Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Agroecologia no Semiarido - Eixos de Trabalho

Eixos de Trabalho
Convivência com o semi-árido


Voltado para a intervenção nas áreas da Criação de Pequenos Animais, 
Conservação e Recuperação de Solos, Manejo da Caatinga, Horticultura Orgânica,
 Implantação de Sistemas Agroflorestais e Recursos Hídricos, considerando, inclusive,
 a questão da Segurança Alimentar.


Acesso ao mercado

A intervenção neste eixo está voltada para as ações de fortalecimento da comercialização de produtos agroecológicos por famílias agricultoras e grupos comunitários, associações locais e suas participações junto aos Conselhos de Desenvolvimento Municipais.




Gênero e juventude


Jovens e mulheres ocupam uma posição mais frágil, menos reconhecida na sociedade. Por isso, o CECOR tem como estratégia de atuação o fortalecimento dos direitos e a inclusão deles através de uma abordagem transversal, buscando garantir a presença e participação nas ações desenvolvidas.
Atualmente, recebem especial atenção na área da geração de renda, estratégia voltada para a conquista da autonomia financeira para as mulheres e a construção de um futuro com vida digna no campo para a juventude rural.
As mulheres, além de um papel chave no lar e na economia familiar, mostram uma presença marcante nos espaços de comercialização, especialmente nas feiras agroecológicas da região. Essa participação contribui, significativamente, para uma maior auto estima e qualidade de vida para elas e suas famílias.
Os jovens também marcam sua presença nesse contexto, participando mais nas atividades que envolvem a família e expressando cada vez mais suas opiniões em espaços de divulgação (exemplo: programa de rádio) e de decisões, como é o caso dos processos de planejamento do CECOR. Isso permite realizar atividades especialmente pensadas para atender as demandas dos jovens, como visitas de intercâmbio a outras experiências desenvolvidas por grupos de jovens, ou ainda capacitações voltadas para iniciantes.
Ademais, o CECOR apóia a formação de grupos de jovens organizados, voltados para o acesso ao mercado, com destaque para as atividades de beneficiamento da produção com agregação de valor, demonstrando assim a viabilidade da permanência no campo, alternativa que vem se firmando como opção de vida, fazendo frente à migração para outras regiões do país.


http://www.cecor.org.br/

sábado, 23 de abril de 2011

Ética na Ciência

Olhar Animal 14/04/2011
Rã virtual substitui sacrifício de animais de laboratório


Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
 desenvolveram um programa de computador que pode substituir
 o sacrifício de animais durante as aulas de fisiologia.

O programa pode substituir o uso de animais nas aulas práticas de Fisiologia
e Biofísica, ministradas nos cursos de Medicina, Ciências Biológicas,
Enfermagem e Educação Física.

Os estudantes que usaram o simulador acertaram mais questões,
enquanto o outro grupo teve mais dificuldades em responder às questões
cognitivas. Foto: Francisco Cubo/ Antoninho Perri

Rã virtual
O software educacional, chamado Fisioprat, simula o mesmo
procedimento tradicionalmente feito em rãs durante as aulas,
mas de forma interativa e lúdica e sem a necessidade de sacrificar o animal.
Além disso, o simulador complementa o ensino fornecendo
conteúdo adicional que melhora o aprendizado.
“O objetivo foi justamente propor uma alternativa ao uso de
animais sem que o ensino fosse prejudicado,” explica o biólogo Francisco
Cubo Neto, que desenvolveu o simulador sob a orientação do professor
Miguel Arcanjo Areas.
O software está em processo de patenteamento e, segundo o
biólogo, não existem no Brasil produtos semelhantes.

Sacrifício dos animais
Em geral, o uso de rãs ocorre nas aulas práticas para
avaliação dos reflexos medulares mediante estimulação química e mecânica.
São conceitos importantes para a disciplina, passados a partir de uma aula
teórica.
Na sequência, no laboratório, os alunos visualizam como
ocorrem os reflexos com o animal intacto e, depois, repetem o mesmo
experimento com o modelo animal com a medula lesionada.
“A compreensão do conteúdo é fundamental e, até então, não
existia outra forma de demonstrar o mecanismo a não ser utilizando o
modelo animal. Por isso, o Fisioprat constitui mais uma opção, além do que
abarca todos os temas ensinados na aula,” esclarece Miguel.

Simulação eficaz
Segundo ele, o programa tem como adicional, em relação às
aulas tradicionais, uma tela de exercícios, que aparece em cada tópico com
o objetivo de reforçar as explicações.
Também foram incluídas resoluções de estudos de casos para
que se avaliasse o nível de absorção do conteúdo por parte dos alunos. Em
cada uma das telas é dado um feedback para o aluno.
Por fim, são feitas as incisões nas partes do animal por
meio de animação gráfica, com a vantagem de se poder repetir o experimento
por várias vezes para melhor fixação do conceito.
“Quando a aula é feita no laboratório, existe a possibilidade de que algo possa dar
errado. Por exemplo, a anestesia mal aplicada pode comprometer o experimento
e o animal não responder aos estímulos ou morrer.
Com isso, é preciso utilizar outro animal”, esclarece.

Avaliação
O simulador foi testado com quatro turmas de cursos
oferecidos pela Unicamp. Participaram estudantes de duas turmas de
Biologia, uma de Medicina e outra de Enfermagem.
Todos, num total de 127 estudantes, fizeram a aula teórica
normalmente como ocorre no método convencional.
Em seguida, os estudantes foram separados em dois grupos: um grupo realizou a aula prática
tradicional, com o modelo animal, enquanto o outro realizou a aula prática
com o Fisioprat.
Para avaliar o nível de influência no aprendizado ao se
utilizar a nova metodologia, foi aplicado um questionário, ao final da
aula prática para os dois grupos.
Os resultados apontaram que o Fisioprat cumpre seus
objetivos, pois as notas mais altas foram observadas no grupo que utilizou
o software. Ou seja, o grupo que usou o simulador acertou mais questões,
enquanto o outro grupo teve mais dificuldades em responder às questões
cognitivas.O biólogo acredita que o programa ainda pode ser
melhorado.O mais importante, porém, é que a iniciativa abre caminho
para que outras metodologias substituam o uso de animais nas aulas
práticas.

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo