Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Praticas Terapeuticas na Agricultura


Manejo adaptado e práticas terapêuticas em horticultura são temas
de Dia de Campo em Arandu

Com o objetivo de ampliar a produtividade e controlar o ataque de pragas e doenças na olericultura (cultivo de legumes e verduras), com promoção da fertilidade do solo, e melhorar as condições ambientais para as plantas cultivadas, a CATI Regional Avaré realizou no dia 29 de janeiro, o Dia de Campo sobre “Manejo adaptado e práticas terapêuticas em horticultura”. O evento ocorreu na Fazenda Boa Vista, do olericultor orgânico José Guilherme Benedetti, em Arandu, onde 34 pessoas entre olericultores, técnicos e produtores rurais do município e de Avaré tiveram orientações teóricas e práticas sobre o tema. Também estiveram presentes  o secretário de Agricultura e Abastecimento de Arandu, Valter Câmara, o agricultor Celso Deolin, presidente da Associação dos Produtores Rurais do Bairro Anhumas (Apran) e o diretor da CATI Regional Avaré, Eliseu Aires de Melo.

A Casa da Agricultura de Arandu e a Prefeitura Municipal apoiaram a realização do evento que teve como palestrantes principais o agrônomo-homeopata João Nabuco e a engenheira florestal Lívia Moraes, ambos de uma empresa com sede em Águas de Santa Bárbara, especializada no uso de terapias homeopáticas na agropecuária.
 
A abertura do evento foi feita pelo engenheiro agrônomo Sérgio Faria, da CATI Regional Avaré, que abordou a importância de o produtor rural transformar as condições do solo e do meio ambiente da área cultivada, por meio do uso de técnicas consagradas como a adubação orgânica, adubação verde, compostos orgânicos, adubação mineral de baixa solubilidade, plantio direto, cobertura do solo. Ele também enfocou a necessidade de redesenhar a propriedade com uso adequado de quebra-ventos, plantio na face Norte, cordões vegetais, mapeamento dos talhões e a máxima utilização dos “processos” ao invés da máxima utilização dos “produtos”. “Essas ações libertam os produtores rurais dos pacotes tecnológicos propostos pela agricultura convencional, baseada principalmente no uso de adubos químicos, agrotóxicos, defensivos, pesticidas e inseticidas de alta toxicidade para o homem, os animais e o meio ambiente”, explicou Sérgio Faria. 

Homeopatia na agricultura - Na sequência, o agrônomo-homeopata João Nabuco discorreu sobre o histórico da homeopatia desde o médico suíço Paracelso (ano 1500), passando por Samuel Hahnemann (1755-1843), Rudolf Steiner (Antroposofia, agricultura biodinâmica), até os dias atuais com o professor doutor Vicente Wagner Dias Casali, agrônomo que, desde 1996, estuda o uso da homeopatia na agricultura na Universidade Federal de Viçosa (UFV), Minas Gerais.

Em seguida, Nabuco abordou a ação homeopática no estímulo da força vital das plantas e sua autodefesa, citando exemplos da eficácia do controle de pragas e doenças em viveiros de mudas, cultivos de plantas e criações animais, apontando as vantagens da homeopatia: ser atóxica; de fácil manejo; poder ser aplicada via irrigação e sem período de carência, proporcionando plantas com maior teor de óleos essenciais, brilho, vigor, persistência foliar, raízes rustificadas e ativas. “Com o estímulo homeopático, temos uma ação primária instantânea e uma ação secundária duradoura na planta com efeito acumulativo, natural e fisiológico”, esclareceu Nabuco.

Projeto – De acordo com a responsável pela Casa da Agricultura de Arandu, Helena Giraldi, o município deverá desenvolver um projeto de olericultura com oito produtores integrantes da Apran, visando apoiar e fortalecer o fornecimento de produtos locais para a Prefeitura de Arandu pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar  (PNAE). “Temos a intenção de atuar também no setor de bananicultura, inserindo os produtores da Agrofaria, associação que além da fruticultura trabalha com hortas e peixes cultivados em tanques-rede”, explicou Helena.

Mais informações:

Casa da Agricultura de Arandu
(14) 3766-1124
CATI Regional Avaré
(14) 3733-1977 ramal 30
Caderno da Horta Orgânica Familiar com Homeopatia
Agroecologia - Conceitos

Colaboração: Jornalista Fernando Franco Amorim/CATI Regional Avaré

sexta-feira, 9 de março de 2012

Homeopatia para agropecuaria


Prezada(o)s amiga(o)s,
 
Temos escrito várias vezes a vocês, divulgando o curso de homeopatia especialmente voltado para agropecuária, e que se iniciou na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, no mes de fevereiro de 2012. Vai iniciar agora em março também na cidade mineira de Itamonte.
O curso da Zona Oeste está ainda com numero insuficiente de pessoas . Vieram 16 pessoas, que parece que gostaram muito, mas  são insuficientes para manter o curso, que necessita de aproximadamente  mais 14.
 
Queriamos destacar que a professora do curso é Margarida Pinheiro, uma das lideranças da Associação das Mulheres Trabalhadoras de Tombos, e integrante da Apat. Creio que uma forma concreta de ajudarmos ao grupo da Zona da Mata, que acabou de viver duro golpe com o fechamento de sua associação,, é tentar viabilizar com tranquilidade o curso de homeopatia no Rio. A interrupção do curso seria mais uma perda e frustração, tanto para ela e por extensão para o grupo de Tombos.
 
Então pedimos que vocês novamente se esforcem em divulgar o curso junto a pessoas amigas, conhecidas, instituições. Em anexo estamos encaminhando um cartaz do curso, orientações, além da ficha de inscrição.
 
Dos organizadores do curso, recebemos as informações: de que, apesar da primeira aula já ter acontecido, a pessoa pode se inscrever, e receberá certificado se vier a partir da segunda aula. A seguir seus comentários:

 
"Vale destacar que no custo mensal de R$ 50,00, já estão incluídos lanche e almoço!

Dentre as pessaos que manifestaram interesse em participar, e as já inscritas, temos donas de casa e profissionais de várias áreas, entre elas, enfermagem, engenharia, economia, educação, geografia, veterinária... O que indica  que o curso será uma rica oportunidade de trocas de experiências, além de ser um espaço para confirmação de um modo alternativo de vida, no que diz respeito aos cuidados com a saúde, com a natureza e com nossas relações, pessoais e coletivas. Assim desejamos!

Qualquer dúvida, mantenham contato!
Contatos: 
Célia - tel. 3404-3395 (CCFP Pe. Rafael)
Oberdan - tel. 3404-3420
Marcos - cel. 8135-6114"
 
Contamos com vocês!
um abraço da equipe da Rede Ecológica

domingo, 29 de janeiro de 2012

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Agricultura: avanços na utilização da Homeopatia e espécies vegetais no controle de fungos fitopatogênicos

Ultimamente, a preocupação da sociedade com os impactos da agricultura no ambiente e a contaminação da cadeia alimentar com defensivos agrícolas químicos (agrotóxicos), têm expressão na presença de segmentos do mercado ávidos por produtos agrícolas diferenciados, principalmente na fruticultura. O Brasil é um dos três maiores produtores mundiais de frutas, onde se destaca a cultura do abacaxi (Ananas comosus (L. Merril) var. comosus (Coopens & Leal), principalmente as cultivares "Pérola" e "Smooth Cayenne", estando presente em praticamente todos os estados, com compensador retorno econômico, quando conduzida adequadamente, além de exercer relevante função social, evidenciada pela intensa absorção de mão-de-obra rural.
Apesar do impacto sócio-econômico, doenças e pragas estão entre os principais obstáculos o aumento da produtividade e produção com qualidade, obrigando ao uso constante de agrotóxicos. A resistência a agrotóxicos, desenvolvida por fungos fitopatogênicos de importância agronômica, é considerada um dos principais fatores limitantes na eficácia e na vida útil das mais variadas estratégias de controle das doenças no abacaxizeiro. Dentre essas doenças, a fusariose, causada pelo fungo Fusarium subglutinans f. sp. ananas, destaca-se por ser a que maior prejuízo econômico traz aos produtores, com perdas estimadas em 30-40% em frutos comercializáveis e 20% do material propagativo.
Atualmente, estudos envolvendo aplicabilidade de substâncias ativas a partir de extrações espécies vegetais (na forma extrativa, Tintura-mãe) e ultradiluições homeopáticas (bioterápicos) têm sido tema de inúmeras análises nos mais variados tipos de eventos. A farmacêutica homeopata, Maria Diana C. Sales (aluna do Programa de Doutorado em Biotecnologia da UFES), sob a orientação do agrônomo fitopatologista, Dr. José Aires Ventura (Incaper-ES), pesquisadores do grupo de pesquisa do CNPq em defesa vegetal, realizam pesquisa e desenvolvimento de Bioprodutos ativos com potencial eficiência antifúngica e controle da fusariose no abacaxizeiro, como modelo de medida de controle fitossanitário. Uma das espécies mais estudadas por seu potencial fitoterapêutico e semelhança botânica e morfologia é a planta medicinal Babosa (Aloe vera L.)
Na Homeopatia, os bioterápicos são preparados segundo procedimentos farmacêuticos oficiais (FHB, 2003; MNT, 2007), a partir de cultura dos agentes fitopatogênicos do abacaxi (Fusarium subglutinans f. sp. ananas) e de material patológico na folha de cultivares "Pérola" e Smooth Cayenne, mais suscetíveis à doença fusariose. Os resultados dos experimentos apontam para o potencial de substâncias bioativas, presentes em 65 espécies vegetais testadas, principalmente na forma de Tintura-mãe e em ultradiluições homeopáticas (Bioterápicos) e demonstram a capacidade de ativar sistemas de resistência vegetal e eficácia no controle de fungos fitopatógenos no abacaxizeiro, através da preparação de Bioprodutos ativos.
Estes produtos se apresentam com uma opção à utilização de agrotóxicos, com aplicação fitossanitária, associando os benefícios de serem ambientalmente seguras e economicamente viáveis, como medida alternativa no controle de doenças fúngicas, compatíveis com sistemas de produção integrada e orgânica. Estes resultados tornam-se promissores e impactantes do ponto de vista de controle preventivo, como um Bioproduto ativador de resistência a doenças na agricultura, indicando assim uma nova opção para o manejo da fusariose, não dependente de insumos químicos, tornando-se parte do desenvolvimento sustentável, conciliando as necessidades econômicas e sociais da população humana, com a preservação ambiental e qualidade de vida.
Maria Diana C. Sales
Laboratório de Biotecnologia Aplicada ao Agronegócio
Núcleo de Biotecnologia - CCS/UFES

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

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