Nos apresentam os transgênicos com a propaganda de que são a solução para a fome no mundo, dizem que é preciso privatizar a água, pois se não haverá escassez, destróem a legislação ambiental para desmatar mais e assim “produzir alimentos para o mundo”, dizem que agrotóxico é necessário para não faltar comida, e que comida deve ser comprada nos hipermercados.
Páginas
Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Agriculturas sem venenos: a Agroecologia aponta o caminho
Nos apresentam os transgênicos com a propaganda de que são a solução para a fome no mundo, dizem que é preciso privatizar a água, pois se não haverá escassez, destróem a legislação ambiental para desmatar mais e assim “produzir alimentos para o mundo”, dizem que agrotóxico é necessário para não faltar comida, e que comida deve ser comprada nos hipermercados.
Bom Humor é fundamental. Com vocês...Duda Rangel!
Em: http://desilusoesperdidas.blogspot.com.br
Sete passos para um jornalista ambientalmente responsável
1. Seria assinado um protocolo com o objetivo de reduzir a emissão de gases poluentes. Os jornalistas deveriam, num prazo de cinco anos, diminuir em 20% o consumo de calabresa apimentada, torresminho e carne seca com mandioca.
2. Os diplomas, que não valem mais nada, deveriam ser impressos pelas faculdades em papel semente. Tão logo o jornalista recebesse o seu certificado e chorasse abraçado aos pais, deveria picá-lo e plantar os pedacinhos em um vaso qualquer.
3. Seria criada uma reserva alcoológica para proteção do jornalista-que-bebe-pra-cacete-da-barriga-redonda, espécie ameaçada de extinção pelo jornalista-nerd-que-só-toma-suco-de-lichia-do-rabo-malhado.
4. Com o intuito de promover o uso racional da energia, os pescoções, nas madrugadas de sábado, passariam a ser realizados à luz de velas. As velas, juntamente com a pizza e o vinho safado, ainda garantiriam um clima de romantismo ao ambiente.
5. Para evitar as queimadas descontroladas, o consumo de maconha seria restrito às festinhas entre amigos uma única vez na semana. E, em um amplo programa de compensação ambiental, para cada baseado fumado, o jornalista deveria plantar um novo pé em sua casa.
6. Incentivo ao descarte seletivo do lixo jornalístico. Você sabia que uma coluna do Diogo Mainardi jogada num rio leva centenas de anos para se decompor? Em cestos plásticos azuis, por exemplo, seriam depositadas matérias sobre celebridades. Nos verdes, resenhas de jogos de futebol. Nos vermelhos, matérias com economistas fazendo projeções furadas.
7. Seria instituído o Dia Mundial Sem Carro de Reportagem. E também o Dia Mundial Sem Destruir a Planta que Fica ao Lado da Máquina de Café de Tanta Raiva pela Folga Cassada pelo Editor. E, claro, o Dia Mundial Sem Releases Tóxicos.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Silvicultura Social!
Casa de Santa Isabel
A Casa de Santa Isabel é uma Instituição Particular de Solidariedade
Social situada em São Romão - Seia, que apoia e acompanha jovens e
adultos com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais (DID).
(www.casasantaisabel.org).
Em 2010 a instituição criou uma Empresa de Inserção Social na Área de
Silvicultura contando com 5 colaboradores. Estamos disponíveis para
proporcionar um estágio nesta área, desenvolvendo um trabalho que
implica uma relação de proximidade e acompanhamento deste grupo, nas
diversas atividades inerentes à empresa.
Para obter informações contacte o responsável:
Casa de Santa Isabel Eng.º Bert Ten Brinke
Apartado 537 tel: +351 916 423 852
6270-956 São Romão – Seia casasantaisabel@sapo.pt
Portugal www.casasantaisabel.org
Homeopatia na Agricultura!
Prezados,Estamos encaminhando esta apostila gratuitamente (anexada), conforme a recebemos. Se quiserem receber gratuitamente estas apostilas impressas, sobre utilização da homeopatia na agricultura e outros temas afins, escrevam para prof. Casali vwcasali@ufv.br , da Universidade Federal de Viçosa, solicitando. Esta apostila explica passo a passo como fazer, constituindo instrumento valioso para a implantação do paradigma orgânico.FAVOR DIVULGAR PARA SEUS CONTATOS.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Oficina de Construções Sustentáveis.
Oficina de Construções Sustentáveis.
Lagoa Paraiso.
Jijoca de Jericoacoara-CE
07 a 10 de junho de 2012
Informações: mariamadeiro@hotmail.com
Congresso Mundial de Juventude:
Durante esses dias, mais de 300 jovens de 100 países se reúnem para debater sobre desenvolvimento sustentável a partir da provocação: "Qual é o papel mais eficaz que a juventude pode desempenhar na sustentabilidade?”. Além disso, os/as participantes também aproveitam o momento para discutir questões referentes à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), evento que ocorrerá entre os dias 20 e 22 deste mês, também no Rio de Janeiro.
A programação contempla eventos sociais e culturais, exibições de projetos ou trabalhos corporativos, debates, reuniões, plenárias, mesas redondas, entre outras atividades. Destaque para as oficinas de: turismo e desenvolvimento; yoga e meditação, um caminho para excelência; uma Terra é possível; como desenvolver ações cidadãs sustentáveis; e crise climática e o que fazer contra.
Durante os cinco dias do Congresso, os/as jovens ainda participam de "projetos de ação” em comunidades do Rio de Janeiro. A ideia é que eles/as participem das palestras e oficinas oferecidas pelo Congresso para em seguida ajudar as comunidades cariocas.
No dia 12, os/as participantes realizam uma marcha simbólica pelas ruas da cidade para chamar a atenção para a pauta da sustentabilidade. A expectativa é que os/as jovens ainda entreguem aos representantes do Rio de Janeiro um documento com Planos de Ação da juventude sobre a temática.
Congresso
O primeiro Congresso Mundial de Juventude ocorreu em 1999, no Havaí. Na ocasião, jovens de mais de 120 países discutiram sobre "As prioridades para o Novo Milênio”. Em 2003, foi a vez do Marrocos sediar o evento, cujo tema girou em torno no papel dos jovens para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O Congresso seguinte ocorreu na Escócia, em 2005, quando os/as jovens celebraram o Ano Internacional do Voluntariado.
Em 2008, Canadá foi sede do evento, o qual reuniu cerca de 600 pessoas para discutir sobre "regeneração” e desenvolvimento liderado por jovens. Dois anos depois, em 2010, os/as jovens foram à Turquia para trabalhar o monitoramento e a avaliação de projetos liderados por eles/as. E, neste ano, aproveitando as discussões referentes à Rio+20, os/as jovens se encontram no Brasil, para debater sobre sustentabilidade.
Para mais informações, acesse: http://wycrio2012.org
Workshop debate novo Código Florestal e uso e ocupação do solo em Fortaleza
| Workshop debate novo Código Florestal e uso e ocupação do solo em Fortaleza |
| 30-May-2012 | |
| Acontece de 4 a 6 de junho, de 9h às 12h, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Ceará, no Campus do Pici, o workshop "Uso e ocupação do solo em Fortaleza: o novo Código Florestal e a vegetação urbana". O evento objetiva discutir a aplicabilidade do novo Código Florestal no meio urbano e outras questões correlacionadas, como o uso e ocupação do solo e a vegetação em Fortaleza. O workshop é voltado para profissionais, gestores públicos e comunidade acadêmica, com debates e palestras sobre a implantação da nova lei, aspectos da arborização urbana, gestão pelos órgãos executivos e de fiscalização, ações do Ministério Público e o papel da Universidade. Entre os palestrantes, estão o Diretor do Departamento Técnico de Urbanização da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb), José Wilmar da Silveira Neto; a Procuradora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Ecologia, Meio Ambiente, Urbanismo, Paisagismo e Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, Sheila Cavalcante Pitombeira, representando o Ministério Público; o Secretário Executivo Regional II, Francisco Humberto de Carvalho Jr., representando a Prefeitura de Fortaleza; o Diretor da Cagece André Macedo Facó; o Superintendente da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), Ricardo Araújo Lima; o Diretor Executivo da Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam), Rafael Tomyama; e o Diretor Presidente da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), ligada ao Governo do Estadode São Paulo, Otávio Okano. Da UFC, palestram os professores George Satander Sá Freire e Ronaldo Stefanutti. O workshop é promovido pelas pró-reitorias de Graduação e de Extensão da UFC e pelo Programa de Ensino Tutorial de Engenharia Ambiental da Instituição (PET Conexão de Saberes). As inscrições podem ser feitas, de 10h às 16h, na sala do PET (Bloco 708, Campus do Pici). Outras informações pelo e-mailpetambientalufc@gmail.com ou pelo telefone (85) 8826.4065. Fonte: Prof. Ronaldo Stefanutti, do PET de Engenharia Ambiental da UFC - (fone: 85 3366 9631) |
Educação do Campo
| II Ciclo do Programa Residência Agrária debate Educação do Campo |
| 04-Jun-2012 | |
| O terceiro encontro do II Ciclo de Debates do Programa Residência Agrária da UFC será realizado quarta-feira (6), das 14h às 16h, no auditório do Curso de Zootecnia (Bloco 850, Campus do Pici). "Educação do Campo e os Paradigmas do Desenvolvimento" é o tema do encontro. Participarão da mesa de debate a Profª Eliane Dayse Pontes Furtado, da Faculdade de Educação da UFC, a secretária da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Ceará, Cícera Vieira da Costa, e a educadora Maria Aurigele Alves, do Programa Empreendedorismo do Jovem Rural. Já o quarto e último encontro, agendado para o dia 4 de julho, terá como tema "Políticas Públicas e Educação do Campo: explorando novas abordagens no mundo rural". Nos dois primeiros encontros, realizados nos dias 18 de abril e 9 de maio, foram abordados os marcos históricos e os desafios da educação do campo. Os participantes que obtiverem 75% de frequência nos eventos receberão certificado ao término do ciclo. Não é necessário fazer inscrição. Mais informações podem ser obtidas através do e-mailresidencia.agraria@ufc.br ou ainda na sede do programa, no bloco 850, no Campus do Pici. Fonte: Profª Gema Galgani, Coordenadora do Programa Residência Agrária da UFC - (fone: 85 3366 9480) |
Outros Sertanejos
E O RENASCIMENTO DO MANGARITO.
VII Congresso Brasileiro de Agroecologia
domingo, 3 de junho de 2012
La maldición de los recursos naturales
Colombia: La maldición de los recursos naturales
siendo los más ricos,
están condenados
a ser los más pobres?”
Video: El Pacífico Colombiano
Entre la vida, el desarraigo y la resistencia
Ahora que la cotización del oro alcanzó un máximo histórico (1.315 dólares por onza) y las empresas extractoras se precipitan con avidez sobre ríos y montañas tras este mineral, considerado la única y más segura moneda global, vuelven a ser asediados los territorios de campesinos, indígenas y negros, avivando nuevamente el debate sobre la paradójica desventaja de tener territorios abundantes en minerales, hidrocarburos, maderas, suelos, biodiversidad y otros recursos naturales, de importancia estratégica para el insaciable crecimiento económico de los países desarrollados. Pero también trayendo otra vez al presente el tema sobre el subdesarrollo de las naciones, cuyas economías se basan en la extracción de recursos naturales, y para el caso del Pacífico colombiano y el Amazonas peruano (sólo para mencionar dos de los muchos ejemplos en Latinoamérica y el mundo), la violencia a los pueblos indígenas y afrocolombianos, relacionada con la explotación de los recursos naturales de sus territorios.Esta problemática no es nueva. Ya en los años 60 del siglo pasado, cuando estaban en boga las teorías de la dependencia, el economista hindú Jagdish Bhagwati mostraba como las actividades extractivistas funcionaban a modo de ‘enclaves’ que succionan recursos de una región, generando en ella la dependencia económica y el subdesarrollo, al establecer una cadena de transferencias de recursos, cuyos beneficiarios finales son las economías externas de los países industrializados, ya que allí estos recursos son parte substancial de su economía.
| “En ninguna región pobre del mundo se han presentado despegues económicos con base en la explotación de sus recursos naturales. Peor aún las poblaciones se han empobrecido más (¿se acuerdan de los indígenas de Arauca?) “El petróleo empobrece”. Las esmeraldas, el oro, el carbón también. Aquellas regiones con abundantes recursos naturales, con muy pocas excepciones, son hoy subdesarrolladas” |
En síntesis, la extracción de productos primarios no sólo es inducida y depende de la demanda de la economía mayor importadora, sino que no aporta al desarrollo propio y autónomo de la economía de la región exportadora de recursos primarios. Estas economías de ‘enclave’ hacen parte y son regidas por las necesidades de crecimiento de las economías externas, que son sus ‘centros motrices’.
Así ha sido siempre. Desde la Conquista hasta hoy. Hasta hace poco, nuestros países, antes que ser repúblicas, eran mercados: del oro, del azúcar, de las pieles, del banano, de la carne, del estaño, del cobre, del carbón, del hierro, del café, últimamente de la coca. Aún siendo repúblicas, la característica no era tener una Constitución política. El término de ‘repúblicas bananeras’ para referirse a nuestros países, expresa (no exento de sarcasmo) esta condición.
En ninguna región pobre del mundo se han presentado despegues económicos con base en la explotación de sus recursos naturales. Peor aún las poblaciones se han empobrecido más (¿se acuerdan de los indígenas de Arauca?) “El petróleo empobrece”. Las esmeraldas, el oro, el carbón también. Aquellas regiones con abundantes recursos naturales, con muy pocas excepciones, son hoy subdesarrolladas.
Para Moisés Naím “esto ocurre no a pesar de sus riquezas naturales, sino debido a ellas”. En muchas regiones del país, caracterizadas por su baja gobernabilidad, sin instituciones estables y ausencia de democracia y transparencia en las gestiones de gobierno, los beneficios que genera la explotación de recursos naturales, se concentran en pocas manos, en una élite que excluye a los demás pobladores del desarrollo social, ejerciendo un dominio asfixiante sobre indígenas, negros y campesinos y promoviendo de forma legal o ilegal su desplazamiento. Este es el caldo de cultivo para todo tipo de violencias, que suelen aflorar allí, donde se produce riqueza sin generar capital social y desarrollo económico.
| “los beneficios que genera la explotación de recursos naturales, se concentran en pocas manos, en una élite que excluye a los demás pobladores del desarrollo social, ejerciendo un dominio asfixiante sobre indígenas, negros y campesinos y promoviendo de forma legal o ilegal su desplazamiento. Este es el caldo de cultivo para todo tipo de violencias, que suelen aflorar allí, donde se produce riqueza sin generar capital social y desarrollo económico” |
Las regiones afectadas por la maldición de los recursos naturales están condenadas a depender cada vez más de la producción de sus principales materias primas. Esto fortalece a aquellos grupos económicos que se benefician de la explotación de estos recursos, lo que conduce a su empoderamiento político y a un control cada vez más excluyente de los gobiernos locales. Debido a que no dependen exclusivamente de transferencias e impuestos (que también controlan) para retener su poder político, se dan el lujo de desconocer las demandas de sus ciudadanos, que a su vez son cooptados mediante un sistema clientelista que reparte dádivas y auxilios, que desestimulan el control ciudadano sobre la gestión pública. Se crea así un círculo vicioso de mutuas dependencias, cuyo resultado final es la corrupción en todas las áreas de la vida social y política, que alcanza también a las organizaciones sociales.
| Esto fortalece a aquellos grupos económicos que se benefician de la explotación de estos recursos, lo que conduce a su empoderamiento político y a un control cada vez más excluyente de los gobiernos locales (…) Se crea así un círculo vicioso de mutuas dependencias, cuyo resultado final es la corrupción en todas las áreas de la vida social y política, que alcanza también a las organizaciones sociales. |
En lo que respecta a Colombia, el Banco de la República señala que para el año de 2010 (a septiembre) la inversión extranjera directa, había ascendido a 6.714,2 millones de dólares, de los cuales el 83% (5.598,7 millones) fueron a la minería y a la exploración de hidrocarburos. En 2009, los sectores de la minería y los hidrocarburos habían sido fortalecidos con 6.818,8 millones de dólares. Esta abundante presencia de capitales en el sector de la minería y en la actividad petrolera es una evidencia de los avances de la ‘seguridad democrática’, eje central del gobierno de Álvaro Uribe Vélez para crear la necesaria ‘confianza inversionista’ que ofrezca garantías a la inversión extranjera, atraída también por beneficios tributarios. Con la misma lógica, el gobierno de Juan Manuel Santos promete continuar con la promoción de la minería como el motor del desarrollo económico para la “prosperidad democrática”, con la cual se cosechan los logros de la seguridad democrática.
Hay una gran contradicción en la presentación de la minería como la locomotora del desarrollo económico para la prosperidad democrática. Una contradicción que el gobierno ha sido diligente en tapar con un llamativo plan de resarcimiento de derechos a las víctimas de la violencia, con una ley agraria que además de devolver tierras, cambia el uso de suelos a favor de la agricultura, lo que permitiría acabar con grandes e improductivos latifundios ganaderos y recomponer la economía campesina al reintegrar no solo a los campesinos desplazados por la violencia, sino a los desplazados por la pobreza y desatención que ha tenido el campo. A esta política agraria que ha despertado otra vez optimismo en los colombianos, se contrapone una política minera diseñada para beneficiar de manera exclusiva a los intereses de las grandes compañías extranjeras. Una política minera que está causando estragos en comunidades negras, indígenas y campesinas, por los impactos ambientales, económicos y sociales que genera y que auguran ser similares a los causados por la violencia paramilitar para apropiarse de las tierras.
La diferencia es que esta vez serían ‘desplazados ambientales’, porque sus tierras, dadas en concesión para la explotación minería se convertirán en paisajes lunares, con aguas contaminadas, suelos devastados y vida silvestre arrasada (¿les dice algo el Bajo Cauca, Suarez, Timba, Zaragoza en Colombia y Madre de Dios en la Amazonia peruana?). Es una contradicción que a las organizaciones sociales de indígenas, negros y campesinos, aliados con sectores ambientalistas les incumbe resolver. Pero ya sabemos hasta donde los gobiernos pueden llegar para quebrar la oposición de los indígenas a la explotación petrolera en sus territorios ¿Alguien se acuerda de los u’wa en Colombia y los aguaruna en Bagua?.
A pesar de que los territorios de estos pueblos tienen abundantes recursos, no por eso tienen que sucumbir a la ‘maldición de los recursos naturales’ y permanecer condenados a ser pobres. Pues es posible desarrollar economías eficientes (incluyendo la explotación de recursos naturales) que sean propias y compartidas por todos los pobladores (economías interculturales las llamaríamos): Economías que impliquen un equilibrio entre la satisfacción de las necesidades de los pobladores del campo y la viabilidad ecológica, cultural y económica de los medios empleados para sufragarlas.
A las organizaciones que encuentren el camino y se ingenien los mecanismos para hacer realidad estas economías, habría que darles, como lo propone Moisés Naím, “el premio Nobel. No el de Economía. El de la Paz”.
Cartagena de Indias, octubre 2 de 2010.
—
* Efraín Jaramillo Jaramillo es antropólogo colombiano, director del Colectivo de Trabajo Jenzerá, un grupo interdisciplinario e interétnico que se creó a finales del siglo pasado para luchar por los derechos de los embera katío, vulnerados por la empresa Urra S.A. El nombre Jenzerá, que en lengua embera significa hormiga fue dado a este colectivo por el desaparecido Kimy Pernía.
Lo que se ve ahi es cianuro. Uno de los metodos de extracción del oro y plata. Se necesita un numero x de cianuro para derretir una roca de una tonelada. De lo que extraen una onza de oro. El tubo de cola generalmente es el desague del lago artificial que se construye para deshacerse del cianuro lleno del sobrante de la extraccion. Te recomiendo el documental http://vimeo.com/21400207
el bello color rojo es gracias a la Barrick Gold...Envenenando al Pueblo. Bienvenido el TLC
sábado, 2 de junho de 2012
Trânsito de Vênus
Trânsito de Vênus ajudará a encontrar exoplanetas habitáveis
É o chamado trânsito de Vênus.
Do ponto de vista da Terra, em nosso Sistema Solar apenas Vênus e Mercúrio apresentam trânsitos, porque o fenômeno ocorre apenas quando um planeta passa diretamente entre o Sol e a Terra.
Como o plano orbital de Vênus não está alinhado exatamente com o da Terra, o fenômeno, é muito raro, e vem sempre aos pares, com os pares alternando hiatos de 105,5 e 121,5 anos.
O trânsito de Vênus ocorrerá nos próximos dias 5 e 6 de junho, com uma duração de quase 7 horas.
O par 2004-2012 só se repetirá a partir de 2117. Ou seja, se você não vê-lo desta vez, precisará de muita sorte para ter outra chance nesta vida.
Trânsitos planetários
Os trânsitos planetários tornaram-se mais famosos depois que os astrônomos começaram a utilizá-los para detectar exoplanetas: medindo pequenas variações no brilho das estrelas, é possível deduzir quando há um planeta orbitando ao seu redor, no momento em que ele passa entre a estrela e a Terra.
Mas os cientistas querem tirar mais informações desses fenômenos.
Usando o trânsito de Vênus será possível testar técnicas que estão sendo desenvolvidas para analisar a composição, a estrutura e a dinâmica da atmosfera desses planetas extrassolares.
E, pela primeira vez, será possível observar o trânsito de Vênus simultaneamente da Terra e do espaço, usando os telescópios Kepler e Corot.
Mais do que isso, graças à sonda Venus Express, da ESA, a agência espacial europeia, que está em órbita de Vênus, será possível aferir com muita precisão as técnicas de observação que serão testadas.
Trânsitos históricos
Os trânsitos de Vênus têm também um grande interesse histórico, porque foram uma oportunidade para os astrônomos medirem o tamanho do Sistema Solar.
Os trânsitos do século XVIII permitiram aos astrônomos calcular a distância da Terra ao Sol. Isso foi feito medindo o tempo que Vênus demorava para atravessar o disco solar, de vários pontos do globo, e depois usando cálculos de triangulação.
Foi durante o trânsito de 1761 que os astrônomos perceberam uma coroa de luz em volta do limite escuro do planeta, concluindo daí que Vênus tem uma atmosfera.
Sondas espaciais, como a Venus Express, mostraram que essa atmosfera é densa e absolutamente inóspita: imperam o dióxido de carbono e o nitrogênio, com nuvens de ácido sulfúrico.
O trânsito de 2012 só será visível completamente no oeste do Pacífico, leste da Ásia, leste da Austrália e nas latitudes muito ao norte.
No Brasil, o fenômeno somente poderá ser visto parcialmente no extremo oeste do país.
Nos Estados Unidos, o trânsito começará na tarde de 5 de junho. Para a maior parte da Europa, o Sol irá nascer em 6 de junho com o trânsito quase terminado.
Para aferir seus instrumentos e suas técnicas de observação, os cientistas responsáveis pela sonda Venus Express escolheram a localidade de Spitsbergen, no círculo polar Ártico.
Como o Sol nunca se põe em Spitsbergen em junho, será uma oportunidade única de observar o trânsito por completo.
"Durante o trânsito, a Venus Express irá fazer importantes observações da atmosfera de Vênus, que serão comparadas com as de telescópios em terra para ajudar os caçadores de exoplanetas a testar as suas técnicas," disse Hakan Svedhem, membro da equipe.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/
“Pesquisa e Política de Sementes no Semiárido”
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POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS
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Número 587 - 01 de junho de 2012
Car@s Amig@s,
Aconteceu nesta semana, no município de Lagoa Seca, na Paraíba, o Seminário “Pesquisa e Política de Sementes no Semiárido”. A grande novidade desse encontro, que reuniu pesquisadores de diversas instituições, agricultores, representantes de movimentos sociais e ONGs, professores, estudantes e representantes de órgãos governamentais, foi a apresentação de resultados de pesquisa científica a respeito da qualidade das sementes crioulas, carinhosamente chamadas no estado de “sementes da paixão”.
Num projeto de pesquisa conduzido em parceria pela Embrapa Tabuleiros Costeiros e a Rede de Sementes da Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB), com o apoio da UFPB (Campus Bananeiras) e o financiamento do CNPq, foram realizados, ao longo de três anos, diversos ensaios de competição entre três variedades de sementes “melhoradas” e outras cerca de 20 variedades de sementes crioulas escolhidas pelos agricultores.
Nos anos 2009 e 2010 fizeram parte dos experimentos a variedade da Embrapa chamada “catingueiro” que, por ter ciclo curto, que se completa durante o curto período de chuvas, é indicada para o plantio na região semiárida e era então a única variedade de milho distribuída aos agricultores do Nordeste pelo Programa Nacional de Sementes para a Agricultura Familiar, conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com a Embrapa; e também a variedade “AG1051”, da empresa Agroceres (que pertence à Monsanto), que é bastante plantada na Paraíba para ser comercializada para consumo humano direto como milho verde (especialmente na época das festas de São João). No ano 2011 o programa do MDA passou a distribuir também a variedade “sertanejo”, da Embrapa, que foi então também incluída nos ensaios.
Os campos para os testes foram implantados em comunidades localizadas na região da Borborema, que está na zona de transição entre a mata atlântica e a caatinga, e na região do Cariri, em plena caatinga e clima semiárido acentuado.
Os plantios foram conduzidos em manejo agroecológico e tiveram a participação dos agricultores em todas as etapas, desde a semeadura até a avaliação dos resultados. Durante os experimentos, as sementes foram marcadas por códigos, de modo que os agricultores não podiam identificá-las.
Resultados mostraram melhor desempenho das variedades crioulas em todos os campos de teste
O ano de 2009 foi um ano de precipitação média para os padrões da região. O ano de 2010 foi um ano de pouca chuva, e o ano de 2011 teve chuvas bem acima da média – um ano bastante atípico. Nos anos 2009 e 2010, ou seja, o ano de chuva regular e o ano seco, as variedades melhoradas tiveram desempenho muito abaixo das variedades crioulas. No ano 2011, aquele atípico de muita chuva, a variedade AG1051 teve bom desempenho, ultrapassando algumas variedades crioulas (e ficando pouco abaixo de outras).
Esses dados mostram, claramente, a superioridade das sementes crioulas em relação às sementes melhoradas em centros de pesquisa nas condições de solo, clima e manejo da agricultura familiar do semiárido paraibano. As sementes melhoradas podem produzir bem, desde que recebam água e fertilizantes – o que não faz parte da realidade nessa região. Como se vê, não é em vão o cuidado (e a paixão) com que esses agricultores cultivam, melhoram e conservam suas sementes.
Outro dado extremamente interessante é o quanto as sementes da paixão são adaptadas às suas regiões de origem: as sementes da Borborema apresentaram desempenho excelente nos campos experimentais implantados na Borborema, mas desempenho médio nos campos localizados no Cariri. E vice-versa: as sementes do Cariri tiveram excelente desempenho no Cariri, mas médio desempenho na Borborema.
Essa constatação, agora validada com todo o rigor que a ciência exige, apenas confirma o que os agricultores sempre souberam e defenderam: suas sementes locais é que são adaptadas às suas regiões e condições de manejo – afinal, estão há décadas sendo permanentemente adaptadas – e qualquer estratégia de promoção da agricultura familiar que não leve isso em conta estará, no mínimo, desperdiçando o melhor material genético disponível.
Historicamente, o campo acadêmico-científico e os gestores públicos afirmaram que as sementes crioulas não eram sementes, e sim “grãos”, negando sua qualidade e viabilidade e assim justificando as estratégias de utilização de sementes melhoradas em todos os seus programas. Diante dos resultados das pesquisas com a Embrapa, os agricultores presentes ao seminário de Lagoa Seca foram enfáticos ao afirmar: “nunca mais aceitaremos que nossas sementes sejam chamadas de grãos”.
Vale ainda observar que, para os agricultores, não é somente a produtividade que importa em uma lavoura de milho. A palha é importante para a alimentação dos animais, a planta alta e de colmo grosso serve de sustentação para a fava que ali cresce em consórcio, os grãos pequenos são preferidos para a alimentação das aves do quintal, o sabugo fino é preferido por muitas mulheres por ser mais fácil de ralar e preparar alimentos, bem como preferências por sabor variam de família para família, comunidade para comunidade. Ou seja, o enorme leque de opções que representa a agrobiodiversidade manejada e conservada pelos agricultores familiares permite uma série de usos e o atendimento de uma diversidade de demandas que não podem ser supridas por uma única variedade – por mais que ela seja eficiente na produção de grãos. A verdade é que a distribuição massiva de uma única variedade gera erosão genética e leva à perda dessa riqueza presente nas comunidades rurais.
Nos experimentos realizados em parceria com a Embrapa, essa perspectiva foi considerada e foram analisados diversos critérios na comparação entre as variedades de milho: produtividade; espessura da planta; quantidade de palha; cor, peso e tamanho da semente; resistência a pragas; resistência à seca, entre outros. Como já dito, as sementes crioulas locais proporcionaram sempre os melhores resultados.
Qualidade reconhecida por políticas públicas
Um exemplo de política pública que tem valorizado a agrobiodiversidade manejada pelos agricultores e as suas estratégias coletivas de gestão e conservação dos recursos genéticos, como os bancos de sementes comunitários (BSCs), é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), gerido pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento / MAPA). Desde 2006 o PAA tem realizado ações de compra de sementes crioulas dos agricultores familiares e doação simultânea das sementes para os BSCs da mesma região – tanto para distribuição, como para formação de estoque em anos de crise. Está aí uma política que de fato fortalece a construção de autonomia dos agricultores.
Esperamos que os novos resultados científicos obtidos por uma instituição de tamanho prestígio possam orientar mudanças profundas não só no Programa Nacional de Sementes, como em todas as políticas públicas destinadas ao fortalecimento da agricultura familiar no Brasil.
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Errata: está na pauta de liberação comercial da CTNBio uma variedade de soja, e não de milho resistente ao herbicida 2,4-D, como afirmamos na edição 585 deste Boletim.
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Neste número:
1. Ministério da Agricultura prende produtos da agricultura camponesa mas não impede a venda de transgênicos e leite com soda cáustica
2. Justiça da Argentina rejeita recurso da Bunge
3. Agrotóxicos, interesses e anti-jornalismo
4. Código Florestal: o discurso vazio dos ruralistas
A alternativa agroecológica
Banco de Sementes e as articulações em defesa das sementes da paixão
Evento
SEMINÁRIO DE ENFRENTAMENTO AOS IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE HUMANA E NO AMBIENTE
Dias 4 e 5 de junho, das 9:00 às 17:00 h
Auditorio térreo da ENSP, FIOCRUZ (Av. Brasil, 4.365 – Manguinhos, Rio de Janeiro - RJ).
Não é necessária inscrição previa no evento. Confira a programação.
BANIR AGROTÓXICOS.
Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.





