Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sobre ecologia ....


Crimes acidentais: a destruição de um continente

Em meados da década de 1880 uma força expedicionária italiana fez uma de suas periódicas incursões no nordeste da África. Sua permanência foi curta, mas teve conseqüências catastróficas. Os italianos trouxeram consigo cabeças de gado para sua alimentação; e essas cabeças de gado por sua vez trouxeram e legaram à África a Rinderpest, ou peste do gado. A doença se disseminou de forma avassaladora, primeiro pelo chamado Chifre da África e rapidamente por todo o continente. O morticínio é até hoje incalculável. O artigo é de Gilson Caroni Filho e Carlos Eduardo Alcântara Martins.

Todos sabem que o continente africano é o que paga o maior preço pela herança colonial e pela desorganização da produção agrícola provocada pelos complexos agroindustriais das potências européias.De acordo com o Informe sobre Metas do Desenvolvimento do Milênio, publicado em 2010, "entre os 36 países com índices de mortalidade infantil superiores a cem por cada cem mil habitantes, 34 estão na África Subsaariana

O legado deixado pelo colonialismo europeu foi extremamente pesado não apenas no que se refere à destruição da cultura tradicional e das reservas de fertilização do solo ou equilíbrio natural. Mas há histórias antigas que devem ser lembradas para que fiquem evidentes as múltiplas estratégias de dominação engendradas através da destruição ambiental. Na África, elas se entrelaçaram à ausência de industrialização, crescimento demográfico acelerado e deterioração das relações de trocas externas, acompanhadas não raro de bloqueios e manobras desestabilizadoras. A combinação levou o continente ao limiar de uma catástrofe alimentar sem precedentes.

Os fatos que passamos a narrar mostram a centralidade da questão ecológica e, obviamente, sua radicalidade ética. Experiências inovadoras, alternativas aos sistemas produtivos implantados pelas potências européias e, posteriormente pelo imperialismo estadunidense, devem ser implementadas. Mas se não há outro método senão o do erro e do acerto, a experiência acumulada já nos permite evitar a devastação provocada por crimes " acidentais". Relembrar é fundamental para a ação política.

No final do século 19 a África já tinha sido duramente atingida por séculos de tráfico de escravos e exploração de seus recursos naturais, notadamente os minerais. Mesmo assim, ainda existiam no continente sociedades prósperas e vigorosas, econômica e culturalmente. 
Uma única e aparentemente irrelevante intervenção européia mudou esse quadro de forma abrupta, devastadora e irreversível.

Em meados da década de 1880 uma força expedicionária italiana fez uma de suas periódicas incursões no nordeste da África. Sua permanência foi curta, mas teve conseqüências catastróficas. Os italianos trouxeram consigo cabeças de gado para sua alimentação; e essas cabeças de gado por sua vez trouxeram e legaram à África a Rinderpest, ou peste do gado.

A Rinderpest é uma moléstia infecciosa de ruminantes, altamente contagiosa e virulenta, causada por um vírus, Tortor bovis. O vírus tem um período de incubação curto, de três a cinco dias. Os primeiros sintomas da doença são lassitude e inapetência, acompanhadas de febre de mais de 40 graus. Seguem-se supurações oculares, nasais e bucais, diarréia, perda de massa corporal, desidratação e desinteria, e finalmente sobrevêem, após não mais de duas semanas, prostração, coma e morte.

Originária das estepes da Ásia, a Rinderpest chegou à Europa no rastro das invasões de povos como os mongóis. Após vários surtos epidêmicos, a doença se tornou endêmica em algumas regiões da Europa; e, como freqüentemente acontece com endemias, ocorreu um processo de seleção natural pelo qual os indivíduos naturalmente resistentes sobreviviam e se reproduziam, e seus descendentes, ou parte deles, possuíam imunidade parcial ou tolerância. Eram infectados mas não desenvolviam a doença, tornando-se assim portadores e transmissores assintomáticos.

Mas até então a Rinderpest era totalmente inexistente na África sub-saariana, possivelmente porque os camelos, os únicos animais a cruzar o deserto, não eram suscetíveis à moléstia. E portanto nenhuma espécie nativa era dotada de qualquer defesa imunológica contra a doença.

Sem a barreira protetora do deserto, a Rinderpest se disseminou de forma avassaladora, primeiro pelo chamado Chifre da África e rapidamente por todo o continente. Em 1887 a "peste do gado" surgiu na Eritréia, local da invasão italiana, e em menos de um ano havia se espalhado por toda a Etiópia. Dali seguiu dois caminhos. Para o oeste, através do Sudão e do Chade, e em cinco anos chegou ao Atlântico. Para o sul, através do Quênia e de Tanganica, e dali penetrando no centro do continente.

Antes do final do século 19 a epidemia tinha chegado à África do Sul, apesar das tentativas pelas autoridades das então ainda incipientes colônias inglesas ali já estabelecidas de impedir sua passagem erguendo uma barreira sanitária ao longo de 1.500 quilômetros, e havia dizimado quase todo o gado da região. E destruído, por onde passou, as sociedades nativas.

A doença não afeta seres humanos, mas aquelas sociedades tiveram suas bases destroçadas. Os pastores e criadores perderam seus rebanhos. Os agricultores ficaram privados dos animais de tração para seus arados e para as rodas de água que serviam para irrigar seus campos. E os caçadores viram desaparecer suas presas, pois a Rinderpest ataca indiscriminadamente espécies domésticas e selvagens.

O morticínio é até hoje incalculável. Pela fome, e pelas epidemias oportunistas que se instalaram aproveitando o quadro de subnutrição generalizada. E também pelo impacto psicológico. Tribos como os Masai, celebrados como prósperos criadores de gado e bravos guerreiros, viram toda sua estrutura social desabar da noite para o dia e se reduziram a pedintes, implorando por comida às caravanas que cruzavam seu território. Os Fulani, outra tribo antes rica e poderosa, perderam todo seu gado e, incapazes de aceitar o flagelo que os havia acometido, se auto-destruíram quase que à extinção matando suas próprias famílias e se suicidando em massa.

Para as potências coloniais européias a Rinderpest foi uma benção. Ao avançarem maciçamente sobre a África no final do século 19 e no começo do século 20 encontraram uma população empobrecida e assolada por doenças, drasticamente reduzida, em alguns casos a menos de 10% do que tinha sido uma ou duas décadas atrás, e incapaz de oferecer qualquer resistência significativa aos invasores. Poucas, se alguma, conquistas coloniais terão sido tão fáceis quanto a da África pós-Rinderpest.

Mas a peste do gado teve outra consequência: mudou a própria ecologia do continente. Até então, as grandes manadas que ocupavam as campinas africanas limitavam o crescimento da vegetação, tanto pelo pasto quanto por sua presença física. Com o desaparecimento dessas manadas, as planícies foram tomadas pelas gramíneas, que cresciam sem qualquer fator limitador, e a vegetação arbórea e arbustífera se espalhou por vastas áreas de florestas e cerrados.

Esse ambiente se mostrou propício à proliferação da mosca tsé-tsé, um grupo de insetos hematófagos do gênero Glossina que infesta tanto animais como seres humanos, e é o transmissor do parasita causador da trepanossomose conhecida como "doença do sono" (outra espécie de trepanossoma é causador da Doença de Chagas). A doença é caracterizada por febre e inflamação das glândulas linfáticas, seguidas, quando ocorre o comprometimento da medula espinhal e do cérebro, por profunda letargia (daí seu nome) e, numa alta proporção de casos, de morte.

De início a Rinderpest também afetou a mosca tsé-tsé negativamente, ao dizimar seus hospedeiros animais, domésticos e selvagens, e humanos. Mas a vegetação exuberante que passou a dominar as campinas forneceu o terreno ideal para que as moscas adultas depositassem suas larvas e assim procriassem em grande número, o que permitiu à tsé-tsé sobreviver. Quando a epidemia de Rinderpest cedeu, por falta de vítimas, as populações de animais selvagens, por não dependerem de humanos para sua subsistência, se recuperaram muito mais rápida e intensamente do que as de amimais domésticos e de humanos. E a mosca tsé-tsé pôde se espalhar pelos novos hospedeiros, livre de qualquer controle. Por sua vez, a infestação pela tsé-tsé e a doença de que é portadora impediram que os humanos e seu gado voltassem a ocupar as planícies como áreas de pasto. Nessas condições, a tsé-tsé passou a dominar o novo ambiente, incluindo o leste da África onde era inexistente, e regiões do sul do continente em que havia praticamente desaparecido.

A combinação de mudança ambiental e devastação colonial fez com que as sociedades já arrasadas pela peste do gado nunca pudessem se recuperar. Além disso, muitos dos conflitos tribais que hoje ocorrem são fruto não de rivalidades milenares, mas sim de disputas resultantes da Rinderpest, quer por comida no auge da epidemia quer pelas escassas áreas de pastoreio existentes no ambiente por ela criado, e agravadas pelas tensões geradas pelas fronteiras arbitrariamente riscadas no mapa pelas potências coloniais.

Ironicamente, uma outra iniciativa européia, esta bem intencionada, serviu para preservar as condições econômicas adversas. Os colonizadores supuseram, erroneamente, que o ambiente com o qual se depararam - vastas áreas de planícies cobertas por grama alta e ocupadas por animais selvagens, de cerrados e de florestas, todas infestadas pela mosca tsé-tsé e sem a presença do homem e de animais domésticos - era a "África primitiva"; e quando mais tarde surgiram os primeiros movimentos "conservacionistas" (alguns eivados de uma boa dose de hipocrisia) que levaram à criação dos parques nacionais e das reservas animais foi esse ambiente supostamente "primitivo" que se estabeleceu como modelo para a preservação, não raro com o beneplácito e a colaboração dos governos locais, desesperadamente necessitados das receitas em moeda forte provenientes do "turismo ecológico". Com isso, as áreas de "preservação" foram para sempre vedadas a qualquer atividade econômica, desprezando o fato de que, antes da Rinderpest, homem, gado e fauna selvagem dividiam equilibradamente o território, e de que esse equilíbrio era dinâmico, com ciclos de predominância dos diversos tipos de vegetação e formas de ocupação.

Isto criou ainda uma nova figura antes inexistente: o "poacher", ou caçador clandestino, tanto para obter alimento quanto para se apoderar, quase sempre para serem contrabandeados para países ricos, de despojos valiosos como chifres de rinoceronte ou patas de macacos. O "poacher" tornou-se, ao lado do ditador caricato, o grande vilão da África pós-colonial, a ser bravamente combatido pelo destemido "defensor da natureza", sejam naturalistas (muitos deles de fato idealistas e dedicados) sejam heróis de ficção - infalivelmente caucasianos. As "vozes d'África", como sempre, não se fazem ouvir.

A África que nos é mostrada hoje, nos documentários sobre a "África selvagem" e nos noticiários sobre as "guerras tribais", na ficção popular e nas biografias romanceadas "baseadas em fatos reais", é portanto em mais de um sentido uma artificialidade criada pela intervenção européia, direta e indireta, na ecologia do continente, incluída sua ecologia social. Um embuste reeditado pelos " Nat Geos" que se multiplicam nas telas.

(*) Gilson Caroni Filho é colunista da Carta Maior. Carlos Eduardo Alcântara Martins é economista.

(**) Versão atualizada de artigo publicado no site La Insignia

Documento aponta encaminhamentos do II Encontro de Sementes

Fernanda Cruz - Asacom
Maceió - AL
08/07/2011
O final do II Encontro Nacional de Sementes foi dedicado ao levantamento dos compromissos de cada estado para fortalecer o debate sobre a temática do evento e à leitura da Carta Política do encontro que aponta, entre outras questões, para a necessidade de criar uma regulamentação específica sobre sementes crioulas e de suspender a liberação das variedades de milhos transgênicos. Leia abaixo o compromisso estabelecido por cada estado e clique aqui para ler a Carta Política.

Paraíba: dar continuidade ao processo de conservação, multiplicação e resgate das sementes da biodiversidade, buscando políticas públicas que reconheçam as sementes da paixão como patrimônio genético a serviço dos povos do Semiárido.

Sergipe: criar e transformar as políticas públicas vigentes no estado, fortalecendo os agricultores guardiões de sementes tradicionais.

Alagoas: o nosso compromisso é garantir a diversidade de sementes com perspectivas de proposição de políticas públicas e controle social. Também propomos que a ASA Brasil incorpore o Programa Agrobiodiversidade ao P1+2.

Minas Gerais: fortalecer e ampliar as experiências de resgate, uso, manejo e conservação da agrobiodiversidade no Semiárido mineiro.

Bahia: realização de seminário sobre casas de sementes crioulas no território baiano, encontros territoriais com intercâmbios entre comunidades com experiências em casas de sementes crioulas, sensibilizar as organizações a fazer o mapeamento das casas de sementes existentes.

Ceará: ampliar e fortalecer o debate das sementes na dinâmica do Fórum Cearense pela Vida no Semiárido.

Maranhão: se comprometer em buscar apoio para criar bancos de sementes ou  casas de sementes em quase todos os municípios do estado.

Rio Grande do Norte: articular o GT de Sementes e implementar as ações da agrobiodiversidade propostas pelo GT de Combate à Desertificação.

Piauí: mapear os grupos que estão trabalhando a organização das sementes da paixão e da resistência, além de realizar o seminário estadual.

Pernambuco: animar e estimular os processos de identificação, mapeamento, trocas e visibilidade das sementes locais junto às famílias agricultoras camponesas, suas organizações locais e entidades parcerias.        

Inacreditável!!!!

Herbicidas e agrotóxicos Agent Orange na floresta amazônica


Vista aérea de uma área desmatada da Amazônia em abril de 2005 © AFP PHOTO ANTONIO SCORZE / ARQUIVOS

2011/06/07 17:05
IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) descobriu uma área de 178 ha, cerca de campos de futebol como muitos, devastada por herbicidas aplicados por aeronaves. Identificados através do sistema de detecção por satélite Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), a área foi então levado por equipes do Ibama que constatou que as árvores tinham perdido suas folhas e foram esbranquiçada , relata a Folha do São Paulo .
De acordo com Jefferson Lobato, chefe da divisão de controle e fiscalização do Ibama, a técnica ainda é novo. "A" loggers "mudaram sua estratégia. O uso de herbicidas permite-lhes claro algum tempo em áreas maiores. Assim, eles já não precisam de mobilizar e equipes inteiras pode derrotar nossa vigilância. "
Os especialistas explicam agroquímicos Ibama matar diretamente árvores e contaminar o solo, a água subterrânea, animais e homens.
Há poucos dias, uma equipe do IBAMA tinha descoberto escondido na floresta de quatro toneladas de agrotóxicos que incluiu incluindo herbicidas 2,4-D (ácido 2,4-diclorofenoxiacético), um dos principais constituintes do Agente Laranja , responsável pela morte de centenas de milhares de pessoas durante a Guerra do Vietnã.
Por enquanto, os funcionários ainda não foram identificados, mas já, as autoridades descreveram o ato de pulverização de herbicidas no ar floresta de crime ambiental.
Em: http://www.goodplanet.info

www.cbagroecologia.org


Prezados Senhores(as),
 
Venho informar que o site oficial do VII Congresso Brasileiro de Agroecologia está disponível para consultas, com informações a respeito do Congresso e formulário de inscrições.
 
Favor divulguem para seus contatos.
 
Atenciosamente,
Angela Kuester

A " COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA"

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A ''Comunicação Não-Violenta'' (CNV) é um processo de pesquisa continua desenvolvido por Marshall Rosenberg e uma equipe internacional de colegas, que apoia o estabelecimento de relações de parceria e cooperação, em que predomina comunicação eficaz e com empatia. Enfatiza a importância de determinar ações a base de valores comuns. Quando usada como guia na co-construção de acordos a CNV pode tomar a forma de uma série de distinções, entre as quais:

-distinção entre observações e juízos de valor
-distinção entre sentimentos e opiniões
-distinção entre necessidades (ou valores universais) e estrategias
-distinção entre pedidos e exigencias/ameaças

Uma comunicação à base destas distinções tende a evitar dinâmicas classificatórias, dominatórias e desresponsabilizantes, que rotulem ou enquadrem os interlocutores ou terceiros.
A CNV enxerga uma continuidade entre as esferas pessoal, inter-pessoal e social, e proporciona formas práticas de intervir nelas.
Aqueles que se apoiam na Comunicação Não-Violenta (chamada também de "comunicação empática") consideram que todas as ações estão originadas numa tentativa de satisfazer necessidades humanas, mas tentativas de fazê-lo evitando o uso do medo, da vergonha, da acusação, da idéia de falha, da coerção ou das ameaças. O ideal da CNV é conseguir que nossas necessidades, desejos, anseios e esperanças não sejam satisfeitos às custas de outra pessoa. Um princípio-chave da Comunicação Não-Violenta é a capacidade de se expressar sem usar julgamentos de "bom" ou "mau", do que está certo ou errado. A ênfase é posta em expressar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor.
Rosenberg, psicólogo clínico de formação, aplicou o modelo de Comunicação Não-Violenta em programas da paz em Ruanda, Burundi, Nigéria, Malásia, Indonésia, Sri Lanka, Oriente Médio, Sérvia, Croácia e Irlanda. As contribuições teóricas e práticas de Rosenberg são amplamente utilizadas nas áreas de mediação e definição dos conflitos e são usadas por alguns mediadores em seu trabalho.
Rosenberg escolheu a comunicação conhecida como "não-violenta" para falar aproximadamente da filosofia de Mohandas Gandhi do ahimsa (ou não-violência). Não obstante, ao contrário de Gandhi, Rosenberg aprovava o uso defensivo da força - para evitar ferimentos, mas não com sentido punitivo (ou seja, com a intenção punir ou machucar alguém). Rosenberg afirma que esse desejo de punir e o uso de medidas punitivas existe somente nas culturas que têm visões moralistas do mundo, que usam as categorias de bom e mau. Ele diz que os antropólogos descrevem culturas em muitas partes do mundo em que a idéia de que alguém é "mau" não faz nenhum sentido, e que tais culturas tendem a ser pacíficas.

[editar] Ligações externas

 GRUPO DE LEITURA  EM FORTALEZA:
Temos já o primeiro dia e horário para o primeiro encontro de leitura:
Segunda-feira, dia 11 de Julho de 2011, das 20h às 21h.
O local fica na Varjota e deixo aqui os meus fones de contato para quem quiser confirmar presença, quando informarei como chegar ao local.
8839 0925 - Oi
9632 8386 - Tim

Abraços!
JP

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Bodega participará da XII Fenearte de 01 a 10 de Julho

http://www.caatingacerrado.com.br

A Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga, é uma Rede de Organizações Produtivas que coletam, cultivam, criam e beneficiam produtos da sociobiodiversidade do bioma caatinga e comercializam na perspectiva de relação justas e solidárias, incentivando o consumo saudável e sustentável.
A denominação Bodega, trás à luz a denominação histórica e cultural de pequenos e diversificados estabelecimentos comerciais existentes no meio rural do nordeste e norteia-se pelos princípios do comércio justo e solidário e neste contexto se inclui no Mercado Diferenciado, que atribui um valor aos produtos pelas suas características diferenciadas daqueles que são produzidos em grande escala, ou seja, produtos que possuem identificação de origem, diferencial orgânico, oriundos da sociobiodiversidade, do comércio justo, do manejo sustentável, da floresta, entre outros.
Doces no Estande da AGENDHA/Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga, na FENEAERTE 2010

Estande da AGENDHA/Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga, na FENEAERTE 2010
Para a Bodega, igualmente importante a comercialização são as relações socioambientais tendo como premissa o uso e o manejo sustentável da produção dos artesanatos e dos alimentos em sinergia com a sustentabilidade do bioma caatinga.
ESTAÇÃO CANGAÇO
Artesanato: biojóias e bolsas – couro de tilápia
(82) 8896-4806 – Município: Piranhas
E-mail: estacaocangaco@hotmail.com
ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORAS DE DOCES CASADENSES
Alimento: Doces e passas de caju
Município: Olho D’Água do Casado – Fone: (82) 8898-8556 / 8893-2220
Contato: Maria dos Prazeres – E-mail: docescasadenses@yahoo.com.br
ACAMG – ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE ARTESANATO DE MALHADA GRANDE
Produtos: Redes artesanais, tapetes, colchas, jogos de mesa (tear manual)
Município: Povoado Malhada Grande – Paulo Afonso/BA
Fone: (75) 3282-6027 / 3283-6022
Contato: Fernandina Bezerra de Souza – E-mail: fiosecores@bol.com.br
AASB – ASSOCIAÇÃO DE ARTESÃOS DE SANTA BRÍGIDA
Artesanatos: pássaros da caatinga de madeira reaproveitada e cestaria de palha de licuri
Município: Santa Brígida/BA – Fone: (75) 9116-9854 / 9115-5511
Contato: José Valdo Rosa – E-mail: valdo_terra@hotmail.com
COOPERCUC
Produtos: Doces de umbu, Maracujá Brabo, Manga e Goiaba
Rua São Paulo, nº 409/Centro- Município: Uauá/BA
Fone: (74) 3673-1428 / 3673-1428 Fax: (74) 3673-1296
E-mail: coopercuc_vendas@yahoo.com.br – Sítio: www.coopercuc.com.br
APAEB
Produtos: Tapetes, Carpetes, cordas e fios em sisal e latícinio de leite de cabra
Município: Valente/BA – Fone: (75) 3263-2341 (11) 3379-3815
Contato: Izenildo Araujo Oliveira
E-mail: comercial@apaeb.com.br; vendas@apaeb.com.br
Sítio: www.apaeb.com.br
COOPERAFIS
Produtos: Utilitários, brindes, moda e decorações, fibras e palha de sisal e caroá
Rodovia BA 120nº151º andar, Antonio Lopes-Valente/BA
Fone: (75) 3263-2606 / 8111-3442
Contato: Elissandra da Cunha – E-mail: fibrasdosertão@sertão.net
AQCC – ASSOCIAÇÃO QUILOMBOLA DE CONCEIÇÃO DAS CRIOULAS
Produtos: Artesanatos com palha de caroá, imbira, barro e doces de umbu.
Município: Conceição das Crioulas – Salgueiro/PE
Fone: (87) 3946-1011 / 3946-1011
Contato: Claudineide Maria de Souza
E-mail: aqcccrioula@yahoo.com.br – Sítio: www.conceicaodascrioulas.org.br
AAP- ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS DA PITOMBEIRA
Produtos: Artesanatos em fibras de bananeira (bolsas, carteiras, jogos americanos)
Município: Sítio Pitombeira, s/n- Salgueiro/PE
Fone: (87) 9113-7092 / 9115 2789 ou 38717089
Contato: Adalba – E-mail: artesanatopitombeira@gmail.com
AASP- ASSOCIAÇÃO DE ARTESANATO DO SERTÃO PERNAMBUCANO
Produtos: Artesanato em couro (capa de agendas, fruteiras, banco, bolsas, jaquetas)
Município: Serrita/PE
Fone: (87) 3882-1157 / 3882-1157
Contato: Totinha – E-mail: aaspserrita@hotmail.com
Apoio:








terça-feira, 5 de julho de 2011

Los nuevos amos de la biomasa. Biología sintética y el próximo asalto a la biodiversidad

Los nuevos amos de la biomasa. Biología sintética y el próximo asalto a la biodiversidad

Tipo:
Communiqué
Fecha:
05/18/2011
Idioma:
Éspanol
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Publicamos ahora la versión en castellano del reporte
Los nuevos amos de la biomasa. Biología sintética y el próximo asalto a la biodiversidad.
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El tema 
Con el pretexto de afrontar la degradación ambiental, el cambio climático y las crisis energética y alimentaria, la industria propone una “nueva bioeconomía” con el reemplazo de los hidrocarburos fósiles por materia viva, hoy llamada “biomasa”. La biomasa más productiva y accesible se ubica en el Sur global, justo en el espacio donde, hacia el año 2050, podría haber hasta dos mil millones de bocas más que alimentar, en tierras que (gracias al caos climático) están en peligro de reducir su producción entre 20 y 50% para entonces. A pesar de que este podría ser el peor momento posible para ejercer aún más presión sobre los ecosistemas, se dice a los gobiernos que la “biología sintética” —una tecnología apenas en proceso de invención— podrá producir y transformar toda la biomasa que se requiera para reemplazar a todos los combustibles fósiles que actualmente usamos. Al mismo tiempo, los nuevos mercados de carbono empujan a transformar la vida vegetal en “inventarios de carbono” para su comercio (supuestamente para contribuir a la reducción de las emisiones). Las compañías que promueven esta nueva bioeconomía y que dicen “confíen en nosotras”, (de energía, de química, agronegocios y silvicultura), son las responsables en primer lugar de las crisis climática y alimentaria que hoy padecemos.
Qué está en juego
En juego están la alimentación, la energía y la seguridad de las naciones. El 24 por ciento de la biomasa terrestre que se produce cada año se consume en usos humanos y los especuladores mundiales quieren aprovechar la convergencia de múltiples crisis para mercantilizar y monopolizar el restante 76% de la biomasa (y sería más si consideramos a la biomasa oceánica). Los sectores de la industria que tienen interés en convertir los cultivos en biomasa incluyen al energético, químico, alimentario, plásticos, textil, farmacéutico, papelero y de la construcción, además del sector del comercio de carbono, lo que arroja un mercado combinado de más de 17 billones de dólares.
 Los actores
Los medios de comunicación especializados reportan con frecuencia noticias sobre las compañías de reciente formación, como Synthetic Genomics, Amyris Biotechnologies y LS9 pero, detrás de los encabezados, el capital para el desarrollo de la biología sintética proviene del Departamento de Energía de Estados Unidos, así como de grandes empresas energéticas como BP, Shell y ExxonMobil, químicas como BASF y DuPont, o de los agronegocios y la silvicultura, como Cargill, ADM, Weyerhauser y Syngenta. Si bien las primeras instalaciones industriales “demostrativas” están siendo construidas en Europa y Estados Unidos, los países con el mayor volumen de plantas vivas albergarán a la mayoría de las plantas de producción, pues en última instancia, para la nueva bioeconomía “la geografía es destino”.  La industria ya tiene los ojos puestos en Brasil, México, Sudáfrica y Malasia como sitios de experimentación para esta nueva tecnología. Mientras tanto, los gobiernos pertenecientes a la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) ya están inyectando más de 15 mil millones de dólares en subsidios a la economía de la biomasa.
Foros
Tanto las empresas líderes como los científicos involucrados en el desarrollo de la biología sintética están de acuerdo en que se requiere cierto tipo de supervisión o regulación, y reconocen los riesgos potenciales para la bioseguridad provenientes del desarrollo de nuevas especies de microbios y plantas. Aunque la biología sintética y la economía de la biomasa impactarán profundamente los usos del suelo, la diversidad biológica, el ambiente y el bienestar humano, todas esas implicaciones están siendo desdeñadas por la mayoría de los gobiernos e investigadores. Dentro de Naciones Unidas, la el Convenio sobre Diversidad Biológica (CDB) está abordando activamente el tema de la biología sintética. Pero a pesar de sus implicaciones para la seguridad alimentaria, la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) y el Grupo Consultivo sobre Investigación Agrícola Internacional (CGIAR) parecen ignorar los desarrollos recientes.
En las negociaciones de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático (CMNUCC), los gobiernos del Sur no parecen estar al tanto de que la llamada “transferencia de tecnología” está siendo sesgada con el fin de extender el monopolio de la industria sobre las tecnologías de la biomasa, los recursos y territorios del Sur global. Las implicaciones de la “nueva bioeconomía” son tan vastas que deberían ser incluidas en la agenda de todas las agencias del sistema de Naciones Unidas y, especialmente, deberían ser abordadas en la Cumbre de Río+20, a realizarse en Brasil, en 2012.
Las políticas
En 2010 se anunció que investigadores en biología sintética pueden manipular el ADN para construir microorganismos artificiales y autorreplicantes que nunca antes existieron sobre la Tierra. Ello tendrá implicaciones inmediatas sobre la biodiversidad, la bioseguridad y las economías nacionales. Las formas de vida sintéticamente construidas no deberían ser liberadas al ambiente, y la ONU y los gobiernos nacionales deberían establecer —por lo menos— moratorias para prevenir tales liberaciones. Como medida urgente, deben realizarse estudios para determinar las implicaciones de lo que Estados Unidos denomina “la revolución basada en la biología” como medio para afrontar el cambio climático, la crisis de los ecosistemas mundiales, el abasto de energéticos y alimentos y sus efectos sobre la supervivencia de pueblos u comunidades. La sociedad civil y los movimientos sociales organizados en torno a los problemas relacionados con la agricultura, el derecho a la tierra, la producción forestal, la vida marina, las tecnologías emergentes, las toxinas químicas, el cambio climático, la justicia energética y el consumo necesitan  compartir sus análisis urgentemente y coordinar la resistencia frente a las amenazas comunes que están surgiendo con la nueva “bioeconomía”.

http://www.etcgroup.org/es/node/5253

VIII Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais recebe trabalhos até 15 de julho




Posted: 04 Jul 2011 01:50 PM PDT

Interessados em apresentar trabalhos ao VIII Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais (CBSAF) têm até o dia 15 de julho para enviar seus resumos ao comitê científico do evento. Se aprovado na avaliação prévia, o participante poderá remeter seu trabalho até o dia 15 de setembro. Também será possível apresentar propostas de sessões temáticas completas com até quatro trabalhos.
No contexto do Ano Internacional das Florestas das Nações Unidas (ONU), a cidade de Belém/PA receberá entre os dias 21 e 25 de novembro deste ano o VIII CBSAF. Com o tema Sistemas Agroflorestais para a Paisagem Florestal: desafios da ciência, tecnologia e políticas para a integração dos benefícios locais e globais, o evento tem o objetivo de avaliar os aspectos científicos e tecnológicos relacionados ao papel dos sistemas agroflorestais na recuperação das florestas. Será uma oportunidade de intercâmbio de experiências entre pesquisadores, extensionistas, agricultores, estudantes e consumidores de produtos e serviços relacionados à atividade agroflorestal no país.
O programa científico do Congresso incluirá conferências, simpósios, sessões temáticas para apresentação de trabalhos (oral e em pôsteres), minicursos e visitas técnicas. Os procedimentos para a apresentação de documentos, inscrições e outras informações estão disponíveis na página do evento na internet: www.cbsaf.com.br.
O VIII CBSAF é promovido pela Embrapa Amazônia Oriental, Centro Mundial Agroflorestal (ICRAF), Comitê Executivo do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Sociedade Brasileira de Sistemas Agroflorestais.

Projeto Nutre Nordeste articula 1,2 milhões, para a Agricultura Familiar de Fortaleza/CE

Projeto Nutre Nordeste articula 1,2 milhões, para a Agricultura Familiar de Fortaleza/CE

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Só o AMOR constroi... e muito bem!

Caixas de Argila (Leo Pinho da Granja Pouso Alegre)


Por Leo Pinho granja Pouso alegre,

Após mais de dois meses pesquisando sobre o processo de fabricação de vasos e artesanato de argila para, em seguida, aprender a desenvolver caixas para as abelhas com esse material, consegui chegar a um projeto piloto.
A argila é um dos materiais mais abundantes no planeta. Foi por esse motivo que procurei estudar mais suas propriedades, já que a matéria-prima mais utilizada para fazer as caixas de abelhas — a madeira — está em escassez e, principalmente, são seres vivos que muitas vezes demoram décadas para chegar ao diâmetro ideal para corte. E para mim, cortar uma árvore dessas não é uma das minhas opções sustentáveis.
Segue abaixo algumas fotos da caixa de argila pronta, que será testada a partir de setembro, quando o tempo estará quente e as flores começam a aparecer para as abelhas.

Ninho:
Sobreninho:


Primeira melgueira:

Caixa Completa:
A caixa acima possui quatro compartimentos: (1) Ninho; (2) Sobreninho; (3) Melgueira A; (4) Melgueira B e a tampa.

Fiz 10 caixas com as medidas ideais para as Uruçus Nordestinas (Melipona scutellaris), baseado nas caixas modelo INPA. Explico: No modelo INPA as caixas para Scutellaris possuem as medidas: 20x20x10 cm (ninho e sobreninho) e 20x20x8 cm (melgueiras).
Como as caixas de argila são redondas, tive que calcular o volume em litros da caixa INPA para, em seguida, fazer a proporção exata para as caixas de barro. No caso das caixas INPA 20x20x10, a capacidade é de 4 litros no ninho e sobreninho e de 3,2 litros para as melgueiras.
A equação para o volume de cilindros é de V = Pi x R2 x h (Volume é igual a Pi vezes Raio ao quadrado vezes altura). Logo, V = 3,1415 x 11,5 ao quadrado x 11, logo V = 4,5 litros. Fiz um pouco maior já que nas minhas caixas horizontais o espaço interno é de 15x15x71 cm o que dá um volume interno total de 15,9 litros e as abelhas estão completando todo o espaço da caixa e a postura está muito grande.
O próximo passo será fazer caixas para as jataís e Uruçus de Chão. Mas antes, quero testar a eficácia dessas caixas quando chegar o verão.

Fotos: Leo Pinho
Em: http://www.meliponarioreidamandacaia.com/

CARTA 10ª JORNADA DE AGROECOLOGIA

AMARO 4 JULHO 2011 0 COMENTÁRIOS
Nós, mais de 4 mil participantes da 10ª Jornada de Agroecologia, vindos de diferentes regiões do Brasil e de outros países da América Latina reunidos na cidade de Londrina/Paraná – Brasil, entre os dias 22 a 25 de junho de 2011, reafirmamos nosso compromisso com a Agroecologia e assim damos continuidade a nossa luta por uma Terra Livre de latifúndios, Sem Transgênicos e Sem Agrotóxicos, e pela construção de um Projeto Popular e Soberano para a Agricultura.
No dia-a-dia os camponeses e as camponesas seguem construindo a agroecologia em sistemas produtivos sustentáveis que garantem soberania alimentar e contribuem decisivamente com a superação das crises alimentar, climática e energética.
Esta luta cotidiana da afirmação da agroecologia não conta com políticas públicas estruturantes, como: reforma agrária, educação do campo da primeira infância à universidade, pesquisa científica e assistência técnica, infra-estrutura social e produtiva com fomento a produção, agro-industrialização e comercialização de modo a potencializar os excelentes resultados com programas governamentais, ainda parciais e isolados, como o PAA, PNAE e PRONERA.
Em oposição ao campesinato e a agroecologia, o Estado segue patrocinando majoritariamente a reprodução e a expansão do agronegócio que concentra terra, impede a reforma agrária e os direitos territoriais dos quilombolas, povos indígenas e comunidades tradicionais, situa-se desde 2008, como o maior usuário mundial de agrotóxicos, com 6 litros de veneno por pessoa/ano, vem impondo os transgênicos ampliando o domínio das transnacionais sobre a agricultura e os agricultores, mercantiliza a natureza, destrói a biodiversidade com os monocultivos, a pecuária extensiva e a eliminação das florestas nativas, utiliza-se do trabalho escravo e da criminalização e assassinato de lideranças camponesas, indígenas e ambientalistas.
É no âmbito dos seus interesses e da ampliação do lucro que o agronegócio age pelo desmantelamento do Código Florestal, impõe barreiras a proibição de agrotóxicos comprovadamente carcinogênicos, teratogênicos e desreguladores endócrinos já banidos em muitos países, hegemonizaram o controle da CTNBIO para aprovar transgênicos violando o princípio da precaução, atacam a moratória internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador” na tentativa de aprovar projetos de lei no Congresso Nacional, e desarticulando as políticas públicas especialmente ambientais no intuito de impor a mercantilização da biodiversidade.
Por uma agricultura camponesa agroecológica sustentável e a soberania alimentar, nós, participantes da 10ª Jornada de Agroecologia reivindicamos dos Governos dos Estados e Federal:
1 – Criação e implementação imediata de políticas públicas estruturantes à promoção da agroecologia;

2 – Implementação de políticas públicas que efetivem a legislação ambiental atual e derrubada no Senado Federal do PL do “Código do Desmatamento”, aprovado na Câmara Federal;


3 – Banimento de todos os agrotóxicos e de imediato dos 14 princípios ativos já comprovados pela ANVISA como perniciosos a saúde e ao meio ambiente em total desacordo com a legislação vigente;


4 – Manter a Moratória Internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador”, não aprovando o Projeto de Lei em tramitação na Câmara Federal que preconiza a legalização da tecnologia das sementes estéreis;


5 – Fazer cumprir o princípio da precaução e a legislação de rotulagem dos produtos com transgênicos, combater o monopólio das empresas transnacionais sobre as sementes e a contaminação genética com transgênicos, e revisar as normas e liberações das cultivares transgênicas;


6 – Garantir política pública de proteção aos defensores e defensoras de Direitos Humanos ameaçados/as e combate a criminalização dos Movimentos Sociais e a violência e impunidade no campo;


7 – Na Conferência Internacional da ONU – RIO +20, a se realizar em junho de 2011 no Brasil, afirmar que o caminho para a conservação e uso sustentável da biodiversidade não passa pela privatização e mercantilização dos bens comuns.

sábado, 2 de julho de 2011

Organizações do campo realizam I Encontro Internacional Juvenil

01.07.11 - América Latina e Caribe

Camila Maciel
Jornalista da Adital
Adital
Começa neste sábado (2) o I Encontro Internacional Juvenil, no departamento de Cauca, na Colômbia. O evento, que segue até o próximo dia 18, reunirá 11 países da América Latina e Caribe, representando 59 organizações sociais do continente. Além disso, cerca de 50 organizações internacionais e centenas de colombianos irão se deslocar à região para debater e trocar experiências sobre processos de resistência, conjuntura mundial, participação da juventude e políticas de exploração da Terra, dentre outros temas.
O encontro é organizado pela Confederação Caribenha e Latino-Americana de Estudantes de Agronomia (CONCLEA), em parceria com a Coordenadora Latino-Americana de Organizações do Campo (Via Campesina). A proposta é proporcionar um espaço de integração, formação e articulação da juventude organizada do continente, comprometida com os movimentos sociais da América Latina.
Gestado há vários anos, de acordo com texto da convocatória, "o encontro é parte um processo de relacionamento e articulação (...) entre essas duas organizações internacionalistas”. O texto aponta, ainda, que o momento histórico vivido "convida a avançar para novos processos e cenários (...) no marco da resistência e da mobilização social dos povos”.
Durante o Encontro, três eventos do movimento social latino-americano irão compor a programação. São eles: o XX Congresso Caribenho e Latino-Americano de Entidades Estudantis de Agronomia (CLACEEA), o primeiro Acampamento da Juventude da Via Campesina e a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
De acordo com a organização, as atividades programadas permitem a integração da diversidade de movimentos, presentes no I Encontro Internacional Juvenil, sejam eles estudantis, campesinos, indígenas ou urbanos. Os organizadores destacam que o intercâmbio e a articulação permitem o fortalecimento das organizações de juventude e constroem, na prática, a integração latino-americana dos movimentos sociais. Nesse sentido, a metodologia proposta divide o evento em três momentos.
O primeiro momento, de 2 a 7 de julho, será de integração e formação, com apresentações, oficinas e mesas de discussão sobre os temas eleitos. Participarão expositores nacionais e internacionais, como Nei Orsekovski, da Escola Nacional Florestan Fernandes, do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), do Brasil; Marcel Lueiro, do Centro Memorial Martin Luther King, de Cuba; Magda Lanuza, de Iniciativas contra o Agronegócio, da Nicarágua; dentre outros.
O segundo momento, de 8 a 11, será para que cada evento tenha seu próprio espaço, com temática e metodologia própria, de acordo com seus objetivos. É neste momento que se encaixará o CLACEEA, que envolverá os temas da educação e da questão agrária, no sentido de formar profissionais comprometidos com a luta no campo.
O terceiro momento, portanto, será para que os participantes visitem por uma semana as comunidades rurais, onde se realizará a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
A Jornada é realizada desde 2005 na Colômbia e, segundo a organização, vem crescendo a cada ano. Dentre as conquistas alcançadas, destacam-se o intercâmbio entre vários setores, a participação de estudantes de diferentes cursos e a contribuição para a dinâmica de organização e unidades dos jovens.
Para mais informações: http://www.cloc-viacampesina.net

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Evidências sobre contaminantes provenientes da agricultura


Painel sobre Câncer do Presidente dos EUA: evidências sobre contaminantes provenientes da agricultura
 
 
Car@s Amig@s,
 
No Boletim 543 relatamos parte das conclusões do Painel sobre Câncer do Presidente dos EUA (espécie de Conselho para assessorar o Presidente da República), que entre setembro de 2008 e janeiro de 2009 convocou quatro encontros para avaliar o estado atual da pesquisa, política e programas sobre o câncer provocado por fatores ambientais. O relatório sintetizando as conclusões do Painel foi publicado em abril de 2010.
 
Para concluir o relato, reproduzimos neste Boletim as principais conclusões do documento com relação aos contaminantes químicos provenientes da agricultura e uma síntese das recomendações apresentadas ao presidente da república dos EUA:
 
Contaminantes provenientes da agricultura
 
O relatório menciona que “a população dos EUA inteira é diariamente exposta a numerosos químicos agrícolas, muitos dos quais são suspeitos ou conhecidos por provocar câncer ou desregulação endócrina. Muitos dos solventes, aditivos e outros químicos classificados como ingredientes inertes nos rótulos de agrotóxicos são também tóxicos, mas não se exige que sejam testados por seu potencial de provocar doenças crônicas como o câncer”.
 
O documento menciona ainda que fertilizantes (adubos) químicos e medicamentos veterinários (como os antibióticos e promotores de crescimento) são grandes responsáveis pela poluição da água -- os processos químicos da sua transformação resultam na formação de derivados tóxicos, muitos dos quais cancerígenos, que contaminam as águas de abastecimento.
 
Segundo o relatório, os agricultores e suas famílias, incluindo os trabalhadores temporários na agricultura, são os que estão expostos aos maiores riscos causados por substâncias cancerígenas. O texto observa ainda que o fato dos agrotóxicos serem comumente aplicados em misturas torna difícil a observação clara dos riscos de câncer associados a substâncias específicas.
 
Dados de estudos citados no relatório mostram que as taxas de leucemia são consideravelmente mais elevadas entre crianças que crescem em propriedades rurais, entre crianças cujos pais usam agrotóxicos em suas casas ou jardins, e entre filhos de aplicadores de agrotóxicos.
 
Entre outras descobertas apresentadas, o relatório observa que, embora a incidência de câncer entre agricultores e aplicadores de agrotóxicos não seja maior do que em outros grupos de pessoas estudadas, há um aumento de risco para cânceres específicos. Agricultores e aplicadores de agrotóxicos têm significativamente mais risco de desenvolver câncer de próstata, enquanto suas esposas têm uma incidência significativamente maior de melanoma (um câncer de pele altamente letal). As mulheres aplicadoras de agrotóxicos têm incidência significativamente mais alta de câncer de ovário. Ainda segundo os estudos apresentados, agricultores expostos a agrotóxicos, aplicadores de venenos e pilotos de aviões de pulverização, bem como trabalhadores em fábricas de agrotóxicos, apresentam taxas mais elevadas de câncer de próstata, melanoma, outros cânceres de pele e câncer de lábio.
 
O documento cita ainda que a exposição aos 1.400 agrotóxicos aprovados nos EUA está relacionada a cânceres no cérebro/sistema nervoso central, mama, colo, pulmão, ovário (em esposas de trabalhadores rurais), pâncreas, rim, testículos e estômago, assim como linfoma hodgkin e não hodgkin, mieloma múltiplo e sarcoma de partes moles (câncer que pode afetar ossos, cartilagem, gordura, músculos, vasos sanguíneos e tecido conjuntivo ou de suporte).
 
Mais especificamente, aproximadamente 40 químicos classificados pela Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) como conhecidos, prováveis ou possíveis carcinogênicos humanos são usados em agrotóxicos registrados nos EUA. Alguns destes químicos são utilizados em vários agrotóxicos diferentes.
 
Um dos exemplos citados neste caso foi o do inseticida Atrazina. Este ingrediente ativo já mostrou afetar o desenvolvimento de glândulas mamárias de animais de laboratório, sendo que algumas descobertas sugerem a existência de efeitos multigeracionais. E os poucos estudos já realizados sobre a carcinogenicidade humana da atrazina foram inconclusivos.
 
No Brasil esta substância é amplamente usada na agricultura: há, atualmente, 40 agrotóxicos a base de atrazina registrados pelo Ministério da Agricultura.
 
Recomendações
 
O relatório afirma que as exposições ambientais que aumentam a incidência de câncer nos EUA não representam um novo front na guerra contra o câncer, entretanto, os graves danos provenientes deste grupo de carcinogênicos não foram até agora avaliados adequadamente pelo Programa Nacional de Câncer. Neste sentido, o Painel clama para que o Presidente use o poder de seu gabinete para remover da comida, da água e do ar os carcinogênicos e outras toxinas que, desnecessariamente, aumentam os custos com tratamentos de saúde, mutilam a capacidade produtiva do país e devastam vidas.
 
Leia na íntegra, em inglês, o relatório:
 
Reducing Environmental Cancer Risk - What We Can do Now 2008-2009 Annual Report / The President’s Cancer Panel, April 2010 - U.S. National Cancer Institute / National Institutes of Health / Department of Heath and Human Services

quinta-feira, 30 de junho de 2011

II Encontro Nacional de Sementes acontece em Alagoas

http://correiodobrasil.com.br
29/6/2011 16:14,  Por Adital
A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) emparceria com a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), Ministério doDesenvolvimento Agrário (MDA) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)realizarão durantes os dias 6,7 e 8 de julho em Maceió, Alagoas, o II EncontroNacional de Sementes.
Oencontro reunirá cerca de 100 agricultores e camponeses e tem como objetivodiscutir as políticas públicas de sementes, assim como promover a troca de experiênciasentre as redes microrregionais e estaduais e suas diferentes iniciativas quebuscam a preservação, melhoramento e multiplicação de sementes de variedadeslocais.
Outra proposta doencontro é analisar e debater a legislação brasileira e normas internacionaisque refletem direta e indiretamente nos direitos dos agricultores e os impactosdas mesmas em suas formas de produção.
Fonte:ASA

Vendas de fertilizantes crescem 23,8% de janeiro a maio no Brasil


Mercado de defensivos também teve alta no faturamento nos quatro primeiros meses de 2011

por Globo Rural On-line
 Shutterstock
Produção nacional de adubos registrou crescimento de 2,4% nos primeiros cinco meses do ano
Entre janeiro e maio deste ano, foram comercializadas 8,5 milhões de toneladas de fertilizantes no país. O número supera em 23,8% o volume negociado no mesmo intervalo de 2010, quando foram entregues 6,9 milhões de toneladas de produtos aos consumidores finais.

“Em maio, houve um crescimento de 63,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, o que sinaliza a antecipação nas compras por parte dos produtores”, destaca o diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti.

Segundo o levantamento da entidade, a produção nacional registrou crescimento de 2,4% nos primeiros cinco meses do ano, o que equivale a 3,5 milhões de toneladas.


Vendas por categoria

As entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 20%, passando de 892 mil toneladas em 2010 para mais de um milhão de toneladas este ano. O aumento de demanda para as culturas de cana-de-açúcar, café, milho safrinha e arroz é a razão apontada para explicar o bom desempenho.

Os fertilizantes fosfatados registraram expansão de 26,3%, saindo de 903 mil toneladas no ano passado para 1,1 milhão de toneladas em 2011. As culturas de milho safrinha e trigo, além do plantio de cana-de-açúcar e do início das entregas para as culturas de primavera (soja e milho) influenciaram no resultado positivo.

A venda de fertilizantes potássicos passou de um milhão de toneladas, em 2010, para 1,3 milhão de toneladas este ano, uma elevação de 27,5%.

Dados da Anda apontam, ainda, que o estado de Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período analisado (1,7 milhão de toneladas); seguido por São Paulo (1,26 milhão de toneladas); e Paraná (1,24 milhão de toneladas).


Defensivos

No mercado de defensivos – que inclui herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas e outros – o faturamento alcançou R$ 2,2 bilhões no acumulado de janeiro a abril de 2011. O resultado representa aumento de 5%, se comparado ao mesmo período de 2010, com R$ 2,1 bilhões.

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), as vendas foram impulsionadas principalmente pelas culturas de algodão, café, cana-de-açúcar, feijão e trigo.

O setor de inseticidas foi o que mais se destacou. Os negócios alcançaram variação positiva de 28% na comparação com o ano anterior, passando de R$ 604 milhões para R$ 775 milhões. A causa foi o crescimento nos mercados de algodão, batata, café, cana, milho, soja e trigo.

Os fungicidas e herbicidas apresentaram retração de 11% e 2%, respectivamente. Na avaliação do Sindag, a queda foi motivada pela redução nos mercados de soja, milho e hortifruti, principalmente.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parnaíba sedia o I Seminário Piauiense de Agroecologia

Deve acontecer ainda o II Semana de Agricultura Orgânica do Norte Piauiense

I Seminário Piauiense de Agroecologia e II Semana de Agricultura Orgânica do Norte Piauiense acontecem até sexta-feira, 1º de julho, naquela cidade
Pesquisadores, produtores, estudantes e professores participam até sexta-feira, 1º de julho, do I Seminário Piauiense de Agroecologia e da II Semana de Agricultura Orgânica do Norte Piauiense, que tem como tema Biodiversidade em Sistemas Agrícolas. Os eventos acontecem, simultaneamente, em Parnaíba, cidade localizada a 318 quilômetros ao norte de Teresina.
“Esses são eventos que agregam conceitos e técnicas de agricultura de base ecológica para troca de experiências e informações entre os participantes, e divulgação de pesquisas referentes ao setor”, explica o gerente do Escritório do Sebrae em Parnaíba, Élcio Lima.
Entre os temas abordados nos eventos estão novas formas de trabalho com agricultura orgânica, disseminação da agroecologia, e melhoria da qualidade do alimento sem agrotóxicos. A ideia é incentivar novas pesquisas, divulgando a agricultura orgânica como modelo economicamente viável e sustentável.
As programações dos eventos incluem palestras, mini cursos, mesas redondas, apresentação de trabalhos e exposições sobre agroecologia.
“O mercado já procura por produtos sem agrotóxicos, e esse encontro é uma oportunidade valiosa de chamar atenção desta cadeia produtiva para a importância econômica dos orgânicos”, acrescenta o gerente.
A Semana e o Seminário acontecem no Campus Alexandre Alves Oliveira da Universidade Estadual do Piauí, UESPI, situado à Avenida Nossa Senhora de Fátima S/N, bairro São Benedito, em Parnaíba.
Os eventos contam com a parceria do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí; UESPI; e do Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Agroecologia, Cajuí.
Maiores informações no Escritório do Sebrae em Parnaíba, localizado na Rua Almirante Gervásio Sampaio, nº 767, Centro, ou através do telefone (86) 3322-4688.

terça-feira, 28 de junho de 2011

VII CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA


Ética na Ciência: Agroecologia como paradigma para o desenvolvimento rural

12. – 16. de dezembro de 2011, Fortaleza - Ceará




A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) vem realizando desde 2003 o Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), ganhando cada vez mais importância em nível nacional e internacional. A sétima edição do Congresso Brasileiro de Agroecologia (VII CBA) será realizada na cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, numa parceria entre a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o Governo do Estado do Ceará, através da Secretária de Desenvolvimento Agrário (SDA), a Universidade Federal do Ceará, através do Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências, Centro das Humanidades e Centro de Saúde, a Universidade Estadual do Estado do Ceará (UECE), a Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Ceará (EMATER - CE), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) – com suas Unidades no Nordeste - Agroindústria Tropical, Tabuleiros Costeiros, Semiárido, Algodão e Ovino Caprinos - a Federação dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais no Estado do Ceará (FETRAECE), a Fundação Konrad Adenauer, o Núcleo de Trabalho Permanente em Agroecologia da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), o Fórum Cearense pela Vida no Semiárido, a Rede Cearense de ATER, a Associação da Rede Cearense de Agroecologia – ARCA e outras entidades.
O VII CBA tem o objetivo de promover o intercâmbio entre cientistas,  estudantes, agricultores familiares e suas representações, organizações não-governamentais, instituições governamentais, movimentos sociais do campo e da cidade,  fomentando a construção do conhecimento agroecológico por meio do diálogo dos saberes acadêmicos e dos (das) agricultores (as) de forma holística. O VII CBA proporcionará uma articulação maior da Agroecologia no Nordeste e no Brasil, dando visibilidade aos projetos exitosos, que poderão ser referências para outros estados e regiões do país e impulsionando trabalhos acadêmico-empíricos nas Universidades e instituições de pesquisa e extensão.
O prazo para a inscrição de trabalhos técnicos-científicos e experiências agroecológicas será de 30 de junho a 30 de julho.

Contato:        cbagroecologia2011@gmail.com


BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

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