| Na Paraíba, agricultora morre vítima de agrotóxicos | |||||
| |||||
Após seis meses de gravidez, com o estado de saúde agravado, Rosália foi transferida para o IMIP, onde ficou internada e foi submetida a exames. No laudo médico consta como causa da morte Hemorragia pulmonar e aplasia de medula óssea. “O momento da gravidez é um momento delicado quando o corpo da mulher engendra um enorme esforço para gerar e nutrir um novo ser. A medula óssea é demandada a produzir mais sangue, tanto que é muito comum que as mulheres apresentem anemia leve neste momento. Passa a ser um momento então que a medula estaria mais vulnerável a agressões externas o que poderia ter contribuído para a doença. Por outro lado, os agrotóxicos podem gerar más-formações e até morte do feto”, contou a professora do curso de medicina da Universidade Federal de Campina Grande em Cajazeiras (UFCG/PB), Ana Carolina de Souza Peiretti. Ainda segundo a docente, a doença faz com que as defesas do corpo passem a atacar as células da medula óssea onde o sangue é produzido. Além do uso de agrotóxicos, medicamentos, radiação, vírus, drogas e agentes químicos também podem causar a toxidade medular. O companheiro de Rosália, o agricultor Marizaldo Pereira Alves, conta que apesar do nascimento prematuro e das adversidades da gestação, a criança está bem e não apresenta nenhuma complicação. Iniciativas de enfrentamento - Desde abril de 2011, quando foi lançada a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, movimentos sociais, grupos ambientais e demais organizações tem desenvolvido inúmeras ações de conscientização, enfrentamento e denúncia contra 07 empresas multinacionais, que controlam mais de 70% do mercado de agrotóxicos no Brasil (Monsanto, Syngenta, Bayer, Novartis, Dupont, Basf e Dow), as quais estão diretamente ligadas ao grupo da bancada ruralista no senado. Embora as ações se depararem com a omissão, negligência e mesmo a conivência do Estado, os movimentos sociais ainda enfrentam o silêncio das grandes mídias sobre questões relacionadas ao problema do uso intensivo e indiscriminado dos defensivos químicos. O Brasil atualmente é o campeão mundial no uso de agrotóxicos. Por ano, cada brasileiro consome cerca de 5 litros de agrotóxicos. Em consequência desse consumo absurdo de veneno, milhões de pessoas adquirem câncer e morrem anualmente, sem nenhum tipo de repercussão no noticiário da grande mídia. Além disso, na maioria dos casos de morte em consequência dessas doenças, mesmo com a comprovação de exames clínicos, profissionais de saúde se negam a atestar nos laudos médicos a causa da morte como consequência do uso de agrotóxicos. Recentemente a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) lançou o dossiê “Um alerta sobre os impactos dos Agrotóxicos na Saúde”, o qual confirma através de evidências científicas diversas doenças resultantes da exposição, contato, uso e consumo de componentes químicos encontrados em diversos grupos de agrotóxicos consumidos no país. Avanço do agronegócio na região semiárida da Paraíba A comunidade rural Prainha, do município de Cubati, localizado a 66,5 km de João Pessoa (PB), ainda é caracterizada pela resistência da agricultura familiar. Pequenas propriedades rurais tentam sobreviver em meio à falta de incentivos dos poderes públicos, o que na maioria das vezes força os agricultores e agricultoras a se submeterem as pressões do agronegócio. Trabalho informal, baixa remuneração e falta de segurança são algumas das dificuldades enfrentadas. Os agricultores e agricultoras trabalham semanalmente, ou de acordo com o período da produção nas plantações de tomate e na mineração. Embora sejam proprietários de terra, ainda assim, são obrigados (pela necessidade financeira) a arrendar suas propriedades para a monocultura à base de agrotóxicos. Para além do caso de Rosália Barbosa de Souza, que veio a óbito por ter mantido contato permanente com os agrotóxicos enquanto trabalhava na produção de tomate, o descaso do poder público sobre as questões dos direitos trabalhistas vem ocorrendo com frequência em todo o estado. É recorrente os casos de irregularidades jurídicas, exploração, trabalho infantil, acidentes, falta de equipamento de proteção e negligência dos direitos trabalhistas. Nos casos de arrendamentos de terras, além dos riscos à saúde da terra e das pessoas que permanecem residindo próximas aos plantios, a contratação é feita sem nenhuma segurança, não existe nenhum tipo de documentação ou registro do contrato. Do plantio à colheita, a família fica impedida de, até mesmo, entrar na área cultivada. Ao fim da colheita, após quatro meses, o proprietário da terra recebe a quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais) por cada hectare arrendado. O período de colheita dos tomates envolve toda a comunidade no trabalho. Homens, mulheres, adultos, jovens e crianças são levadas às plantações e recebem, ao fim do dia, cerca de R$ 25,00 pela diária de trabalho. A mãe da jovem Rosália Barbosa, dona Maria de Sueli Lima Souza, comenta revoltada que mesmo após a morte de Rosália, um de seus filhos continua insistentemente trabalhando nas plantações de tomate. “Eu estou com um menino com o mesmo problema, trabalhando dentro da tomate. Eu já pedi, o pai já pediu pra ele sair, porque eles trabalham sem proteção nenhuma, mas ele não quer atender a gente. Diz que é o ganho que tem, que não pode sair”, revelou. De acordo com a professora de medicina da UFCG em Cajazeiras/PB, Ana Carolina de Souza Pieretti, aparentemente, este não tem sido um tema de preocupação do Conselho Federal de Medicina. “O órgão que mais tem tomado à frente nestas discussões tem sido a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas ainda apresenta dificuldade em refrear o uso de agrotóxicos pelo grande poder econômico, tanto das empresas produtoras quando do agronegócio”, disse. Na opinião da docente deve haver mais estudos e uma regulamentação mais forte, além da discussão na sociedade de que modelo de produção agrícola é bom para a saúde das pessoas. Movimentos e organizações sociais ligadas à agricultura familiar camponesa lutam contra o avanço do modelo de desenvolvimento do agronegócio na região semiárida do país. No entanto, a luta ainda é bastante desigual, e se torna inviável garantir o enfrentamento apenas com ações de acompanhamento e assistência técnica às famílias agricultoras. É o que aponta a representante da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA Brasil), Maria da Glória Batista. “Temos trabalhado com a disseminação de iniciativas, dos cultivos, da criação de animais integrada e valorizando a biodiversidade local no desenvolvimento do semiárido com base na agroecologia, a exemplo do resgate das sementes nativas, dos animais nativos e adaptados, da recuperação, conservação e manejo da biodiversidade local”. Dessa forma, as manifestações populares tem se tornado um instrumento de enfrentamento com capacidade de chamar a atenção dos poderes públicos e da sociedade, sobre os principais problemas enfrentados no campo. Nesse sentido, as organizações e movimentos sociais cumprem com o papel significativo no processo de articulação e conscientização política. Maria da Glória, acrescenta, ainda, que do ponto de vista político, vem sendo feito um trabalho junto às organizações, com a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, e demais campanhas contra qualquer iniciativa voltada para o agronegócio. “Um desafio que surge para todas as organizações desse campo, não só para a ASA, é articular, buscar diálogos e convergências junto às organizações para o enfrentamento ao agronegócio de forma coletiva”, concluiu. |
Páginas
Princípios da Agroecologia
Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.
Francisco Roberto Caporal
http://www.aba-agroecologia.org.br/
grãos
Como os lobos mudam rios
Como se processa os animais que comemos
Rio Banabuiu
A VERDADE SOBRE O CANCER
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Agricultura e Agrotóxicos
Cultivo Orgânico de Hortaliças
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B1b_Y3P4gp6vYjY5NGUwMzgtZGI0OC00NzBhLWI1NmEtOWQzZjM1NWY3YmE1&hl=pt_BR&authkey=CLWG4_kE


CARTILHA SOBRE O CONSUMO DE PRODUTOS ORGÂNICOS - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
http://www.aba-agroecologia.org.br/aba2/images/pdf/cartilha_ziraldo.pdf
DOCUMENTO: EXTRATOS VEGETAIS COMO INSETICIDAS
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B1b_Y3P4gp6vODJlMWMxOGYtZmZjNi00YzY0LTk5NzUtOTI1ZWMxZTVlMDkw&hl=pt_BR&authkey=CPTPx4cE
Click no link para ler o artigo na íntegra
Artigo: Características agronômicas de 21 cultivares de banana em sistema orgânico
Click no link para ler o artigo na íntegra
Artigo: A qualidade nutricional do alimento orgânico é superior ao convencional?
http://cultivehortaorganica.blogspot.com/2011/01/qualidade-nutricional-do-alimento.html
Ali, acolá e aqui...
Conheça e apoie:
Escrito por Resistência Camponesa
08/10/2012
|
|
Escrito por LCP do Pará e Tocantins
08/10/2012
|
|
Escrito por CEBRASPO - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
19/09/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
06/09/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
01/09/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
24/08/2012
|
|
Escrito por LCP do Norte de Minas e sul da Bahia
21/08/2012
|
|
Escrito por LCP do Nordeste
21/08/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
21/08/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
21/08/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
21/08/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
06/08/2012
|
|
Escrito por CEBRASPO - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos
20/07/2012
|
|
Escrito por Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
06/07/2012
|
|
Escrito por Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
19/06/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
02/06/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
13/05/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
02/05/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
26/04/2012
|
|
Escrito por LCP do Nordeste
26/04/2012
|
|
Escrito por Movimento Camponês Popular
26/04/2012
|
|
Escrito por Comitê de Apoio a Área Revolucionária de Capela.
26/04/2012
|
|
Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental
26/04/2012
|
|
Escrito por ABRAPO - Associação Brasileira dos Advogados do Povo
26/04/2012
|
|
Escrito por Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
13/04/2012
|
|
Escrito por ABRAPO - Associação Brasileira dos Advogados do Povo
09/04/2012
|
|
Escrito por Resistencia Camponesa
09/04/2012
|
|
Escrito por CPT-RO
28/03/2012
|
|
Escrito por CPT-RO
28/03/2012
|
|
Escrito por Resistência Camponesa
26/03/2012
|
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Direitos dos Camponeses
International Operational Secretariat:
Jln. Mampang Prapatan XIV no 5 Jakarta Selatan, Jakarta 12790 Indonesia
Tel/fax: +62-21-7991890/+62-21-7993426
Email: viacampesina@viacampesina.org
domingo, 14 de outubro de 2012
Convenção da Diversidade Biológica - Índia 2012
Terra de Direitos coloca RDS e RESEX nas especulações sobre as Unidades de Conservação(Boletim em anexo).
“Economia verde” estará entre os temas centrais da COP11 MOP6, na Índia
Mais de 180 países devem se reunir de hoje a 21 de outubro, em Hyderabad, Índia, para a 11ª Conferência das Partes sobre Convenção da Diversidade Biológica – COP 11 e 6ª Reunião das Partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança – MOP 6. Além da delegação oficial brasileira, composta apenas por integrantes dos órgãos públicos estatais, estarão também presentes integrantes de entidades da sociedade civil e movimentos sociais.
Os mecanismos ligados à “economia verde”, duramente questionados e rejeitados pela Cúpula dos Povos, evento ocorrido paralelamente à Rio+20 em junho deste ano, estarão entre os grandes temas a serem debatidos na Índia. Na 10ª Conferência (COP 10) em 2010, realizada em Nagoya, no Japão, a “economia verde” já ocupou espaço, especialmente a partir do estudo intitulado “A Economia da Biodiversidade e dos Ecossistemas” (com a sigla TEEB em inglês – “The Economics of Ecosystems na Biodiversity”). O TEEB propôs a apropriação privada de bens comuns da natureza para supostamente garantir a proteção da biodiversidade.
Para o coordenador da Organização de Direitos Humanos Terra de Direitos, que participará da COP 11 e MOP 6, Fernando Prioste, por se tratar de um dos principais espaços mundiais para debate e definição de marcos legais internacionais relacionados à proteção da biodiversidade, a CDB será decisiva na definição dos rumos da “economia verde”, influenciando políticas e legislações nacionais, a exemplo das discussões sobre a flexibilização do código florestal como instrumento de promoção da financeirização da natureza.
“A economia verde está sendo colocada como possibilidade de proteger a biodiversidade não pelo marco da afirmação e respeito aos direitos humanos, mas sim atendendo às regras e lógica do mercado. O que está em jogo neste novo debate ambiental é uma inversão do paradigma da proteção do meio ambiente, que ficará das nas mãos do mercado e da especulação financeira”, garante Prioste.
Transgênicos
Pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Caen reacendeu os questionamentos sobre os efeitos maléficos dos Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) à saúde humana, debate que também estarão presentes na COP 11 e MOP 6. Os estudos comprovaram maior incidência de câncer e menor tempo de vida entre ratos alimentados com milho transgênico NK 603 de propriedade da Monsanto. Como conseqüência direta dos resultados da pesquisa, a Rússia decidiu barrar a importação de milho geneticamente modificado da empresa Monsanto.
No ano 2000, o debate sobre necessidade de criar regras e para diminuir os impactos negativos das atividades com OGMs travado no âmbito da Convenção sobre a Diversidade Biológica resultou no Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. Apesar de vigorar no Brasil desde 2003, as restrições e regras presentes no Protocolo têm sido sistematicamente violadas. O Brasil tem adotado postura conivente, favorável às grandes empresas em detrimento da preservação da biodiversidade e da saúde humana.
Neste Encontro das Partes sobre o Protocolo de Cartagena, que ocorrerá na primeira semana de outubro na Índia, questões importantes ligadas ao tema dos transgênicos serão debatidas, tais como, manutenção de um grupo de experts para definir critérios do que seriam impactos socioeconômicos dos transgênicos, a adoção pelos países de um Guia Base de avaliação de risco dos OGMs, entre outros.
Boletim informativo
Para subsidiar e fomentar os debates acerca da Convenção, a Terra de Direitos elaborou o boletim “Notícias sobre a Convenção da Diversidade Biológica – Índia 2012”. O informativo apresenta uma leitura geral sobre os grandes pontos a serem debatidos durante a COP 11 e MOP 6, como o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, “economia verde”, Protocolo de Nagoya e relação entre conhecimentos tradicionais e biodiversidade.
Entre os principais desafios da Convenção é apontado com a reafirmação da “preservação dos recursos biológicos e conhecimentos tradicionais nos marcos de direitos humanos, refutando a criação de um mercado sobre os bens comuns”.

domingo, 7 de outubro de 2012
III Congresso Cearense de Agroecologia
| CONTATOS |
| Secretaria do Evento E-Mail: 3iiicca@gmail.com
|
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Southeast for the Wise Woman Tradition
Wise Woman Tradition . . .
earth-based healing, local plants, & deep nourishment
IV ENGA - Encontro Nacional de Grupos de Agroecologia
É com muita gratidão que os grupos de agroecologia da Universidade Federal de Viçosa (Apêti, Sauípe, GAO, Gengibre) assumiram a missão de organizarem, em Viçosa, entre os dias 15 e 19 de novembro de 2012, IV ENGA (Encontro Nacional de Grupos de Agroecologia).
O ENGA é um dos principais eventos agroecológicos de nosso país. É um importante encontro onde se é possível realizar de maneira concreta troca de experiências agroecologicas, sejam de forma prática ou teórica. Além de ser um espaço fomentador de discussões pertinentes ao nosso projeto de sociedade.
A escolha de Viçosa para sediar este evento ocorreu durante a Cúpula dos Povos, no evento Rio + 20, durante uma deliberação da REGA (Rede dos Grupos de Agroecologia) e se concretizou durante a Troca de Saberes, em Viçosa, na Semana do Fazendeiro. Realizou-se então, um círculo dos sonhos, compartilhando nossas intenções e desejos em relação a esse encontro, com o intuito de integrar os grupos alternativos de Viçosa, para que assim seja uma construção coletiva de todos nós.
O IV ENGA – Viçosa pauta seus objetivos em fortalecer a agroecologia como ferramenta política e de transformação social, por intermédio da articulação e formação dos grupos agroecológicos do Brasil.
As diretrizes que norteiam nosso objetivo são:
1) Ampliar a geração de saberes agroecológicos para além dos sujeitos envolvidos com o movimento agroecológico da região;
2) Assegurar a continuidade do ENGA;
3) Criar ambientes para o processo de ensino-aprendizagem da transdisciplinaridade e ampliar a concepção de interdisciplinaridade junto aos participantes;
4) Fortalecer a rede dos grupos de agroecologia (REGA) e o movimento agroecológico regional e nacional;
5) Construir um encontro que minimize os impactos gerados por um evento deste porte;
6) Estreitar as parcerias com os Movimentos Sociais e Organizações pautadas na agroecologia;
7) Possibilitar à comunidade acadêmica conhecer os/as agricultores/as e suas práticas, ampliando o diálogo entre os grupos e núcleos de pesquisa junto as comunidades;
8) Elaborar em conjunto com os participantes, ferramentas e estratégias para ações futuras articuladas nacionalmente.
A metodologia que o IV ENGA – Viçosa empregará segue a partir da organização de espaços onde os grupos agroecológicos possam compartilhar seus saberes, sendo partilhados da seguinte maneira:
1) Instalações Pedagógicas;
2) Cultura e Arte;
3) Mesas de Debates;
4) Oficinas e Vivências;
5) Espaço de Articulação da REGA.
Gostaríamos de convidar vocês a participarem dessa construção coletiva, que demandará muitos esforços, mas que estreitará e fortalecerá os laços com grupos e entidades de todo o país, e assim potencializará e fomentará ainda mais a agroecologia no Brasil.
Tragam ou enviem sugestões de oficinas, de discussões temáticas, de culturais, de articulações, de organização e de comunicação. Estamos no processo de organização e formação de equipe.
GRUPO DE AGROECOLOGIA DO BRASIL! ENVIEM O NÚMERO DE PESSOAS QUE TENHAM INTERESSE DE PARTICIPAR DO IV ENGA – VIÇOSA PARA NÓS PLANEJARMOS A ALIMENTAÇÃO E O ALOJAMENTOS DE VOCÊS!
As reuniões estão ocorrendo todas as quartas-feiras, às 14h na Casa da Transição (Casa 18 da Vila Gianetti), Viçosa-MG. Contamos com a presença de vocês! Tragam idéias, sonhos e disposição!
E-mail para contato: motiro_o@yahoo.com.br
Agradecemos e aguardamos contato!!
Mutirão Ciranda - SAUIPE, Apêti e GAO
C.O IV ENGA - Viçosa MG
"Em toda ação, Viçosa em Transição!"
EXPEDIÇÕES AGUAS LATINAS
Olá amig@s e Companheir@s! Assinam este e-mail: André Barbosa, Bruno Pinheiro, Camila Mello,
Guaíra Maia e Thiago Moraes Se você está recebendo este email é por dois motivos: primeiro,
porque em algum momento militamos juntos por este Brasil afora;
e em segundo lugar porque sabemos que você sempre colabora e luta
por projetos que buscam um mundo mais justo, mais saudável e menos
desigual e, agora, necessitamos do seu voto de confiança, contribuindo
com um projeto que tem como pano de fundo o objetivo de fortalecer a
articulação regional das lutas em defesa da água na América Latina. Trata-se das Expedições Águas Latinas: uma série de viagens que serão
realizadas dentro e fora do Brasil nas quais temos em vista fortalecer
as lutas locais no que tange a água, popularizando o uso de ferramentas
como os mapeamentos participativos e a cartografia social, com referenciais
na educação popular e ambiental. Estamos caminhando para a nossa primeira Expedição e precisamos
muito do seu apoio!!! Nossa primeira viagem será para a Colômbia, onde vamos conhecer um
projeto muito interessante que está sendo realizado pelo oitava ano
consecutivo: a Travessia por el Rio Tunjuelo, uma tradicional caminhada
em defesa da Bacia Hidrográfica do Rio Tunjuelo, que acontecerá entre
os dias 12 e 15 de outubro de 2012. Vamos participar da caminhada junto dos jovens colombianos
trocando experiências em metodologias de mapeamento participativo que
vem sendo aplicadas em ambos os território no contexto do
saneamento ambiental e da governança da água! Além de participar
da caminhada, temos em vista acumular as primeiras informações e
experiências para um projeto maior e mais amplo, de fortalecimento
das lutas pelos direitos humanos e pelos direitos da água, assim como
para formulação e proposição de instrumentos e metodologias de
participação e controle social. Se quiser mais informações, você pode encontrar em nossa
página no Facebook: https://www.facebook.com/AguasLatinas/app_291608934212293 ou
entrar em contato direto com qualquer um de nós. Como você pode colaborar? Estamos acreditando no poder do coletivo para viabilizar esta viagem.
Não estamos buscando apenas ajuda com dinheiro, há duas formas com a
qual você pode nos ajudar a realizar esta expedição e fortalecer a
articulação regional das lutas em torno da defesa da água: 1.. Se você tem milhagens sobrando, pode trocar por uma passagem
ida e volta da Colômbia e garantir a ida de mais uma pessoa
para a Colômbia. 2.. Você também pode realizar uma doação em dinheiro no valor
mínimo de R$ 15 por meio de nossa página de Crowdfunding
(https://www.facebook.com/AguasLatinas/app_291608934212293).
Caso encontre problemas com o sistema, a doação também pode ser
feita por meio de depósito ou transferência bancária na conta de
Bruno Pinheiro – Bradesco | C/C 0018095-5 | Ag 1611 |
CPF 351.345.838-03. Sempre, Todos Juntos Somos Fortes! Porque Água Não tem Dono! Camila Mello Geógrafa e Educadora Popular Skype: camilagmello rejuma.org.br epajuma.org.br Instituto Refloresta " Felicidade se acha em horinhas de descuido." Guimarães Rosa
BANIR AGROTÓXICOS.
Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.














