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Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Quando a lavoura vira praga
sábado, 1 de dezembro de 2012
Dossiê sobre agrotóxicos: UFC- Fortaleza-CE
- Sexta, 30 Novembro 2012 17:22
Junto com o dossiê, de natureza acadêmica, a Profª Raquel Rigotto informa que será lançado um almanaque para difusão dos dados do estudo junto às comunidades agrícolas. A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida surge após os sucessivos recordes, alcançados pelo Brasil, de maior consumidor de agrotóxicos.
Divulgados durante o II Seminário sobre Mercado de Agrotóxicos e Regulação, realizado em Brasília em abril de 2012, dados do Comitê Ceará da Campanha, bem como da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e do Observatório da Indústria dos Agrotóxicos da Universidade Federal do Paraná, informam que, enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o brasileiro aumentou 190%.
Em 2008, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o posto de maior mercado mundial de agrotóxicos. Mais informações no site da Campanha.
Fontes: Profª Raquel Rigotto, Coordenadora do Núcleo Tramas – (fone: 85 3366 8045) e Iara Fraga, do Comitê Estadual da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida – (fone: 85 8730 8801)
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Primeira condenação por agrotóxicos na América Latina
http://www.mpabrasil.org.br/
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Carbofuran e os leões do Kenia
Kenya’s lions on the brink of extinction: three more lions poisoned in Masai Mara
“The future of tourism in Kenya is at risk if dangerous pesticides like Carbofuran (sold locally as Furadan) remain on the market. Time and again, we’ve seen these substances used to slaughter our national heritage and destroy one of our greatest economic assets. Yet the authorities continually fail to follow up cases of abuse and prosecute the culprits. The Kenyan government must show that it is serious and take swift action to ban deadly pesticides like Furadan and enforce the law.“If we fail to put a stop to poisonings, our lions could go extinct in a matter of years; a catastrophic loss for anyone who cares about our national heritage, but also a devastating blow to the tourism industry that currently brings in hundreds of millions of dollars to our economy. ”
sábado, 30 de junho de 2012
Livro sobre Agrotóxicos
| Qui, 28 de Junho de 2012 16:29 |
Veja mais sobre o livro e a autora: http://mstrio.casadomato.org/campanha-contra-os-agrotoxicos-ganha-mais-um-importante-na-luta-pela-informacao/ http://mstrio.casadomato.org/a-politica-agricola-brasileira-e-o-incentivo-aos-agrotoxicos-entrevista-especial-com-flavia-londres/ Em: http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com.br |
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Associação Brasileira de Agroeclogia - ABA
Associação defende a agroecologia como alternativa aos agrotóxicos
por Redação EcoAgência
A agroecologia como uma das alternativas ao uso dos agrotóxicos. Essa opção está sendo defendida pela Associação Brasileira de Agroecologia que deverá participar, nessa quarta-feira (9), em Brasília, de audiência pública, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados, sobre a utilização de agrotóxicos na produção agropecuária e suas implicações na saúde humana e no meio ambiente. A reunião inicia às 14h30min, no Plenário 6.
A audiência foi proposta pelos deputados Jesus Rodrigues (PT-PI) e Bohn Gass (PT-RS), após pesquisas realizadas no ano passado mostrarem que quase 1/3 dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentavam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Agência avaliou 2.488 amostras de 18 tipos de alimentos em 25 estados e no Distrito Federal.
Vinícius Freitas, da Associação Brasileira de Agroecologia, defende o debate sobre uma agricultura livre de agrotóxicos. “Hoje, o que já se sabe é que são produtos que causam câncer, causam má formação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos, depressão e altos níveis, inclusive, de suicídios, e uma série de problemas sérios que hoje caracterizam esse problema como de saúde pública no mundo, não só no Brasil. Vale lembrar que, no Brasil, a gente está hoje consumindo produtos que já são banidos na Europa e nos Estados Unidos”, afirmou, lembrando que, em 2008, o Brasil foi o maior consumidor de agrotóxicos no mundo.
O deputado Jesus Rodrigues entende que o assunto deve ser mais debatido pelo Parlamento, uma vez que o Brasil é um dos recordistas mundiais na utilização dessas substâncias. “Nós precisamos debater alternativas de produção sem o uso excessivo de defensivos, de venenos ou de agrotóxicos. Precisamos debater esse assunto para que nós possamos, então, propor um regramento muito mais sadio para o ser humano e para o meio ambiente”, disse.
Entre os convidados para a audiência pública estão o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano; o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater), Lino de David; a especialista em Medicina Preventiva Anamaria Tambellini; o professor da Universidade Federal do Paraná Victor Pelaez; o coordenador da Rede Ecovida de Agroecologia, Charles Lamb; o presidente da Associação Brasileira de Agroecologia, José Antônio Costabeber e o coordenador da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, Cleber Folgado.
* Publicado originalmente na Ecoagência.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Agrotóxicos e os Leões
Kenya: leões desaparecerão em 20 anos
Cinqüenta anos atrás existiam mais de 500.000 leões em vida livre nos países africanos. Hoje não chegam a 16.000. Em 20 anos estima-se que não existirão mais.Entre a caça predatória e a destruição do habitat, um outro inimigo continua ameaçando a sobrevivência dos leões: um grupo de agrotóxicos. Os produtos conhecidos por carbofuranos, proibidos de serem usados nos Estados Unidos, são produzidos porém por uma empresa norte-americana e continuam sendo usados extensivamente no Kenya e em países do leste africano. O majestoso leão do Kenya está à beira do desaparecimento e seu pior inimigo atual é esse grupo de agrotóxicos.
Participe da campanha para convencer os lideres políticos do Kenya e outras nações a proibir o uso desse grupo de agrotóxicos em seus países.
Visite o site http://www.thepetitionsite.com/takeaction/480914470ωz00m=19812330
Dr. Pedro A Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional
quinta-feira, 5 de abril de 2012
É Veneno ou É Remédio?
LIVROS
É Veneno ou É Remédio? - agrotóxicos, saúde e ambiente
Frederico Peres e Josino Costa Moreira (Orgs.)A obra traz importante contribuição para o debate sobre a real necessidade do uso de agrotóxicos nos processo de produção agropecuários, enfatizando a premência de garantir a qualidade de vida das populações humanas que, todos os anos, expõem-se aos efeitos nocivos desses agentes, consumidos indiscriminadamente ao redor do mundo. Discutem-se aqui os principais desafios enfrentados pelo setor saúde e pelos órgãos ambientais, relacionados ao monitoramento de possíveis efeitos negativos à saúde humana e à qualidade ambiental. Apresentam-se também iniciativas bem-sucedidas de enfrentamento dessa questão, por parte de profissionais das mais diversas áreas do saber.
VER SUMÁRIO
Este livro está disponível na íntegra em formato PDF sem custos para acesso:
Capa ; Iniciais ; Prefácio e Apresentação ; Capítulo 1 ; Capítulo 2 ; Capítulo 3 ; Capítulo 4 ; Capítulo 5 ; Capítulo 6 ; Capítulo 7 ; Capítulo 8 ; Capítulo 9 ; Capítulo 10 ; Capítulo 11 ; Capítulo 12 ; Capítulo 13 ; Capítulo 14 ; Capítulo 15 ; Capítulo 16 ; Capítulo 17 .
ISBN: 85-7541-031-8. 2003. 384p., il. ESGOTADO. DISPONÍVEL EM PDF
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
glifosato no ar
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Agrotóxicos: O Veneno está na Mesa: Acesse os vídeos!
sábado, 30 de julho de 2011
O veneno está na mesa
terça-feira, 26 de julho de 2011
Veneno na pele
Veneno na pele
Agrotóxicos. Pilar do agronegócio
Os agrotóxicos e os males que causam à saúde humana e ao meio ambiente são o tema da semana. Contribuem para o debate os pesquisadores Wanderlei Pignati, José Juliano de Carvalho, Mohamed Ezz El Din Mostafa Habib, Letícia Rodrigues da Silva e Rubens Nodari.
Enquanto uma área de floresta amazônica, do tamanho de 180 campos de futebol, é destruída pela ação de herbicidas, uma parcela da população brasileira grita “agrotóxicos, nunca mais!” Entender o contexto do uso indiscriminado de agrotóxicos nas lavouras brasileiras e seus efeitos diversos é o objetivo do tema de capa da IHU On-Line desta semana.Leia a íntegra do Editorial aqui.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Evidências sobre contaminantes provenientes da agricultura
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Vendas de fertilizantes crescem 23,8% de janeiro a maio no Brasil
Mercado de defensivos também teve alta no faturamento nos quatro primeiros meses de 2011
por Globo Rural On-line“Em maio, houve um crescimento de 63,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, o que sinaliza a antecipação nas compras por parte dos produtores”, destaca o diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti.
Segundo o levantamento da entidade, a produção nacional registrou crescimento de 2,4% nos primeiros cinco meses do ano, o que equivale a 3,5 milhões de toneladas.
As entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 20%, passando de 892 mil toneladas em 2010 para mais de um milhão de toneladas este ano. O aumento de demanda para as culturas de cana-de-açúcar, café, milho safrinha e arroz é a razão apontada para explicar o bom desempenho.
Os fertilizantes fosfatados registraram expansão de 26,3%, saindo de 903 mil toneladas no ano passado para 1,1 milhão de toneladas em 2011. As culturas de milho safrinha e trigo, além do plantio de cana-de-açúcar e do início das entregas para as culturas de primavera (soja e milho) influenciaram no resultado positivo.
A venda de fertilizantes potássicos passou de um milhão de toneladas, em 2010, para 1,3 milhão de toneladas este ano, uma elevação de 27,5%.
Dados da Anda apontam, ainda, que o estado de Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período analisado (1,7 milhão de toneladas); seguido por São Paulo (1,26 milhão de toneladas); e Paraná (1,24 milhão de toneladas).
No mercado de defensivos – que inclui herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas e outros – o faturamento alcançou R$ 2,2 bilhões no acumulado de janeiro a abril de 2011. O resultado representa aumento de 5%, se comparado ao mesmo período de 2010, com R$ 2,1 bilhões.
De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), as vendas foram impulsionadas principalmente pelas culturas de algodão, café, cana-de-açúcar, feijão e trigo.
O setor de inseticidas foi o que mais se destacou. Os negócios alcançaram variação positiva de 28% na comparação com o ano anterior, passando de R$ 604 milhões para R$ 775 milhões. A causa foi o crescimento nos mercados de algodão, batata, café, cana, milho, soja e trigo.
Os fungicidas e herbicidas apresentaram retração de 11% e 2%, respectivamente. Na avaliação do Sindag, a queda foi motivada pela redução nos mercados de soja, milho e hortifruti, principalmente.
sábado, 28 de maio de 2011
Washington Novaes: O terreno difícil dos agrotóxicos
Washington Novaes: O terreno difícil dos agrotóxicos
O terreno difícil dos agrotóxicos27 de maio de 2011 | 0h 00
Washington Novaes – O Estado de S.Paulo
Neste próximo mês de junho entra em vigor resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe (desde janeiro) a produção e a comercialização de agrotóxicos que contenham como ingrediente ativo o metamidofós. O veto à comercialização programado só para junho visou a evitar que houvesse este ano prejuízos para cultivos, com indisponibilidade de substitutos. Mas em junho de 2012 ficará proibido todo e qualquer uso do metamidofós.
Os estudos que levaram à resolução concluíram que esse inseticida – usado no País em lavouras de soja, algodão, feijão, batata, trigo, tomate e amendoim – “não oferece segurança nem para trabalhadores, nem para consumidores, nem para a população em geral” que possa estar exposta a seus resíduos: foi considerado neurotóxico e imunotóxico, com atuação prejudicial aos sistemas endócrino, reprodutor e ao desenvolvimento embriofetal. No Brasil, tem um consumo anual em torno de 8 mil toneladas de ingrediente ativo.
O produto já está proibido em vários países, até mesmo na China. A resolução da Anvisa – que estudava o problema desde 2008 e ficou 75 dias em consulta pública, na qual teve 34 manifestações favoráveis e 22 contrárias – foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Reavaliação Toxicológica (que tem membros da própria Anvisa, do Ibama e do Ministério da Agricultura). E já tivera uma nota técnica, com estudos publicados e literatura científica, avaliada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Mas setores da produção e da comercialização, inconformados, continuam a contestá-la. E há uma ação à espera de decisão na Justiça Federal em Brasília.
É uma questão em que se contrapõem fabricantes e produtores agrícolas, de um lado, e cientistas, ambientalistas e sanitaristas, do outro. E não é só aqui. Há poucos dias encerrou-se em Genebra a V Conferência das Partes do Convênio de Estocolmo sobre Contaminantes Orgânicos Persistentes, no âmbito do qual já foram proibidos 21 produtos. Que incluem pesticidas, substâncias industriais e produtos que se propagam pelo solo, pelo ar e pela água, além de se acumularem em tecidos de organismos vivos – incluindo humanos. São, portanto, tóxicos para as pessoas, para a fauna e para a flora. Podem ser transmitidos pelo leite materno, podem causar câncer, problemas reprodutivos e alterações no sistema imunológico.
Esse tema dos agrotóxicos precisa de muita discussão no Brasil.
Na China, como informaram alguns jornais, há pouco registrou-se na Província de Jiangsu perda praticamente total da safra de melancias porque, na ânsia de apressar o crescimento e a venda, os produtores usaram agrotóxicos em excesso. E as melancias passaram a explodir nas estufas. No Brasil, o uso de alguns produtos levou a gravíssimos problemas de saúde entre os trabalhadores, principalmente em lavouras de fumo. Num mercado mundial cada vez mais atento a problemas dessa natureza, usos inadequados podem levar até a restrições ou proibições de importação.
E o panorama brasileiro nessa área, como já foi assinalado neste espaço em artigo anterior (18/4), merece muita atenção e cuidado. Já somos os maiores importadores de agrotóxicos do planeta, com um consumo médio anual de 14 litros por hectare cultivado, mais 180 mil toneladas anuais de fertilizantes. A importação aumentou mais de 20% em uma década e chegou a 80% do consumo total (quando era de 20% há 30 anos). Hoje, importamos 74% do nitrogênio, 49% do fósforo, 92% do potássio. Nossa importação total de defensivos chegou a US$ 6,6 bilhões em 2009, quando o total no mundo ficou em US$ 48 bilhões.
O preço médio dos fertilizantes também teve forte alta em 2010, com influência considerável no preço dos produtos, já que dependemos em 81% de fertilizantes importados. Tanto que o relatório do Banco Central de 12 de outubro de 2010 já mencionou que o maior fator de alta no preço de commodities incluía essa questão. O índice de commodities agropecuárias (açúcar, soja, trigo, carne) acusou, em dez meses do ano passado, alta de 46%. Para avaliar essa influência basta lembrar que hoje, no Brasil, as lavouras de cana-de-açúcar usam 6,3 litros de agrotóxicos e insumos químicos por hectare cultivado; as de milho, 6,7 litros; as de soja, 15,4 litros; e as de algodão, 39,2 litros. O consumo total, de quase 1 bilhão de litros por ano, equivale a seis litros por habitante do País.
Quando se retorna às questões de saúde, vale a pena ouvir palavras do professor Wanderlei Pignati, médico e doutor na área de toxicologia, professor na Universidade Federal de Mato Grosso, que, em parceria com a Fiocruz, estuda a questão no município de Lucas do Rio Verde (MT), onde há cinco anos houve um acidente de contaminação tóxica de pessoas por pulverização aérea de defensivos. Ele analisou 62 mulheres que amamentavam bebês. Todas as amostras “revelaram a presença de algum agrotóxico”, inclusive o DDT (diclorodifeniltricloroetano), já banido, e o endossulfan, “proibido há 20 anos na União Europeia”, mas que somente será banido no Brasil em julho de 2013. “O metamidofós”, também encontrado, diz professor Wanderlei Pignati, “é cancerígeno e neurotóxico”.
Segundo o toxicologista, legislação, no Brasil, há: “Mas existem alguns furos. Primeiro, quem está fiscalizando? (…) E os critérios, como a distância de 500 metros de nascentes de água, casas, criação de animais, ninguém respeita.” E acrecenta: “O litro de água que você bebe hoje pode ter 13 tipos de metais pesados, 13 tipos de solventes, 22 tipos de agrotóxicos diferentes, 6 tipos de desinfetantes. Hoje, a questão mais importante na contaminação da água não é mais a bactéria, mas toda essa contaminação química” (Agência Brasil de Fato, 28/4).
Então, é preciso ter políticas adequadas, legislação competente. A agricultura é fundamental para o País. Mas, na área dos agrotóxicos e dos insumos químicos, é preciso muito cuidado, até para não ter, além de problemas internos de saúde, barreiras comerciais externas.
JORNALISTA
E-MAIL: WLRNOVAES@UOL.COM.BR
PS do Viomundo: A reportagem do Brasil de Fato a que se refere o autor, aqui, na verdade é reprodução de entrevista publicada por este site, aqui.
Aqui para ler entrevista com a pesquisadora que investigou os agrotóxicos no leite materno.
Aqui para ler entrevista com a pesquisadora que investigou a relação entre agrotóxicos e doenças respiratórias.
E aqui para ler entrevista com a professora Raquel Rigotto, que pesquisa o mesmo tema no Ceará.
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A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
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