Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A Vida Social das Árvores


Trees in the forest are social beings

From counting and learning to communicating and caring for each other, the secret lives of trees are wildly deep and complex.
"They can count, learn and remember; nurse sick neighbors; warn each other of danger by sending electrical signals across a fungal network known as the 'Wood Wide Web' – and, for reasons unknown, keep the ancient stumps of long-felled companions alive for centuries by feeding them a sugar solution through their roots."
These are just a few of the secrets that Peter Wohlleben, a German forest ranger and best-selling author, has learned about trees.
Upon coming across a duo of soaring beeches in the forest, Wohlleben, the author of the runaway hit book “The Hidden Life of Trees: What They Feel, How They Communicate – Discoveries From a Secret World,” observes:
“These trees are friends. You see how the thick branches point away from each other? That’s so they don’t block their buddy’s light.”
“Sometimes," he adds, "pairs like this are so interconnected at the roots that when one tree dies, the other one dies, too.”
For someone (me) who has can’t help but to anthropomorphize trees, these words ring deep and true. And Wohlleben’s work could be changing the way we think about trees. Putting the German forest back in the spotlight, notes The New York Times, Wohlleben is making the case for a popular reimagination of trees – which the modern world seems to think of as “organic robots,” designed for little more than to supply us humans with oxygen and wood.
With a mix of scientific research and his own observations – the 51-year old Wohlleben studied forestry and has worked in the forest since 1987 – the man who speaks for the trees does so in decidedly anthropomorphic terms. Which has rankled some German biologists who question his use of language to describe life in the forest.
But Wohlleben says this is exactly the point. “I use a very human language. Scientific language removes all the emotion, and people don’t understand it anymore. When I say, ‘Trees suckle their children,’ everyone knows immediately what I mean.”
And while the book remains a runaway best-seller and is kindling, so to speak, a new appreciation of trees, Wohlleben’s hands-on work with trees themselves is nothing short of an inspiration.
After years working for the state forestry administration in Rhineland-Palatinate and then as a forester managing 3,000 acres of woods near Cologne, he began to understand that contemporary practices were not serving the trees, or those who depend on them, very well.
“By artificially spacing out trees, the plantation forests that make up most of Germany’s woods ensure that trees get more sunlight and grow faster,” notes The Times. “But, naturalists say, creating too much space between trees can disconnect them from their networks, stymieing some of their inborn resilience mechanisms.”
After researching alternative approaches to forestry he began implementing some revolutionary concepts – he replaced heavy machinery with horses, stopped using insecticides and let the woods become wilder. The forest went from loss to profit in two years.
But even with the successes the responsibility to the trees became a burden and he began to see a therapist to treat burnout and depression. “I kept thinking, ‘Ah! You only have 20 years, and you still have to accomplish this, and this, and that.’” But he learned to understand that he can’t do everything … but what he could do was write a book. And now even a tree-loving writer in New York City is singing the praises of a German forester and his profound understanding of the humble and majestic neighbors who we share this planet with.
As Dr. Seuss' tree-loving Lorax says, “I speak for the trees. I speak for the trees for the trees have no tongues.” And now trees have found another articulate spokesperson working in the German forest.
For more on the science of how plants and trees communicate:
Trees communicate with one another, connected by fungi (Video)
Plants can actually talk to each other, say researchers
Via The New York Times
Tags: Trees


sexta-feira, 9 de março de 2012

Madeira de lei fora da lei


Madeira de lei fora da lei

Notícia - 1 - mar - 2012
Em investigação sigilosa, o Greenpeace descobriu que a Asia Pulp and Paper, terceira maior produtora de papel do mundo, continua desmatando ilegalmente e pondo em risco espécies já ameaçadas.
Os famosos tigres de Sumatra, espécie em extinção, estão sendo dizimados por conta do desmatamento das florestas tropicais da Indonésia. A Asia Pulp and Paper é uma das principais causadoras dessa tragédia. Foto: © Melvinas Priananda / Greenpeace
O Greenpeace apresenta ao mundo mais um capítulo da luta contra a destruição das florestas tropicais da Indonésia. Em um ano de investigação sigilosa, foi descoberto que a terceira maior produtora de papel e celulose do mundo, a Asia Pulp And Paper (APP), tem violado sistematicamente a lei da Indonésia para proteção das madeiras de lei – espécies mais resistentes empregadas principalmente na construção civil, a exemplo do Mogno –, e a lista de árvores protegidas internacionalmente, definida na Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora (CITES, na sigla em inglês). O escândalo expõe importantes marcas como Xerox, National Geographic e Danone, como compradores e multiplicadores dessa cadeia criminosa.
Ao longo do ano de 2011 foram feitas inúmeras visitas à fábrica Indah Kiat Perawang, da APP, onde numerosas toras de madeira de lei foram encontradas, misturadas a outras espécies da floresta à espera de terem sua polpa – a celulose – retirada. Foram colhidas amostras de 46 exemplares, que tiveram a ilegalidade confirmada pelo internacionalmente reconhecido Instituto de Tecnologia e Biologia da Madeira, da Universidade de Hamburgo, na Alemanha.
“Pegamos a Ásia Pulp and Paper em flagrante. Esta investigação mostrou que a sua principal fábrica de celulose é recheada de madeira de lei retirada ilegalmente. Isso mostra como é contraditório o seu pedido público por uma “Tolerância zero” para a madeira ilegal”, afirmou Bustar Maitar, diretor da Campanha de Florestas do Greenpeace Indonésia.
A análise do Greenpeace mostra que, desde que a retirada de madeira de lei foi proibida em 2001, pelo menos 180 mil hectares da floresta de turfa da Sumatra – uma área que corresponde a mais de duas vezes a cidade de Nova York – foram desmatados em concessões agora controladas pela APP. Essas florestas são um habitat crítico para as madeiras de lei, bem como para espécies em perigo, incluindo o tigre de Sumatra, do qual restam apenas 400 hoje soltos na selva.
Como parte da investigação, grandes empresas têm sido implicadas no escândalo internacional envolvendo a destruição das florestas tropicais pela APP. Testes independentes e pesquisas fornecidas feitas em produtos de papel de empresas como Xerox, Walmart, Acer mostram que eles contêm fibras de florestas tropicais da Indonésia. Estes produtos foram fabricados utilizando papel fornecido pela usina Indah Kiat Perawang, a mesma denunciada por posse de madeira de lei ilegal.
“A APP está minando o Estado de Direito na Indonésia. O Greenpeace pede ao governo para apreender imediatamente todas as toras de madeira de lei ilegais em operação pela APP na Indonésia. As evidências foram fornecidas às autoridades para ajudar em seus esforços para melhorar a governança no setor. Qualquer empresa que compre da APP deve se distanciar deste escândalo florestal e parar de comprar dela até que torne limpas as suas transações”, concluiu Maitar.
O relatório da investigação do Greenpeace foi entregue ao Ministério do Meio Ambiente do país, e também será passado à polícia indonésia. Clique aqui para ter acesso ao documento em inglês.

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo