contra el sistema sojero, cinco
científicos de la región aseguraron que el modelo se basa en la
destrucción sistemática de la naturaleza y subrayaron los riesgos de
la vida humana.
Un informe sobre las respuestas de sapos y ranas a los agrotóxicos
muestra que los cocteles de sustancias químicas conque se rocían los
campos de Entre Ríos, Santa Fe, Córdoba y Buenos Aires,
principalmente, no son inofensivos como sostienen las multinacionales
que los patentan y que monopolizan el mercado.
Accedimos a las advertencias del estudio regional a través del
entrerriano Rafael Lajmanovich, que investiga la relación sistema
agrario / anfibios y anuros desde hace varios lustros y que en este
caso firma la investigación con otros cuatro colegas de la Universidad
Nacional del Litoral.
Los expertos difundieron sus estudios en un ensayo titulado “Los
agroquímicos y su impacto en los anfibios: un dilema de difícil
solución”. Allí no se circunscriben al glifosato (sustancia que mata
todas las hierbas con excepción de las preparadas para resistir a su
embate, como la soja), pero sí se detienen en el glifosato por su
presencia arrolladora en los cultivos actuales, con predominio del
poroto.
“El herbicida glifosato es el químico más controvertido del modelo
productivo de los OMG (organismos genéticamente modificados) y en la
Argentina tiene un uso declarado de aproximadamente unos 00 millones
de litros”, recuerda el informe.
Luego de enumerar las comprobaciones de los efectos teratogénicos
(formación de monstruos) y cancerígenos de algunos químicos, y la
toxicidad del glifosato, bajo distintas marcas, los especialistas
subrayan: “el efecto directo del glifosato en los mecanismos iniciales
de la morfogénesis de los embriones de vertebrados originaría
preocupaciones sobre los resultados clínicos de la descendencia humana
expuesta en los campos agrícolas”.
Entonces, la reflexión final lapidaria: “los organismos
gubernamentales y organizaciones civiles tendrían que tender a
promover investigaciones que tengan en cuenta el desarrollo
sustentable y
la búsqueda de alternativas ecológicamente sostenibles como motor de
la economía argentina. Pero sin perder de vista que, por definición,
este progreso tiene que asegurar para las
generaciones futuras todos los servicios ambientales y componentes de
la naturaleza (principalmente su biodiversidad) así como sus pautas
culturales ancestrales. Considerando que en los actuales modelos
productivos-industrializados, el denominado ‘desarrollo sustentable’
se basa en la destrucción sistemática de los ecosistemas, en la
disminución de la biodiversidad y en
un enorme aporte energético de plaguicidas y fertilizantes que son
una contradicción en sí misma de este precepto”.
Con semejante alerta, firmada por los que más estudiaron la incidencia
de los químicos
en los animales y en particular sobre los embriones, no habrá modo de
eludir la responsabilidad de políticos, grandes empresarios y
profesionales sobre la continuidad de un sistema
de altísimo riesgo como el sojero.
Efectos colaterales
El estudio fue publicado en la revista QuímicaViva de diciembre de 012
por Rafael C. Lajmanovich, Paola M. Peltzer, Andrés M. Attademo y
Celina M. Junges, todos investigadores del Consejo Nacional de
Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) y miembros de la
Cátedra de Ecotoxicología de la Facultad de Bioquímica y Ciencias
Biológicas de la Universidad Nacional del Litoral –UNL-, y Mariana C.
Cabagna Zenklusen que también pertenece a esa cátedra.
Los investigadores buscaron reseñar “la problemática ambiental
relacionada con la aplicación de agroquímicos, en particular con
respecto a su impacto sobre organismos no-blanco como los anfibios
anuros de la región centro-este de la Argentina” (lo que en
denominaríamos “efectos colaterales”).
Detallaron las formas de detectar la presencia de estresantes
ambientales y su importancia como herramientas en los programas de
monitoreo para la protección de la fauna silvestre, y al final
entregaron sus aportes en la discusión en torno del “polémico
herbicida glifosato y las perspectivas para las generaciones futuras”.
La UNL y la UNER
Entre los estudios realizados por la Cátedra de Ecotoxicología de la
Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas, el informe recuerda que
el grupo de investigación con sede en esa Cátedra es precursor en la
región centro-este de la Argentina en la caracterización del riesgo
ambiental de los agroquímicos utilizados masivamente sobre larvas y
adultos de anfibios.
“Para hacer un breve resumen, desde el año 998 que estudian el efecto
de herbicidas como el paraquat sobre larvas de anfibios y realizan
evaluaciones sobre la inducción que produce el insecticida
cipermetrina en el desarrollo de procesos apoptóticos (muerte celular
programada) de las células nerviosas. Los trabajos fueron realizados
en colaboración con la Facultad de Bioingeniería de la Universidad
Nacional de Entre Ríos”.
“Igualmente, comprobaron la acción del herbicida glifosato en la
producción de modificaciones morfológicas y etológicas
(comportamiento), el poder genotóxico del insecticida endosulfán e
inhibitorio de los niveles enzimáticos de B-esterasas del fenitrotión.
Recientemente demostraron, por primera vez para las larvas de
anfibios, que distintas formulaciones comerciales de glifosato
inhiben la actividad de las enzimas colinesterasas y de stress
oxidativo (butirilcolinesterasa, BChE; acetilcolinesterasa,
AChE; carboxilesterasa, CbE y glutation-s-tranferasa, GST) y
corroboraron la toxicidad diferencial de distintas marcas comerciales
de este producto. Asimismo, han caracterizaron los niveles basales de
BChE,
AChE y CbE en diversas especies de anfibios y reptiles representativas
de los ecosistemas regionales. Cabe mencionar, que estos estudios son
los primeros en Sudamérica en utilizar metodologías no destructivas y
técnicas de reactivación in vitro en estos vertebrados”.
“Recientemente, también demostraron la interferencia de plaguicidas
organofosforados
(OFs) (fenitrotión) y fungicidas (trifloxistrobin) en las
interacciones depredador-presa”.
“Por otra parte, en 005 señalaron la implicancia de los anfibios en el
control biológico
de plagas dentro de los cultivos de soja, situación que los expone
directamente a los agroquímicos y los hace excelentes modelos de
estudio para sus efectos a campo. De la misma forma,
han permitido establecer la variación intraespecífica e
interespecífica respecto de parámetros de estructura poblacional y de
comunidad de anfibios en cultivos de soja, arroz y fragmentos de
bosques nativos, así también han determinado el efecto de la
eutrofización (aumento de materia orgánica producido principalmente
por el uso masivo de fertilizantes) de lagunas agrícolas sobre el
estado de salud y supervivencia en larvas de anfibios”.
“En último lugar, luego de diez años de muestreo realizaron la primera
compilación sobre
anormalidades de anuros para la Argentina y observaron la relación de
este fenómeno, respecto de los ambientes con actividad antrópica
intensiva (suburbios y cultivos)”.
Residuos de plaguicidas
El informe señala otras puntas del ovillo, para determinar las
consecuencias nocivas de los químicos de las pulverizaciones, en la
reproducción.
Veamos una de las líneas de investigación: “en las provincias de Santa
Fe y Entre Ríos hace varios años que se vienen detectando residuos de
plaguicidas en vertebrados de la fauna autóctona (peces y anfibios).
Se destaca el hallazgo del insecticida clorado endosulfán, que con un
rango de --9 ng/g se encontró en el 2,, % de los anfibios evaluados
(rana criolla, Leptodactylus latrans; rana chaqueña, L. chaquensis;
rana del zarzal, Hypsiboas pulchellus y sapo buey, Rhinella
schneideri). Este escenario es muy peligroso ya que el endosulfán
tiene efectos estrogénicos y autores como Park y colaboradores
demostraron que bajos niveles de endosulfán interfieren en los
mecanismos ferohormonales de anfibios urodelos (salamandras)”.
“Posteriormente, Lajmanovich y colaboradores comprobaron su efecto
mutagénico para las larvas de anfibios y Peltzer y colaboradores
hallaron residuos de endosulfán en cuerpos de agua de Entre Ríos por
sobre los límites de protección para la fauna acuática de la
Argentina”.
Lluvias fatales
“Estudios realizados a campo, en cuerpos de aguas someros de la región
pampeana de la
República Argentina, mostraron que algunos de los agroquímicos de uso
frecuente en los cultivos de soja causan, en sectores puntuales y
períodos limitados al momento de su aplicación y
posteriores lluvias, mortalidad de invertebrados, peces y larvas de anuros”.
El informe hace referencia a concentraciones de cipermetrina, el
insecticida clorpirifós y
del glifosato, y recordaron que expertos de la zona hallaron en
algunas regiones intensamente cultivadas del país que dos de los
insecticidas más ampliamente usados (cipermetrina y endosulfán) “eran
detectados en sedimentos, partículas en suspensión y agua en
concentraciones que exceden los niveles permitidos para la protección
de la vida silvestre. Cabe destacar que el endosulfán y sus productos
formulados son considerados por la Agencia de Protección Ambiental de
los Estados Unidos (USEPA) como sustancias altamente peligrosas. El
uso de este insecticida ha
sido prohibido en la Comunidad Europea, Colombia, Belice y Singapur”,
subraya el estudio del Conicet. “Además, tiene un uso restringido en
muchos otros países por su comprobada potencialidad mutagénica,
teratogénica y cancerígena.
Recientemente, también ha sido prohibido en la Argentina (resolución
SENASA Nº 11//011)), no obstante esto, el propio organismo da permiso
a las empresas hasta el ºº de julio de 013 para comercializar los
remanentes de mercaderías que tengan en depósito”.
Glifosato y ácido retinoico
“A nivel mundial existen alrededor de 00 citas de trabajos científicos
sobre su toxicidad (glifosato) en distintos modelos animales (de
laboratorio y de vida silvestre). Específicamente, sobre sus
efectos en especies de anfibios locales, podemos destacar un trabajo
de Lajmanovich y colaboradores que describe malformaciones
morfológicas externas (craneofaciales, bucales,
en los ojos y curvatura de la aleta caudal), además de efectos sobre
el esqueleto hiobranquial (alteraciones en la estructura cartilaginosa
por disrupción en la formación de colágeno) en
renacuajos de una especie de rana ampliamente distribuida en la
Argentina expuesta a dosis sub-letales de glifosato”.
Los especialistas no andan con rodeos en el informe publicado por
QuímicaViva. “Los monitoreos continuos realizados para evaluar el
impacto de los agroecosistemas sobre la fauna silvestre de las
provincias con mayor producción de soja de la Argentina (Córdoba,
Santa Fe y Entre Ríos), permitieron realizar la primera recopilación a
campo en Latinoamérica sobre la incidencia de malformaciones en
anfibios. En las conclusiones de este trabajo se hace una concreta
mención al posible efecto del ácido retinoico como una de las causas
de estas teratologías (malformaciones); que sin lugar a duda ya están
empezando a manifestarse en la naturaleza y dejaron de ser, como
algunos autores opinan, meras especulaciones experimentales. Cabe
mencionar que Paganelli y
colaboradores demuestran el mecanismo por el cual el glifosato provoca
efectos teratogénicos en vertebrados (malformaciones craneofaciales
que incluyen a los cartílagos branquiales y ceratobranquiales, además
de acortamiento del tronco embrionario, entre otros resultados que se
vinculan con el incremento del ácido retinoico)”.
“En relación con lo publicado por estos autores, el efecto directo del
glifosato en los mecanismos iniciales de la morfogénesis de los
embriones de vertebrados originaría preocupaciones sobre los
resultados clínicos de la descendencia humana expuesta en los campos
agrícolas”.
La pobreza verde
Al colocar el problema en su contexto, se lee en el informe: “Uno de
los mayores desafíos
a nivel mundial es el de lograr un uso racional de los insumos
químicos que sustentan a los sistemas productivos. Esta dependencia de
los agroquímicos se incrementó, en forma exponencial, en la denominada
‘revolución verde’ de la década de 960.. En esos años, se especuló que
se iba a terminar con el hambre en el mundo, lejos de cumplir su
cometido; aun hoy, y luego de décadas de mejoramientos genéticos de
las semillas (nosotros le colocaríamos comillas a la palabra
mejoramientos) y de la aparición de los organismos modificados
genéticamente (OMG), se considera que los aumentos en toneladas de
granos no solucionan esta pandemia. Esa situación ha sido reconocida
por una de las revistas científicas más prestigiosas del mundo
(Nature), que en su editorial de julio de 010 se pregunta ¿Cómo
alimentar a un mundo hambriento? y admite que la ciencia y la
tecnología, por sí mismas, no son una panacea para liberar a la
humanidad del hambre, su causa es la pobreza, no la falta de
producción de alimentos”.
Daniel Tirso Fiorotto
De la Redacción de UNO
La ciencia y la tecnología no son una panacea para liberar a la
humanidad del hambre, su
causa es la pobreza.
El efecto del glifosato en la morfogénesis de embriones originaría
preocupaciones sobre
la descendencia humana.
Hallaron residuos de endosulfán en cuerpos de agua de Entre Ríos por sobre los
límites de protección de la fauna.
sábado, 17 de novembro de 2012
Guerra química no Brasil!!!!!
VENENO, QUÍMICA HOMICIDA FOI JOGADO PELOS FAZENDEIROS NO CÓRREGO YPO’I, EM TEKOHA GUARANI-KAIOWÁ YPO’I -PARANHOS-MS. O FATO CRUEL OCORREU NO DIA 14 DE NOVEMBRO DE 2012. ENQUANTO AS CRIANÇAS E ADULTOS GUARANI E KAIOWÁ ESTAVAM TOMANDO BANHO, COMPARCEU ESCUMA BRANCA EM CIMA DO CÓRREGO, TODOS SAÍRAM CORRENDO. AS LIDERANÇAS E COMUNIDADES COMUNICARAM À FUNAI, PF, E MPF, MAS FIM DE SEMANA FORAM FERIADOS. NÓS TODAS LIDERANÇAS DA ATY GUASU GUARANI E KAIOWÁ ESTAMOS CHOCADOS E INDIGNADOS COM AS AÇÕES CRUEIS DOS FAZENDEIROS QUE PASSARAM PRATICAR ESSE ENVENENAMENTO DOS NOSSOS CÓRREGOS QUE UTILIZAMOS DIA-A- DIA, PEDIMOS QUE AUTORIDADES FEDERAIS TOMEM PROVIDENCIAS CABÍVEIS. AGUARDAMOS AS POSIÇÕES. PASSAMOS OS FATOS PARA TODOS (AS). TEMOS UM VÍDEOS QUE LOGO COLOCAREMOS NO AR
Vânia Carvalho
Leia este guia para ação em defesa da vida:
http://br.boell.org/downloads/Agrotoxicos-no-Brasil-mobile.pdf
http://dialogoseconvergencias.org/mocoes-de-repudio/contra-os-agrotoxicos-em-defesa-da-vida http://faor.org.br/
www.cirandas.net/leidaecosolhttp://aspta.org.br/campanha/
http://racismoambiental.net.br/
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Agricultura e Agrotóxicos
Na Paraíba, agricultora morre vítima de agrotóxicos | |||||
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Após seis meses de gravidez, com o estado de saúde agravado, Rosália foi transferida para o IMIP, onde ficou internada e foi submetida a exames. No laudo médico consta como causa da morte Hemorragia pulmonar e aplasia de medula óssea. “O momento da gravidez é um momento delicado quando o corpo da mulher engendra um enorme esforço para gerar e nutrir um novo ser. A medula óssea é demandada a produzir mais sangue, tanto que é muito comum que as mulheres apresentem anemia leve neste momento. Passa a ser um momento então que a medula estaria mais vulnerável a agressões externas o que poderia ter contribuído para a doença. Por outro lado, os agrotóxicos podem gerar más-formações e até morte do feto”, contou a professora do curso de medicina da Universidade Federal de Campina Grande em Cajazeiras (UFCG/PB), Ana Carolina de Souza Peiretti. Ainda segundo a docente, a doença faz com que as defesas do corpo passem a atacar as células da medula óssea onde o sangue é produzido. Além do uso de agrotóxicos, medicamentos, radiação, vírus, drogas e agentes químicos também podem causar a toxidade medular. O companheiro de Rosália, o agricultor Marizaldo Pereira Alves, conta que apesar do nascimento prematuro e das adversidades da gestação, a criança está bem e não apresenta nenhuma complicação. Iniciativas de enfrentamento - Desde abril de 2011, quando foi lançada a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, movimentos sociais, grupos ambientais e demais organizações tem desenvolvido inúmeras ações de conscientização, enfrentamento e denúncia contra 07 empresas multinacionais, que controlam mais de 70% do mercado de agrotóxicos no Brasil (Monsanto, Syngenta, Bayer, Novartis, Dupont, Basf e Dow), as quais estão diretamente ligadas ao grupo da bancada ruralista no senado. Embora as ações se depararem com a omissão, negligência e mesmo a conivência do Estado, os movimentos sociais ainda enfrentam o silêncio das grandes mídias sobre questões relacionadas ao problema do uso intensivo e indiscriminado dos defensivos químicos. O Brasil atualmente é o campeão mundial no uso de agrotóxicos. Por ano, cada brasileiro consome cerca de 5 litros de agrotóxicos. Em consequência desse consumo absurdo de veneno, milhões de pessoas adquirem câncer e morrem anualmente, sem nenhum tipo de repercussão no noticiário da grande mídia. Além disso, na maioria dos casos de morte em consequência dessas doenças, mesmo com a comprovação de exames clínicos, profissionais de saúde se negam a atestar nos laudos médicos a causa da morte como consequência do uso de agrotóxicos. Recentemente a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) lançou o dossiê “Um alerta sobre os impactos dos Agrotóxicos na Saúde”, o qual confirma através de evidências científicas diversas doenças resultantes da exposição, contato, uso e consumo de componentes químicos encontrados em diversos grupos de agrotóxicos consumidos no país. Avanço do agronegócio na região semiárida da Paraíba A comunidade rural Prainha, do município de Cubati, localizado a 66,5 km de João Pessoa (PB), ainda é caracterizada pela resistência da agricultura familiar. Pequenas propriedades rurais tentam sobreviver em meio à falta de incentivos dos poderes públicos, o que na maioria das vezes força os agricultores e agricultoras a se submeterem as pressões do agronegócio. Trabalho informal, baixa remuneração e falta de segurança são algumas das dificuldades enfrentadas. Os agricultores e agricultoras trabalham semanalmente, ou de acordo com o período da produção nas plantações de tomate e na mineração. Embora sejam proprietários de terra, ainda assim, são obrigados (pela necessidade financeira) a arrendar suas propriedades para a monocultura à base de agrotóxicos. Para além do caso de Rosália Barbosa de Souza, que veio a óbito por ter mantido contato permanente com os agrotóxicos enquanto trabalhava na produção de tomate, o descaso do poder público sobre as questões dos direitos trabalhistas vem ocorrendo com frequência em todo o estado. É recorrente os casos de irregularidades jurídicas, exploração, trabalho infantil, acidentes, falta de equipamento de proteção e negligência dos direitos trabalhistas. Nos casos de arrendamentos de terras, além dos riscos à saúde da terra e das pessoas que permanecem residindo próximas aos plantios, a contratação é feita sem nenhuma segurança, não existe nenhum tipo de documentação ou registro do contrato. Do plantio à colheita, a família fica impedida de, até mesmo, entrar na área cultivada. Ao fim da colheita, após quatro meses, o proprietário da terra recebe a quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais) por cada hectare arrendado. O período de colheita dos tomates envolve toda a comunidade no trabalho. Homens, mulheres, adultos, jovens e crianças são levadas às plantações e recebem, ao fim do dia, cerca de R$ 25,00 pela diária de trabalho. A mãe da jovem Rosália Barbosa, dona Maria de Sueli Lima Souza, comenta revoltada que mesmo após a morte de Rosália, um de seus filhos continua insistentemente trabalhando nas plantações de tomate. “Eu estou com um menino com o mesmo problema, trabalhando dentro da tomate. Eu já pedi, o pai já pediu pra ele sair, porque eles trabalham sem proteção nenhuma, mas ele não quer atender a gente. Diz que é o ganho que tem, que não pode sair”, revelou. De acordo com a professora de medicina da UFCG em Cajazeiras/PB, Ana Carolina de Souza Pieretti, aparentemente, este não tem sido um tema de preocupação do Conselho Federal de Medicina. “O órgão que mais tem tomado à frente nestas discussões tem sido a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas ainda apresenta dificuldade em refrear o uso de agrotóxicos pelo grande poder econômico, tanto das empresas produtoras quando do agronegócio”, disse. Na opinião da docente deve haver mais estudos e uma regulamentação mais forte, além da discussão na sociedade de que modelo de produção agrícola é bom para a saúde das pessoas. Movimentos e organizações sociais ligadas à agricultura familiar camponesa lutam contra o avanço do modelo de desenvolvimento do agronegócio na região semiárida do país. No entanto, a luta ainda é bastante desigual, e se torna inviável garantir o enfrentamento apenas com ações de acompanhamento e assistência técnica às famílias agricultoras. É o que aponta a representante da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA Brasil), Maria da Glória Batista. “Temos trabalhado com a disseminação de iniciativas, dos cultivos, da criação de animais integrada e valorizando a biodiversidade local no desenvolvimento do semiárido com base na agroecologia, a exemplo do resgate das sementes nativas, dos animais nativos e adaptados, da recuperação, conservação e manejo da biodiversidade local”. Dessa forma, as manifestações populares tem se tornado um instrumento de enfrentamento com capacidade de chamar a atenção dos poderes públicos e da sociedade, sobre os principais problemas enfrentados no campo. Nesse sentido, as organizações e movimentos sociais cumprem com o papel significativo no processo de articulação e conscientização política. Maria da Glória, acrescenta, ainda, que do ponto de vista político, vem sendo feito um trabalho junto às organizações, com a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, e demais campanhas contra qualquer iniciativa voltada para o agronegócio. “Um desafio que surge para todas as organizações desse campo, não só para a ASA, é articular, buscar diálogos e convergências junto às organizações para o enfrentamento ao agronegócio de forma coletiva”, concluiu. |
domingo, 29 de julho de 2012
Plantas Doentes por agrotoxicos: Livro PDF
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Em: Agroecologia e Alternativas Ecologicas
sexta-feira, 6 de julho de 2012
BRASIL ECOLÓGICO, LIVRE DE TRANSGÊNICOS & AGROTÓXICOS
Neste número:
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Agrotóxicos e fertilizantes
Esta é uma coletânea das principais informações do AmbienteJá sobre:
Clique sobre os títulos para ter acesso completo ao conteúdo em nosso site
Legislação e Governo Ciência e Tecnologia Saúde e Meio Ambiente Agropecuária Agropecuária - Agronegócio Mineração Poluição Ameaça dos fertilizantes nitrogenados ao planeta tem repercussão mín
Em: ambienteja.com.br
domingo, 1 de abril de 2012
Abelhas e Agrotóxicos
Honeybee problem nearing a ‘critical point’
Although news about Colony Collapse Disorder (CCD) has died down, commercial beekeepers have seen average population losses of about 30 percent each year since 2006, said Paul Towers, of the Pesticide Action Network. Towers was one of the organizers of a conference that brought together beekeepers and environmental groups this week to tackle the challenges facing the beekeeping industry and the agricultural economy by proxy.
“We are inching our way toward a critical tipping point,” said Steve Ellis, secretary of the National Honey Bee Advisory Board (NHBAB) and a beekeeper for 35 years. Last year he had so many abnormal bee die-offs that he’ll qualify for disaster relief from the U.S. Department of Agriculture (USDA).
In addition to continued reports of CCD — a still somewhat mysterious phenomenon in which entire bee colonies literally disappear, alien-abduction style, leaving not even their dead bodies behind — bee populations are suffering poor health in general, and experiencing shorter life spans and diminished vitality. And while parasites, pathogens, and habitat loss can deal blows to bee health, research increasingly points to pesticides as the primary culprit.
“In the industry we believe pesticides play an important role in what’s going on,” said Dave Hackenberg, co-chair of the NHBAB and a beekeeper in Pennsylvania.
Of particular concern is a group of pesticides, chemically similar to nicotine, called neonicotinoids (neonics for short), and one in particular called clothianidin. Instead of being sprayed, neonics are used to treat seeds, so that they’re absorbed by the plant’s vascular system, and then end up attacking the central nervous systems of bees that come to collect pollen. Virtually all of today’s genetically engineered Bt corn is treated with neonics. The chemical industry alleges that bees don’t like to collect corn pollen, but new research shows that not only do bees indeed forage in corn, but they also have multiple other routes of exposure to neonics.
The Purdue University study, published in the journal PLoS ONE, found high levels of clothianidin in planter exhaust spewed during the spring sowing of treated maize seed. It also found neonics in the soil of unplanted fields nearby those planted with Bt corn, on dandelions growing near those fields, in dead bees found near hive entrances, and in pollen stored in the hives.
Evidence already pointed to the presence of neonic-contaminated pollen as a factor in CCD. As Hackenberg explained, “The insects start taking [the pesticide] home, and it contaminates everywhere the insect came from.” These new revelations about the pervasiveness of neonics in bees’ habitats only strengthen the case against using the insecticides.
The irony, of course, is that farmers use these chemicals to protect their crops from destructive insects, but in so doing, they harm other insects essential to their crops’ production — a catch-22 that Hackenberg said speaks to the fact that “we have become a nation driven by the chemical industry.” In addition to beekeeping, he owns two farms, and even when crop analysts recommend spraying pesticides on his crops to kill an aphid population, for example, he knows that “if I spray, I’m going to kill all the beneficial insects.” But most farmers, lacking Hackenberg’s awareness of bee populations, follow the advice of the crop adviser — who, these days, is likely to be paid by the chemical industry, rather than by a state university or another independent entity.
Beekeepers have already teamed up with groups representing the almond and blueberry industries — both of which depend on honey bee pollination — to tackle the need for education among farmers. “A lot of [farm groups] are recognizing that we need more resources devoted to pollinator protection,” Ellis said. “We need that same level of commitment on a national basis, from our USDA and EPA and the agricultural chemical industry.”
Unfortunately, it was the EPA itself that green-lit clothianidin and other neonics for commercial use, despite its own scientists’ clear warnings about the chemicals’ effects on bees and other pollinators. That doesn’t bode well for the chances of getting neonics off the market now, even in light of the Purdue study’s findings.
“The agency has, in most cases, sided with pesticide manufacturers and worked to fast-track the approval of new products, and failed in cases when there’s clear evidence of harm to take those products off the market,” Towers said.
Since this is an election year — a time when no one wants to make Big Ag (and its money) mad — beekeepers may have to suffer another season of losses before there’s any hope of action on the EPA’s part. But when one out of every three bites of food on Americans’ plates results directly from honey bee pollination, there’s no question that the fate of these insects will determine our own as eaters.
Ellis, for his part, thinks that figuring out a way to solve the bee crisis could be a catalyst for larger reform within our agriculture system. “If we can protect that pollinator base, it’s going to have ripple effects … for wildlife, for human health,” he said. “It will bring up subjects that need to be looked at, of groundwater and surface water — all the connected subjects associated [with] chemical use and agriculture.”
Related action: Pesticide Action Network North America (PANNA) has a petition asking the EPA to ban Bayer’s toxic pesticide clothianidin.
http://grist.org/food/2012-01-13-honey-bees-problem-nearing-a-critical-point/?fb_ref=fbrw
BANIR AGROTÓXICOS.
Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.