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Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Compra de terra agricultáveis...especulação transnacional.
sábado, 2 de julho de 2011
Organizações do campo realizam I Encontro Internacional Juvenil
O encontro é organizado pela Confederação Caribenha e Latino-Americana de Estudantes de Agronomia (CONCLEA), em parceria com a Coordenadora Latino-Americana de Organizações do Campo (Via Campesina). A proposta é proporcionar um espaço de integração, formação e articulação da juventude organizada do continente, comprometida com os movimentos sociais da América Latina.
Gestado há vários anos, de acordo com texto da convocatória, "o encontro é parte um processo de relacionamento e articulação (...) entre essas duas organizações internacionalistas”. O texto aponta, ainda, que o momento histórico vivido "convida a avançar para novos processos e cenários (...) no marco da resistência e da mobilização social dos povos”.
Durante o Encontro, três eventos do movimento social latino-americano irão compor a programação. São eles: o XX Congresso Caribenho e Latino-Americano de Entidades Estudantis de Agronomia (CLACEEA), o primeiro Acampamento da Juventude da Via Campesina e a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
De acordo com a organização, as atividades programadas permitem a integração da diversidade de movimentos, presentes no I Encontro Internacional Juvenil, sejam eles estudantis, campesinos, indígenas ou urbanos. Os organizadores destacam que o intercâmbio e a articulação permitem o fortalecimento das organizações de juventude e constroem, na prática, a integração latino-americana dos movimentos sociais. Nesse sentido, a metodologia proposta divide o evento em três momentos.
O primeiro momento, de 2 a 7 de julho, será de integração e formação, com apresentações, oficinas e mesas de discussão sobre os temas eleitos. Participarão expositores nacionais e internacionais, como Nei Orsekovski, da Escola Nacional Florestan Fernandes, do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), do Brasil; Marcel Lueiro, do Centro Memorial Martin Luther King, de Cuba; Magda Lanuza, de Iniciativas contra o Agronegócio, da Nicarágua; dentre outros.
O segundo momento, de 8 a 11, será para que cada evento tenha seu próprio espaço, com temática e metodologia própria, de acordo com seus objetivos. É neste momento que se encaixará o CLACEEA, que envolverá os temas da educação e da questão agrária, no sentido de formar profissionais comprometidos com a luta no campo.
O terceiro momento, portanto, será para que os participantes visitem por uma semana as comunidades rurais, onde se realizará a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
A Jornada é realizada desde 2005 na Colômbia e, segundo a organização, vem crescendo a cada ano. Dentre as conquistas alcançadas, destacam-se o intercâmbio entre vários setores, a participação de estudantes de diferentes cursos e a contribuição para a dinâmica de organização e unidades dos jovens.
Para mais informações: http://www.cloc-viacampesina.net
domingo, 15 de maio de 2011
China ameaça o controle dos recursos naturais brasileiros
China ameaça o controle dos recursos naturais brasileiros, diz Ipea
Um dos problemas a longo prazo, segundo o estudo, é a aquisição de terras agricultáveis no país pelos chineses
por Agência Brasil"Foi muito bom que o comércio Brasil-China tenha deslanchado na última década, mas devemos lembrar também que o comércio é apenas a ponta do iceberg nas relações bilaterais”, disse o economista ao apresentar nesta sexta-feira (08/04) o comunicado do Ipea As Relações Bilaterais Brasil-China: A Ascensão da China no Sistema Mundial e os Desafios para o Brasil.
Ele destacou um fator que pode representar problemas para a economia brasileira. Como o forte das exportações do Brasil tem sido as commodities, especialmente minérios e alimentos agropecuários, o economista argumenta que essa concentração não é desejável. E pergunta: "em caso de exaustão desses recursos primários, o que o Brasil vai fazer?”
Segundo o estudo, embora a China tenha crescido 10% ao ano, em média, nos últimos dez anos, tem como grande limitação da expansão a questão ambiental e vai atrás dos países que podem suprir suas necessidades, como o Brasil. Tanto que, além de comprar recursos naturais, os chineses também investem na aquisição ou na associação com empresas brasileiras para controlar as explorações, principalmente de minerais.
Costa Pinto disse que só no ano passado os chineses investiram mais de US$ 15 bilhões em nosso país, a maior parte no controle de exploração de minério de ferro em duas jazidas de Minas Gerais, bem como nas áreas depetróleo e siderurgia no Rio de Janeiro. Mas existe também uma preocupação adicional de setores da sociedade brasileira, que é a compra de vastas áreas de terras agricultáveis na Bahia e em Goiás.
Os problemas, citou ele, são a perda de participação de nossas exportações para outros competidores, perda do controle estratégico sobre fontes de energia, principalmente petróleo, e de recursos naturais, como terras e minas, que podem acarretar em “aumento da vulnerabilidade externa estrutural”.
Para o economista, o Brasil tem que avançar nos instrumentos de regulamentação, regulação e fiscalização da compra de terras e de recursos naturais pelos chineses. Além disso, precisa utilizar mais ativamente os instrumentos disponíveis de defesa comercial no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e negociar com o governo chinês condições para a entrada e operação de empresas brasileiras em setores restritos a empresas chinesas.
BANIR AGROTÓXICOS.
Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.