Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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domingo, 8 de julho de 2012

Congreso Mundial de la Naturaleza /Setembro 2012


Acerca del Congreso Mundial de la Naturaleza

El Congreso Mundial de la Naturaleza es el acontecimiento relativo a la conservación más grande y de mayor diversidad del mundo. Se celebra cada cuatro años y su objetivo es mejorar la forma en que gestionamos nuestro medio ambiente natural para el desarrollo humano, social y económico.
El Congreso Mundial de la Naturaleza se celebrará del 6 al 15 de septiembre de 2012 en el Centro de Convenciones Internacionales (ICC) de Jeju, República de Corea. Líderes de gobiernos, sector público, organizaciones no gubernamentales, compañías, agencias de las Naciones Unidas, y organizaciones sociales, se reunirán para discutir, debatir y tomar decisiones para resolver los asuntos más apremiantes del mundo en materia de medio ambiente y desarrollo.
Los conservacionistas por sí solos no pueden emprender acciones de conservación eficaces. El Congreso Mundial de la Naturaleza de la UICN en el 2012 es el lugar para dejar de lado las diferencias y trabajar juntos para proporcionar los medios y mecanismos para una buena gobernanza ambiental, basada en el compromiso de todos los sectores de la sociedad para compartir tanto las responsabilidades como los beneficios de la conservación.
El Congreso tiene dos componentes :
  • Un Foro, donde los Miembros y socios de la UICN pueden discutir ideas, pensamientos y prácticas de vanguardia.
  • Una Asamblea de Miembros, que es un parlamento medioambiental mundial único de gobiernos y ONGs.
http://www.iucnworldconservationcongress.org/es/congreso/

domingo, 24 de junho de 2012

A natureza sob a DITADURA da minoria

A natureza sob a DITADURA da minoria

Marcos Antonio Dantas de Oliveira

Ora uns poucos, homens e mulheres [com muita riqueza privada] a exercem com vigor ao usar no conforto de suas vidas, o consumo supérfluo de produtos [programadamente obsoleto], quer oriundos da natureza, quer produzidos artificialmente; utilizam suas posições sociais privilegiadas para engendrarem seus desejos, como direito secular; uma cultura senhorial, que usa o consumo de luxo como ferramenta para demarcar a distância social entre os vários segmentos da sociedade: escolarizados e analfabetos, ricos e pobres, produtores e consumidores, serviçais e protagonistas.

E esses poucos apropriam-se e usufruem com vigor dos bens primários: liberdade, cidadania, educação, segurança alimentar, renda, inteligência, felicidade... .
Uma ditadura da minoria, por prerrogativas econômicas e patrimoniais, que devasta a natureza pela forma mais degradante de consumo – ouro em pias e em ralos – a opulência [aqui mede-se o tamanho da desigualdade pela luxúria, soberba e avareza]. Esses ditadores usam suas influências pelo uso do poder e do dinheiro em todas as instâncias do fluxo circular da vida humana para provocar danos irreversíveis aos biótipos, biótopos e biomas. E com rigor aos homens e mulheres, ora em condições sociais que não são as suas.
Ora muitos outros, homens e mulheres [com pouca riqueza privada], inclusive, o agricultor, o extrativista, o pescador [... quilombola, quebradeira de coco, catadora de mangaba, faxinalense, fundo de pasto, índio], o rurícola e sua heterogênea tipificação e hierarquia, a fazem também com vigor, nesse caso pela carência de alimentação, vestuário, renda, moradia, educação e políticas públicas que sustente-lhes com vida digna; e assim usam os recursos naturais como ferramenta de manutenção de suas lógicas familiares – mito, cultivo, propriedade comum, ocupação, renda, posse, sucessão e família; e irremediavelmente degradam os biótipos, biótopos e biomas, severamente.
Um sobreviver precário, para muitos uma tarefa árdua: do sobretrabalho e subemprego de adultos como de crianças e adolescentes - "despachos judiciais permitem a adolescentes de 14 e 15 anos trabalhar; e a quantidade de autorizações envolvendo crianças mais novas, até 13 anos, é assustadora" (Ecodebate. com. br, 2011/out/24); uma situação ilegal, uma afronta ao Estatuto da Criança e do Adolesecente/ECA. E para outros tantos, desemprego.

Como também do procriar aflito: por moradia insalubre, desnutrição, assistência social precária e insuficiência de rendas produtivas e ou não produtivas.
É uma outra ditadura da minoria, agora ao avesso, que por ausência de prerrogativas econômicas e patrimoniais, esses ditadores devastam a natureza pela forma mais decidida de resistência – lenha para cozinhar, aquecer e vender – a sobrevivência [aqui mede-se o tamanho da desigualdade pela falta ou insuficiência dos bens primários]. Nessa, agricultores, extrativistas e pescadores familiares [povos e comunidades tradicionais], em maioria, e presente nos estados com indicadores sociais baixos – Alagoas, um deles, inclusive com um serviço de pesquisa agropecuária e extensão rural ineficaz, e assim incapaz de ajudá-los a sair dessa incômoda posição.
Onde estão as vantagens ecológicas, sociais e éticas dos agricultores, extrativistas e pescadores familiares [povos e comunidades tradicionais]?
Porém, as relações entre essas categorias por conviver no mesmo território, no âmbito da esfera privada, requer argumentações e alianças para assim reordenar seus assentamentos com novas relações para educar usar, conservar e preservar os recursos: flora, fauna, minerais, fósseis, água, ar, luz solar; para a diversidade de política: ecológica e econômica, fundiária e ambiental, produção e consumo, moradia e seguridade social, agrícola e seguros nas atividades do primeiro, segundo e terceiro setor, como para a cultura dos povos tradicionais e autotócnes, suas etnias e seus patrimônios imateriais.

É imperativa uma convivência assentada no controle e na distribuição da riqueza econômica e pública – bens, serviços e lucros, potenciais ecológicos e impostos.
E no âmbito da esfera pública [viver junto] entender as frágeis relações sociais com as outras categorias, e assim atinjam mortamente essas imperativas ditaduras que os impedem de serem livres, iguais e felizes, de terem vida digna, para além do Homo economicus, para o Desenvolvimento [Durável] Sustentável – conflito, gestão e justiça social em concertação. Aliás, compreender o estado da vida [e de vida] dos sem-acessos, no presente, é reorganizar e melhorar com trocas desinteressadas e solidárias, às trocas desiguais ecológicas e econômicas. 
Portanto, é a dialética como exercício máximo de sua individualidade [liberdade individual e cidadania igual], que assegura-lhes não só a liberalização de uma vida confortável; sobretudo, à liberdade de suas escolhas individuais e coletivas; de aperfeiçoá-las ao longo da vida para desfrutar dos bens primários em contínuos processos de aprendizagem, de desaprendizagem e de reaprendizagem dos princípios ecológicos – autonomia, interdependência, parceria, cooperação, diversidade, flexibilidade – e dos fundamentos econômicos – ativos, dividendos e lucros –, ao pensar, dialogar e agir para assegurar que a gestão estratégica e operacional dos recursos [inclusive os naturais] e da estrutura dos impostos efetivem os objetivos estabelecidos pelo setor estatal e pelo setor privado [do planejamento estratégico ao bem-estar, da produção ao consumo sem desperdício, da legislação à fiscalização eficiente, da pesquisa ao ensino de qualidade, da inovação ao ganho de produtividade, da mídia ao voto incorruptível].
Afinal, para aonde estão indo, com tanta insegurança, inclusive a jurídica, o agricultor, o extrativista, o pescador [... quilombola, quebradeira de coco, catadora de mangaba, faxinalense, fundo de pasto, índio], o rurícola e suas famílias?
Publicado pela Tribuna Independente, Maceió – Alagoas, 2012

Em: http://sabecomquemestafalando.blogspot.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A FALTA DE CONTATO COM A NATUREZA

A falta de contato com a natureza gera transtornos de comportamento nas crianças 

A importância da Educação Ambiental com atividades interativas na natureza para evitar este problema

Transtorno da falta de contato com a Natureza (Nature Deficit Disorder), é um termo criado por Richard Louv em seu livro, Last Child in the Woods (Tradução: A Última Criança nas Florestas) e refere-se à alegada tendência de as crianças terem cada vez menos contato com a natureza, resultando em uma ampla gama de problemas de comportamento.

Louv afirma que estudos realizados com estudantes na Califórnia e na maior parte dos Estados Unidos mostraram que as escolas que utilizam as salas de aula ao ar livre e outras formas de educação utilizando experiências com a natureza, seus estudantes apresentaram significativamente melhor desempenho em estudos sociais, ciências, artes, linguagem e matemática.

Veja o artigo completo sobre os estudos das conseqüências para as crianças deste problema e a importância da educação ambiental com atividades interativas na natureza para evitá-lo

http://ra-bugio.blogspot.com/2011/05/transtorno-da-falta-de-contato-com.html

Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul – SC
http://www.ra-bugio.org.br/

Acompanhe nosso trabalho de Educação Ambiental nas escolas públicas para salvar a MATA ATLÂNTICA

http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php

e também na nossa página no FACEBOOK

http://www.facebook.com/pages/Ra-bugio-Salve-a-Natureza/139773049407363

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo