Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!



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Sistematizaciones
REVOLUCIÓN AGROECOLÓGICA:
El movimiento de campesino a campesino de la ANAP en Cuba - 2010
Considero el presente trabajo de sistematización de las experiencias surgidas durante la implementación de la agroecología y la agricultura sostenible – en las economías campesinas y cooperativas cubanas–, como una oportunidad y un momento necesario para la reflexión y el aprendizaje.
Libro en PDF separado por capitulos  
1 Cubierta
10 Cap1
2 Creditos
11 Cap2
3 Indice
12 Cap3
4 Agradecimientos
13 Cap4
5 Prologo ANAP
14 Cap5
6 Prologo Via Camp
15 Cap6
7 Prologo Oxfam
16 Cap7
8 Resumen Ejecutivo
17 Cap8
9 Introduccion
18 Bibliografia
   
Libro en PDF completo

http://www.pidaassa.org/


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Plano Safra 2012-2013


Plano Safra 2012-2013 é elogiado por diferentes segmentos sociais

05/07 
As medidas anunciadas pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, durante o lançamento do Plano Safra 2012-2013, repercutiram positivamente entre os diversos segmentos sociais que compareceram nesta quarta-feira (4) à solenidade no Palácio do Planalto. Agricultores familiares, representantes de movimentos sociais, prefeitos e governadores comemoraram o investimento recorde de R$ 22,3 bilhões para a implementação de medidas em prol da agricultura familiar.

Uma das medidas é a inclusão do agricultor com renda bruta até R$ 10 mil ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o aumento do limite de financiamento de custeio, que passa de R$ 50 mil para R$ 80 mil.

Outra proposta destacada foi a redução das taxas de juros do Pronaf, que para os financiamentos até R$ 10 mil será de 1% ao ano; de R$ 10 mil a R$ 20 mil, 3%; e de R$ 20 mil a R$ 80 mil cai de 4,5% para 4%. Para o agricultor familiar Ivonildo Rei, representante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) do Rio Grande do Sul, a diminuição dos juros é uma das ações que mais beneficiará aqueles que pretendem acessar o Pronaf. “Com isso, os agricultores que querem adquirir as linhas de créditos não terão problemas com endividamento no futuro”, afirmou.

Representante da Via Campesina, Leandro de Freitas salientou a luta histórica dos movimentos sociais de trabalhadores do campo pelo aumento do crédito rural, fundamental para a modernização da agricultura familiar. Ele ressaltou a importância de políticas públicas voltadas para o campo. “Com todas essas políticas nós queremos continuar na roça, porque lá nós temos luz, temos renda e temos para onde vender nossa produção,” assegurou.

A presidenta Dilma Rousseff fez questão de frisar a importância do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que também foram lembrados na elaboração do plano. O valor de venda para o Pnae passa de de R$ 9 mil para R$ 20 mil por agricultor e o PAA passa a ter uma nova modalidade de compra institucional em que estados e municípios compram da agricultura familiar com sua própria verba.

No total, serão investidos R$ 2,3 bilhões no PAA e Pnae, entre recursos do MDA, do Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome (MDS) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). De acordo com a agricultora familiar, dirigente nacional do MPA, Jucimara Almeida, com esses investimentos os agricultores sentirão na prática os benefícios das novas medidas anunciadas para o Plano Safra 2012/2013. “Eu, como agricultora, posso dizer que senti uma atenção especial voltada para nós, não só como agricultores, mas, também, como mulheres”, revelou.

Qualificação da produção

Na avaliação do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, as novas linhas de crédito permitirão uma qualificação da produção. “Estou muito feliz. A agricultura familiar pode e deve produzir mais e melhor, ter um nível de produtividade maior. A agricultura familiar não precisa ser necessariamente uma agricultura de pouca produção”, comentou.

O ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, fez uma avaliação geral sobre o plano. “Mais uma vez reduzindo taxas de juros e ampliando recursos, o governo federal viabiliza que os alimentos sejam produzidos e comercializados. E comercializados a preços acessíveis, contribuindo com a estabilidade de preços no âmbito nacional e com a política geral da presidenta Dilma Rousseff de contenção da inflação, redução da taxa de juros, aumento do consumo pelos brasileiros e brasileiras, elevando a qualidade de vida do nosso povo. Sem dúvidas, um grande Plano Safra”, analisou.

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário


Plano Agrícola contemplará cooperativas

05/07 
As cooperativas de produção agropecuária terão maior acesso aos recursos para a safra 2012/2013 e juros mais baratos. Esses valores poderão ser acessados pelos associados. Isto porque propostas apresentadas pelo sistema cooperativista ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foram contempladas no novo Plano Agrícola e Pecuário, lançado dia 28 de junho.

Os destaques estão no Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), cujo objetivo é apoiar as cooperativas de produção agropecuária, pesqueiras e aquícolas por meio de estímulos de crédito para a recuperação ou reestruturação patrimonial. O montante de recursos disponibilizados para esse programa é de R$ 3 bilhões, o que corresponde a um aumento de 50% em relação à safra anterior.

O Procap-Agro conta com a modalidade capital de giro, com limite de crédito que passa a ser de R$ 40 milhões por cooperativa, podendo ser ampliado para até R$ 50 milhões, quando contratado por cooperativa central. Para a safra 2012/2013, foi autorizada a concessão de crédito diretamente às cooperativas para saneamento financeiro por meio da integralização de quotas-partes. As cooperativas da região Sul poderão obter o financiamento do Procao-Agro com taxa de juros de 5,5% ao ano, a título de crédito emergencial, em decorrência das perdas ocasionadas pela estiagem durante a safra 2011/2012.

Outra novidade são as alterações nas normas de enquadramento das ações desenvolvidas no âmbito do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop). Com a medida, o Governo reiterar a abrangência de todos os setores cooperativos de produção. Esse programa conta com a disponibilidade de recursos de R$ 2 bilhões para apoio financeiro aos à produção, beneficiamento, industrialização e armazenagem de produtos agropecuários, às ações de adequação sanitária e de recuperação de solos. E o limite de financiamento passa de R$ 60 milhões para R$ 100 milhões.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

sábado, 30 de junho de 2012

Feiras Ecosoliádrias e Agroecológicas

Feira de Economia Solidária e Agroecologia - 5h às 12h - quartas - em frente ao CCSA-UFPE
         
       
     
      Breve Histórico sobre a Feira de Economia Solidária e Agroecologiaterça-feira, 9 de março de 2010 16:27A FEIRA...


 Agricultores familiares e empreendedoras solidária promovem desde dezembro de 2006 num espaço localizado em frente ao Centro de Ciências Sociais Aplicadas a Feira de Economia Solidária e Agroecologia, todas as quartas de 5h às 13h.
No entanto, a idéia da Feira foi concebida quase um ano antes, mais exatamente durante o I Seminário Pernambucano de Economia Solidária: Conexão entre a Prática na Sociedade e os Estudos na Universidade (I SPEEPS), nos dias 26 e 27 de Janeiro na UFPE, promovido pelo Núcleo de Economia Solidária da UFPE (NECSO), a motivação surgiu durante a palestra do Presidente da Associação dos Produtores Agroecológicos e Moradores do Imbé, Marrecos e Sítios Vizinhos (ASSIM), localizada em Lagoa de Itaenga Mata Norte, que aproveitando a ocasião provocou a universidade a abrir espaço dentro dela para realização de feira agroecológica, como já vinha acontecendo em vários bairros do Recife, além da possibilidade do espaço, o presidente da ASSIM tinha como interesse principal de divulgar a Agroecologia para os professores, servidores e estudantes, sendo este público considerado por ele como importante para melhor assimilar os hábitos de um consumo consciente e saudável. Simultânea ao I SPEEPS, ao lado do auditório, a ASSIM junto com outros empreendimentos da economia solidária realizaram uma pequena feira de economia solidária e produtos orgânicos, que teve bastante sucesso e aceitação.
Nos meses seguintes, o NECSO fez articulações junto a UFPE nos seus principais órgãos para conseguir a autorização para viabilizar a solicitação feita pela ASSIM. Paralelo a isto, o NECSO construiu um projeto de extensão Para concorre ao edital PROEX/SESU/MEC, intitulado Jovens Agricultores Comunicando e Protagonizando a Economia Solidária e Agroecologia, o qual foi realizado de janeiro a agosto de 2007. O projeto visou a capacitação dos jovens da ASSIM nas temáticas de comunicação social, economia solidária e gestão, e dentre suas ações está a realização da Feira na UFPE.
Assim em dezembro iniciou a Feira de Economia Solidária e Agroecologia, com a participação da ASSIM, Ecoorgânica, Centro de Saúde Alternativa da Muribeca (CESAM), Grupo de Artesanato Brasil Novo e Associação dos Trapeiros de Emaús.

OS PARTICIPANTES...

A Associação dos Produtores Agroecológicos e Moradores do Imbé, Marrecos e Sítios Vizinhos (ASSIM) está localizada em na área rural do município de Lagoa de Itaenga, Mata Norte de Pernambuco. Após capacitações obtidas junto ao Serviço de Tecnologia Alternativa (SERTA) os agricultores associados iniciaram o plantio agroecológico de verduras, macaxeira, milho entre outros, bem como a participação em espaços de comercialização de produtos desta natureza, como Espaço Agroecológico de Boa Viagem e Olinda. Além dos produtos agroecológicos, o grupo de mulheres da ASSIM, dentre elas muitas jovens, desenvolvem o beneficiamento dos produtos orgânicos como sucos, bolos, pães e doces, técnicas obtidas através de capacitações realizadas pela Incubacoop/UFRPE, e também confeccionam artesanato com matéria-prima local e costura.

Contatos:9696 3614 / 9683 8730 (Orgânicos)
9607 9823 (Beneficiamento)
assim1998agro@yahoo.com.brassim1998@hotmail.com
http://www.agroecologia-pe.blogspot.com/

http://www.beneficiamento.blogspot.com/

A ECOÔRGANICA - Cooperativa de Produtores Familiares Orgânicos está localizada no município de Vitória de Santo Antão, Pernambuco, a 45 km da capital Recife. Nela agregam agricultores orgânicos provenientes da Bacia do Goitá. Através do apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), hoje conta com uma Unidade de Beneficiamento e Agregação de Valor, com capacidade de processamento e beneficiamento de 24 toneladas semanais de produtos orgânicos. A cooperativa busca consolidar um pólo de agricultura familiar orgânica no Estado, contribuir para a inclusão de famílias de produtores no mercado formal, aumentar a renda e qualidade de vida das famílias, através do uso mais racional do meio ambiente.

Contatos: 9257 7834 / 8853 5403

http://www.hortaevida.com.br/

O Centro de Saúde Alternativa da Muribeca (CESAM) está localizado no bairro da Muribeca, no município de Jaboatão dos Guararapes, formados somente por mulheres. O CESAM trabalha com produtos fitoterápicos, ou seja, produtos como pomada, multi-mistura, xarope e ervas derivados da agricultura orgânica, pois possuem sua própria horta de onde retiram parte da matéria-prima para produção dos produtos fitoterápicos. Desde sua formação recebeu apoio Centro Nordestino de Medicina Popular e do Centro Estudos e Ação Social Urbano de Pernambuco (CEAS Urbano PE), já teve a oportunidade de ser objeto de pesquisa de pós-graduação, bem como de apresentar sua experiência na produção de fitoterápico na Holanda, Europa. Também comercializam no Domingo na Rua (Recife Antigo) e na Feira da Prefeitura do Recife (toda última semana do mês).

Contato: (81) 3476 9420
http://www.fitoterapia-pe.blogspot.com/
Rua Engenho Guararapes, Quadra 3 nº 31 – Conjunto Brasil Novo – Muribeca – Jaboatão dos Guararapes-PE – CEP: 54.321-970

O GRUPO DE ARTESANATO BRASIL NOVO está localizado no bairro da Muribeca, no município de Jaboatão dos Guararapes. O grupo formado somente por mulheres produz e comercializa produtos de artesanato e costura, para tanto obtiveram que teve capacitações e acompanhamento do Centro Estudos e Ação Social Urbano de Pernambuco (CEAS Urbano PE). Também estão presentes no Domingo na Rua (Recife Antigo), na Feira da Prefeitura do Recife (toda última semana do mês) e no Shopping Boa Vista.

Contato: (81) 3476 9091muribeca_gabn@yahoo.com.br
http://www.artesanato-pe.blogpspot.com/
Rua do Espinheiro, s/n – Conjunto Brasil Novo – Muribeca – Jaboatão dos Guararapes-PE – CEP: 54320-000


 

sábado, 11 de junho de 2011

O Cooperativismo Popular

O Cooperativismo Popular é uma prática que defende um modelo de produção oposto aos princípios do sistema capitalista. Dentro dessa política alternativa é incentivada a criação de novas lideranças que gerem trabalho e renda, especialmente para comunidades carentes e pessoas em situação de instabilidade econômica.

O modelo do Cooperativismo Popular se diferencia de outras espécies de organizações socioeconômicas, exatamente por reunir associados que vivem na exclusão e por possuir um modelo democrático e participativo, voltado mais para o bem comum do que para o lucro. Essas organizações voluntárias aceitam sócios sem restrições, contanto que eles participem ativamente de todas as atividades desenvolvidas pela cooperativa. 

Toda a renda gerada por uma atividade específica de cada cooperativa é democraticamente distribuída entre os membros, sendo que a renda máxima não pode ultrapassar o triplo da renda mínima. 

As chamadas incubadoras são estruturas essenciais para que o Cooperativismo Popular dê certo, pois elas são as responsáveis por orientar e viabilizar a criação das cooperativas. A formação de uma rede de Incubadoras de Cooperativismo Popular é uma forma de criar interação entre essas cooperativas, o que resulta no surgimento de projetos que trabalham a favor da população. 

Uma cooperativa que trabalha com reciclagem, por exemplo, pode se vincular a uma cooperativa que reúne catadores de materiais recicláveis para otimizar seus resultados. Assim, os envolvidos no trabalho de ambas as cooperativas são beneficiados pelo lucro e ao mesmo tempo prestam um serviço de interesse público.

Voltando um pouco no tempo, vamos ver que o Cooperativismo Popular nasceu em 1844 e tem suas raízes em solo inglês. Considerada a primeira cooperativa moderna, a Sociedade dos Probos Pioneiros de “Rockdeiol”, reuniu 28 operários do bairro “Rochdeiol-Manchester” e mostrou ao mundo o que até hoje são os princípios que compõe o autêntico cooperativismo.

A criação, em 1995, da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, da UFRJ, é considerada um marco para o desenvolvimento do modelo econômico no Brasil. A Universidade Federal do Rio de Janeiro se tornou pioneira em implantar o vínculo entre universidade e cooperativa popular. A ITCP foi criada para formar cooperativas, ou seja, criar alternativas de trabalho, renda e cidadania para seus membros. O foco dos empreendimentos da incubadora é atender indivíduos e grupos em situação de vulnerabilidade social e econômica. Ela busca incentivar a cooperação, não somente dentro do grupo, mas também entre a cooperativa e a sociedade à sua volta, promovendo, dessa maneira, a inclusão social.

Mas um trabalho assim não é fácil. Existem diversos fatores que dificultam o desenvolvimento de iniciativas como a ITCP do Rio de Janeiro. Segundo o coordenador do projeto, Gonçalo Gonçalves, o principal desafio da incubadora está relacionado ao perfil das pessoas com que eles trabalham. "São pessoas que enfrentam dificuldades na sociedade, seja no plano da educação, no acesso a financiamento, a crédito, entre outras coisas".

A Incubadora da UFRJ possui mais de 50 projetos em execução em diversas áreas e atingindo os mais diferentes setores da sociedade. São desenvolvidos projetos ligados à educação, à ciência, à informática e à reciclagem, que são subsidiados por diversas empresas da iniciativa privada e pública. Para quem deseja conhecer um pouco mais sobre o trabalho da ITCP, basta acessar www.itcp.coppe.ufrj.br. 

Em Bauru, a UNESP também possui um projeto semelhante ao da Universidade do Rio de Janeiro. A Incubadora de Cooperativas Populares da Unesp, também conhecida como INCOP surgiu em 2003 em diversos campi da UNESP. Segundo a técnica do projeto de resíduos da INCOP de Bauru, Juliana Melo Ferreira, o projeto vem se desenvolvendo mais ativamente nos últimos sete meses. 

O projeto atual da Incubadora de Bauru, coordenado por Juliana, é intitulado "Resíduos Sólidos" e funciona em parceria com cooperativas de outras universidades (USP, Unicamp e Ufscar) e outros campi da Unesp (Assis, Presidente Prudente e Ourinhos). “O objetivo do projeto é formar cooperativas de catadores [de lixo reciclável] e ao mesmo tempo uni-los em redes, não só de comercialização, mas também de troca de informações.”, explica ela. Para Juliana, a iniciativa de projetos de extensão como esse é uma obrigação de toda universidade, que exerce seu papel político quando apóia projetos desse gênero.
http://www.vidagua.org.br/

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

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