Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Trabalho de Agroecologia no Centro Sabiá em Pernambuco

Trabalho de Agroecologia no Centro Sabiá em Pernambuco

Por , 05/04/2012 09:34
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http://youtu.be/zwh-MvmJIpM (Assista ao vídeo!)
Áreas que eram improdutivas em Abreu e Lima, em Pernambuco, já não são mais graças à intervenção dos agricultores da região junto ao Centro Sabiá. Alguns técnicos de universidades resolveram trabalhar alternativas de cultivo a partir do conhecimento nativo dos moradores da região
O resultado é que hoje a produção está diversificada, as florestas regeneradas e os trabalhadores gerando renda e vivendo do seu próprio esforço e conhecimento.
“Fruto da participação da universidade nos movimentos pensando num modelo de agricultura diferente do empresarial e patronal, que trabalha a dimensão da monocultura com o uso de agrotóxicos”, contextualizou José Aldo dos Santos, ex-coordenador do Centro Sabiá e atual secretário executivo da Agricultura Familiar de Pernambuco.


O Centro Sabiá foi constituído em julho de 1993 para estabelecer uma relação mais íntima com a natureza. Promove processos de planejamento junto com os agricultores, de modo a trabalhar o alimento desde a utilização de sementes crioulas até a venda final do produto. Tudo é realizado com forte intercâmbio de conhecimento dos atores envolvidos. Os sistemas agroflorestais começaram a ser utilizados a partir de um seminário realizado na Bahia, quando conheceram uma experiência naquela região e passaram a trabalhar os seus princípios em Pernambuco.
“Surgiu com a necessidade que a gente tinha para se unir e fazer nosso trabalho. Fizemos mutirões para implantar a agrofloresta na região”, diz Amasias da Silva, agricultor.
A propriedade de Jones Severino serviu de laboratório para o desenvolvimento dos sistemas agroflorestais. Erros e conquistas serviram de base para o aperfeiçoamento dos métodos, que promovem a aproximação com a natureza. Dessa forma, a Mata Atlântica é preservada de forma produtiva na região.
“É sempre uma coisa ligando outra. Eu agredia a terra, e hoje no meu sistema considero ela um ser vivo. Considero mais importante que minha própria vida, porque dependemos do seu bom funcionamento”, afirmou Jones Severino.
Por conta desses mutirões e novos sistemas não ocorrem mais queimadas e a terra está mais fértil, trazendo alimentação para a população local e renda através da comercialização desse excedente. Antes havia monocultivos de macaxeira e inhame, por exemplo,e  hoje é incontável a diversificação da produção.
“A gente trabalha com a qualidade, não temos o atravessador e vendemos o produto diretamente ao consumidor”, destacou uma agricultora da região. E uma consumidora atesta essa afirmação: “O mais importante de comprar orgânico é a qualidade do produto, e a questão sócio cultural porque a gente sabe que vem direto do produtor”.
De acordo com o idealizador do Centro Sabiá, o sonho é acabar com a miséria no campo para no futuro as pessoas não precisarem abandonar a vida rural por falta de oportunidade.
http://www.agroecologia.org.br/noticias/trabalho-de-agroecologia-no-centro-sabia-em-pernambuco
Enviada por Denis Monteiro.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Agricultoras e agricultores experimentadores discutem práticas de convivência com o Semiárido
Rosa Nascimento - Comunicadora popular da ASA
Fortaleza - CE
11/10/2011
Será realizado nos dias 13 a 15 de outubro, na Serra do Estevão, no município de Quixadá, o I Encontro Estadual de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Ceará. O evento é uma realização do Fórum Cearense pela Vida no Semi-Árido (FCVSA) e parceiros. A temática gira em torno das iniciativas de convivência com o Semiárido.
O encontro pretende reunir 100 pessoas das nove microrregiões do estado, entre agricultoras, agricultores, técnicas e técnicos, com o intuito de trocar conhecimentos de práticas agroecológicas, partindo das experiências dos/das participantes. 
Para o primeiro momento está prevista uma mesa redonda com participação de representantes da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), do FCVSA e de agricultores/as. Na ocasião, será discutido o manejo agroecológico a partir da realidade dos/das agricultores/as. 
Ainda no primeiro dia acontecerá também um carrossel de experiências. Quintais produtivos, mandalas, casa de sementes, consórcio agroecológico, criação de cabras leiteiras e a Escola Família Agrícola (EFA), são alguns dos temas a serem partilhados.
No segundo dia, os/as participantes se deslocarão para as comunidades quilombolas Sítio Veiga, Boa Vista e Riacho do Meio, onde visitarão as experiências vivenciadas pelas famílias.
Fórum Cearense - O Fórum Cearense foi criado em fevereiro de 1999 com o objetivo de mobilizar a sociedade civil para trabalhar políticas públicas em favor da convivência com o Semiárido, por meio da informação, mobilização, realização de eventos, entre outros.
Com a integração de varias Instituições, ONGs, movimentos, entre outros, o Fórum desenvolve um trabalho coletivo. Realiza audiências públicas, campanhas educativas, debates públicos, campanhas de mobilização da sociedade, na construção de possibilidades para que homens e mulheres vivam com dignidade.

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo