Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Compra de terra agricultáveis...especulação transnacional.

La adquisición de grandes extensiones de tierras agrícolas está generando conflictos y controversias alrededor del mundo. Un número creciente de informes revelan que estos proyectos son perjudiciales para las comunidades locales y promueven una forma de agricultura inapropiada para un mundo sumergido en una grave crisis alimentaria y medioambiental. Sin embargo, los fondos de inversión siguen fluyendo hacia la compra de tierras agrícolas extranjeras, atraídos como el acero hacia el imán. ¿Por qué? Por los beneficios financieros potenciales. Entre los mayores inversionistas que buscan sacar provecho de tales adquisiciones se encuentran los fondos de pensiones, con miles de millones de dólares invertidos.




Entre el 19 y 20 de abril de 2011, se reunirá en la sede del Banco Mundial en Washington un grupo de cerca de 200 inversionistas en tierras de cultivo, funcionarios de gobierno y funcionarios públicos internacionales, para discutir como operacionalizar lo que llaman “adquisiciones responsables” de tierra en gran escala. En Roma, el Comité de Seguridad Alimentaria Mundial que tiene su sede en la Organización para la Agricultura y la Alimentación de Naciones Unidas (FAO) está por lanzar un proceso de consulta mundial relacionada con los principios que habrán de regular de tales negocios. Resaltando que es un problema de la mayor urgencia, los movimientos sociales y las organizaciones de la sociedad civil (OSC) se están movilizando para detener estos acaparamientos de tierras, y para dar marcha atrás a aquellos acaparamientos que ya están ocurriendo.

Navegando por los meandros de la especulación alimentaria

Mundobat, Revista Soberania Alimentaria, ODG, GRAIN | 20 febrero 2011 | Otras publicaciones
La liberalización financiera ha creado una reserva de fundos especulativos que representa 10 veces la totalidad del valor de las producciones mundiales. A su vez, la liberalización de los mercados agrícolas ha aumentado la volatilidad de los precios de los granos básicos, arrasando de paso con las producciones campesinas y extendiendo un mercado internacional controlado por un puñado de multinacionales. "Navegando por los meandros de la especulación alimentaria", un documento de analisis de Mundobat con participación de GRAIN. Disponible en PDF

Está en curso un acuerdo entre el gobierno de la Provincia de Río Negro, en Argentina, y uno de los más poderosos conglomerados agroalimentarios chinos, la empresa estatal Beidahuang, que entrega miles de hectáreas a para producir soja, trigo y colza, entre otros cultivos. El gobierno provincial de Río Negro presenta el Proyecto como un “convenio de producción de alimentos” y como inversión para el riego en la zona del valle inferior de la Provincia frente a la negativa del gobierno nacional de aportar recursos para crear infraestructura de riego en la región. En realidad, el Acuerdo entrega territorio argentino para la producción industrial de soja con un enorme listado de beneficios incondicionales para la empresa estatal china a cambio de nada.
La estrategia de Arabia Saudita para dislocar su producción alimentaria estará en el punto número uno de la agenda cuando varios jefes de Estado y delegaciones de alto nivel de los países africanos arriben a Riyadh para sostener una conferencia de inversionistas el 4 de diciembre de 2010. En algunos de estos países, los inversionistas saudíes ya están adquiriendo tierras de cultivo y comienzan a poner en operación las políticas del reino saudita. Uno de sus principales objetivos es allegarse las tierras arroceras de África occidental. Nueva información obtenida por GRAIN muestra que los hombres de negocios más poderosos del reino ya buscan acuerdos comerciales en Senegal, Mali y otros países que les darían el control sobre varios cientos de miles de hectáreas de las tierras de cultivo más productivas de la región para producir arroz y exportarlo a Arabia Saudita. Estos arreglos socavará la seguridad alimentaria nacional y destruirá los modos de vida de millones de campesinos y pastores. Todo esto se transpira con los gobiernos africanos tras puertas cerradas y sin que la gente afectada o el público en general sepan nada de lo que ocurre.

sábado, 2 de julho de 2011

Organizações do campo realizam I Encontro Internacional Juvenil

01.07.11 - América Latina e Caribe

Camila Maciel
Jornalista da Adital
Adital
Começa neste sábado (2) o I Encontro Internacional Juvenil, no departamento de Cauca, na Colômbia. O evento, que segue até o próximo dia 18, reunirá 11 países da América Latina e Caribe, representando 59 organizações sociais do continente. Além disso, cerca de 50 organizações internacionais e centenas de colombianos irão se deslocar à região para debater e trocar experiências sobre processos de resistência, conjuntura mundial, participação da juventude e políticas de exploração da Terra, dentre outros temas.
O encontro é organizado pela Confederação Caribenha e Latino-Americana de Estudantes de Agronomia (CONCLEA), em parceria com a Coordenadora Latino-Americana de Organizações do Campo (Via Campesina). A proposta é proporcionar um espaço de integração, formação e articulação da juventude organizada do continente, comprometida com os movimentos sociais da América Latina.
Gestado há vários anos, de acordo com texto da convocatória, "o encontro é parte um processo de relacionamento e articulação (...) entre essas duas organizações internacionalistas”. O texto aponta, ainda, que o momento histórico vivido "convida a avançar para novos processos e cenários (...) no marco da resistência e da mobilização social dos povos”.
Durante o Encontro, três eventos do movimento social latino-americano irão compor a programação. São eles: o XX Congresso Caribenho e Latino-Americano de Entidades Estudantis de Agronomia (CLACEEA), o primeiro Acampamento da Juventude da Via Campesina e a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
De acordo com a organização, as atividades programadas permitem a integração da diversidade de movimentos, presentes no I Encontro Internacional Juvenil, sejam eles estudantis, campesinos, indígenas ou urbanos. Os organizadores destacam que o intercâmbio e a articulação permitem o fortalecimento das organizações de juventude e constroem, na prática, a integração latino-americana dos movimentos sociais. Nesse sentido, a metodologia proposta divide o evento em três momentos.
O primeiro momento, de 2 a 7 de julho, será de integração e formação, com apresentações, oficinas e mesas de discussão sobre os temas eleitos. Participarão expositores nacionais e internacionais, como Nei Orsekovski, da Escola Nacional Florestan Fernandes, do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), do Brasil; Marcel Lueiro, do Centro Memorial Martin Luther King, de Cuba; Magda Lanuza, de Iniciativas contra o Agronegócio, da Nicarágua; dentre outros.
O segundo momento, de 8 a 11, será para que cada evento tenha seu próprio espaço, com temática e metodologia própria, de acordo com seus objetivos. É neste momento que se encaixará o CLACEEA, que envolverá os temas da educação e da questão agrária, no sentido de formar profissionais comprometidos com a luta no campo.
O terceiro momento, portanto, será para que os participantes visitem por uma semana as comunidades rurais, onde se realizará a VII Jornada Nacional de Vivências Camponesas e Indígenas.
A Jornada é realizada desde 2005 na Colômbia e, segundo a organização, vem crescendo a cada ano. Dentre as conquistas alcançadas, destacam-se o intercâmbio entre vários setores, a participação de estudantes de diferentes cursos e a contribuição para a dinâmica de organização e unidades dos jovens.
Para mais informações: http://www.cloc-viacampesina.net

domingo, 15 de maio de 2011

China ameaça o controle dos recursos naturais brasileiros


China ameaça o controle dos recursos naturais brasileiros, diz Ipea

Um dos problemas a longo prazo, segundo o estudo, é a aquisição de terras agricultáveis no país pelos chineses

por Agência Brasil
 Shutterstock
China é o maior comprador de produtos brasileiros desde 2009 e, ainda este ano, deve ultrapassar os Estados Unidostambém como vendedor para o mercado nacional, de acordo com prognóstico do economista Eduardo Costa Pintodo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ele, enquanto as relações comerciais oferecem oportunidades de curto e médio prazos, podem gerar ameaças de longo prazo. 

"Foi muito bom que o comércio Brasil-China tenha deslanchado na última década, mas devemos lembrar também que o comércio é apenas a ponta do iceberg nas relações bilaterais”, disse o economista ao apresentar nesta sexta-feira (08/04) o comunicado do Ipea As Relações Bilaterais Brasil-China: A Ascensão da China no Sistema Mundial e os Desafios para o Brasil

Ele destacou um fator que pode representar problemas para a economia brasileira. Como o forte das exportações do Brasil tem sido as commodities, especialmente minérios e alimentos agropecuários, o economista argumenta que essa concentração não é desejável. E pergunta: "em caso de exaustão desses recursos primários, o que o Brasil vai fazer?” 

Segundo o estudo, embora a China tenha crescido 10% ao ano, em média, nos últimos dez anos, tem como grande limitação da expansão a questão ambiental e vai atrás dos países que podem suprir suas necessidades, como o Brasil. Tanto que, além de comprar recursos naturais, os chineses também investem na aquisição ou na associação com empresas brasileiras para controlar as explorações, principalmente de minerais. 

Costa Pinto disse que só no ano passado os chineses investiram mais de US$ 15 bilhões em nosso país, a maior parte no controle de exploração de minério de ferro em duas jazidas de Minas Gerais, bem como nas áreas depetróleo e siderurgia no Rio de Janeiro. Mas existe também uma preocupação adicional de setores da sociedade brasileira, que é a compra de vastas áreas de terras agricultáveis na Bahia e em Goiás

Os problemas, citou ele, são a perda de participação de nossas exportações para outros competidores, perda do controle estratégico sobre fontes de energia, principalmente petróleo, e de recursos naturais, como terras e minas, que podem acarretar em “aumento da vulnerabilidade externa estrutural”. 

Para o economista, o Brasil tem que avançar nos instrumentos de regulamentação, regulação e fiscalização da compra de terras e de recursos naturais pelos chineses. Além disso, precisa utilizar mais ativamente os instrumentos disponíveis de defesa comercial no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e negociar com o governo chinês condições para a entrada e operação de empresas brasileiras em setores restritos a empresas chinesas.
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BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

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