Princípios da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal

http://www.aba-agroecologia.org.br/

grãos

"Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra". provérbio africano

Como os lobos mudam rios

Como se processa os animais que comemos

Rio Banabuiu

https://youtu.be/395C33LYzOg

A VERDADE SOBRE O CANCER

https://go.thetruthaboutcancer.com/?ref=3b668440-7278-4130-8d3c-d3e9f17568c8
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quinta-feira, 3 de março de 2016

Assassinato de Bertha Cáceres

Statement and call to action from La Via Campesina
In response to the assassination of our sister in in struggle: Bertha Cáceres



 
The international peasant movement La Via Campesina denounces to the national and international public that on this day, 3 March 2016 in the early hours of dawn, our dear sister in struggle, BERTHA CÁCERES, General Coordinator of the Civic Council of Popular and Indigenous Organizations of Honduras (COPINH) was assassinated.

The assassination of BERTHA CÁCERES took place in her home, while she was resting, which drastically increases the risk to women and men defenders, to the indigenous peoples who resist in communities, and to members of popular and social movement organizations who have taken up our legitimate struggle.

On numerous occasions, BERTHA CÁCERES had publicly denounced ill-intentioned actions and threats both by the current government regarding concessions of natural resources, and by the foreign transnational corporations involved in the construction of dams and the  capture of resources that belong to indigenous peoples.

BERTHA CÁCERES was assigned precautionary measures demanding that the State of Honduras protect her physical integrity.
That same State of Honduras took measures to persecute BERTHA CÁCERES for her struggle against foreign companies that destroy natural resources.

The whole world recognized the courage and contribution of BERTHA CÁCERES in her struggle for human rights, when she was honored with the prestigious international Goldman Prize for the defense of natural resources in the country.
We recognize the historic struggle of BERTHA CÁCERES, side by side with our peoples, to claim the right to land, her struggle for the defense of our sovereignty, for comprehensive agrarian reform, for the food security of our peoples.

It is fitting to highlight that on 9 April 2014, parliament member and General Coordinator of La Via Campesina Honduras, Rafael Alegría, introduced in National Congress a proposed law for Comprehensive Agrarian Reform with Gender Equity for Food Sovereignty and Rural Development, to seek solutions through the political channels to the problems that peasants and indigenous peoples face today in Honduras. To this day, this proposal has not been taken into account by the Board of Directors of the National Congress.

For this reason, La Via Campesina Honduras denounces the government of Honduras and the transnational companies that extract and exploit our country’s natural resources.
As an international movement of peasants, we demand that the State of Honduras punish those responsible for this vile assassination, and we call to all international organizations that defend human rights to join this demand.
La Via Campesina makes a call to organize protest actions in the embassies of Honduras around the world to demand clarity in this crime, and to protect defenders of land and territory, and of human rights in Honduras.
We express our solidarity and extend our condolences to the family of Bertha Cáceres, to the Lenca people, and to the people of Honduras who suffer her irreparable loss. 

TEGUCIGALPA M.D.C. 3 MARCH 2016

GLOBALIZE STRUGGLE, GLOBALIZE HOPE
BERTHA CÁCERES ¡VIVE!
THE STRUGGLE CONTINUES


http://viacampesina.org/Via-info-en/ 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

“Vozes Indígenas Num Clima Em Mudança”

O vídeo “Vozes Indígenas Num Clima Em Mudança”, foi concebido com o intuito de contextualizar brevemente algumas articulações indígenas em curso no Brasil quanto ao enfrentamento das mudanças climáticas e seus desdobramentos. Nesse sentido, introduz ao público as reflexões e estratégias de atuação de indígenas que compõem o recém criado Comitê Indígena de Mudanças Climáticas (CIMC), bem como as discussões relativas ao tema no âmbito do Comitê Gestor para Implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (CG-PNGATI). As filmagens foram realizadas e os depoimentos tomados, principalmente, durante encontros e reuniões que antecederam a realização da 21ª Conferencia do Clima (COP 21), ocorrida em Paris em dezembro de 2015.
link para video: 
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https://youtu.be/RQh1fo1LnWM
http://www.ispn.org.br/





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Indios e Midia Digital

Indigenous Engagement with Digital and Electronic Media: InDigital Conference at Vanderbilt University, March 26-28

A cartoon by Gary Larson from 1984 shows natives in grass skirts rushing to hide TV, VCR and telephone before the anthropologists arrive. As these devices have become smaller, cheaper, and more widely available, the penetration of electronic media into indigenous cultures has only grown.


Native peoples of the Amazon and elsewhere in Latin America have become engaged consumers of electronic media, while also making use of video cameras, cell phones and laptops to create and transmit their own artistic and cultural productions and political views. The results can be complex and surprising, ranging from videos about traditional ceremonies to catchy electronic music and even a native-language cover of the Beatles. Among the works made by Kayapó film makers I trained as part of an indigenous media project at the Goeldi Museum in Brazil are films documenting tug-of-war at an interethnic sports competition; a professional soccer game in Rio de Janeiro; the “Miss Kayapó” beauty contest at a local fairground; and a concert by the indigenous pop star Bepdjyre, who composes his own lyrics in Kayapó but sets them to popular Brazilian dance rhythms.


Bepdjyre's stage show includes Kayapó girls showing off sensual dance movesgleaned from watching TV and DVDs.

This conference, sponsored by Vanderbilt and Middle Tennessee University, brings together anthropologists, media scholars and indigenous filmmakers to reflect on the appropriations and interpretations of digital media by indigenous peoples, and to discuss the transformations this use of technology is bringing about.

The "Miss Kayapó" beauty contest captured by film maker Tatajere.

Faye Ginsberg of the Center for Media, Culture and History at New York University will give the keynote address at the event. Indigenous filmmaker Takumã Kuikuru and Brazilian anthropologist Carlos Fausto present their documentary “The Hyper-Women,” which follows a village on the Upper Xingu River as it strives to rescue, rehearse and host a traditional song festival before the last woman who knows the repertoire dies. The film has won several international awards including the Jury Prize at Brazil’s prestigious Gramado Festival, Best Film at the Curitiba International Film Festival and Best Documentary at the Hollywood Brazilian Film Festival. Kayapó film makers Bepunu and Krakrax will show works produced on their own village-based laptop editing suites as part of the Goeldi Museum media project, and Richard Pace of Middle Tennessee University will present results of a study financed by the National Science Foundation on the uses and impacts of satellite TV, DVD players and cell phones in a Kayapó village.
 
Conference registration is open through February 16. For more information, visit vanderbilt.edu.

Updated from the original posting by The New York Review of Books.

Fonte: http://ethnoground.blogspot.com.br/

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Artigo: Os índios do Século XXI


4 de junho de 2012
Artigo: Os índios do Século XXI
Por José Ribamar Bessa Freire*
 
"Índio quer tecnologia" - berra O Globo, em chamada de primeira página (25/05). Lá está a foto de um guerreiro Kamayurá, que usa um iPhone para fotografar o terreno da Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, onde será construída a aldeia Kari-Oca que vai sediar eventos paralelos da Conferência Rio+20. Ele viajou de barco e de ônibus, durante três dias, com mais vinte índios do Alto Xingu, de quatro nações diferentes. Chegaram na última quinta-feira, para construir a aldeia Kari-Oca.
 
Na aldeia que eles vão construir formada por cinco ocas - uma delas será uma oca eletrônica hight-tech - mais de 400 índios que vivem no Brasil discutirão com índios dos Estados Unidos, Bolívia, Peru, Canadá, Nicarágua e representantes de outros países temas como Código Florestal, demarcação de terras, reservas minerais, crédito de carbono, clima, usinas hidrelétricas, saberes tradicionais, direitos culturais e linguísticos. No final, produzirão um documento que será entregue à ONU no dia 17 de junho.
 
Embora a notícia contenha informações jornalísticas, O Globo insiste em folclorizar a figura do índio. Em pleno século XXI, o jornal estranha que índios usem iPhone, como se isso fosse algo inusitado. Desta forma, congela as culturas indígenas e reforça o preconceito que enfiaram na cabeça da maioria dos brasileiros de que essas culturas não podem mudar e, se mudam, deixam de ser "autênticas".
 
A imagem do índio "autêntico" reforçada pela escola e pela mídia é a do índio nu ou de tanga, no meio da floresta, de arco e flecha, tal como foi visto por Pedro Álvares Cabral e descrito por Pero Vaz de Caminha, em 1.500. Essa imagem ficou congelada por mais de cinco séculos. Qualquer mudança nela provoca estranhamento.
 
Quando o índio não se enquadra nesta representação que dele se faz, surge logo reação como a esboçada pela pecuarista Kátia Abreu, senadora pelo Tocantins (PSD, ex-DEM): "Não são mais índios". Ela, que batizou seus três filhos com os nomes de Irajá, Iratã e Iana, acha que o "índio de verdade" é o "índio de papel", da carta do Caminha, que viveu no passado, e não o "índio de carne e osso" que convive conosco, que está hoje no meio de nós.
 
Na realidade, trata-se de uma manobra interesseira. Destitui-se o índio de sua identidade com o objetivo de liberar as terras indígenas para o agronegócio. Já que a Constituição de 1988 garante aos índios o usufruto de suas terras - que são consideradas juridicamente propriedades da União- a forma de se apoderar delas é justamente negando-se a identidade indígena aos que hoje as ocupam. Se são ex-índios, entã, não têm direito à terra.
 
Criou-se, através dessa manobra, uma nova categoria até então desconhecida pela etnologia: a dos "ex-índios". Uma categoria tão absurda como se os índios tivessem congelado a imagem do português do século XVI, e considerassem o escritor José Saramago ou o jogador Cristiano Ronaldo como "ex-portugueses", porque eles não se vestem da mesma forma que Cabral, não falam e nem escrevem como Caminha.
 
O cotidiano de qualquer cidadão no planeta está marcado por elementos tecnológicos emprestados de outras culturas. A calça jeans ou o paletó e gravata que vestimos não foram inventados por brasileiro. A mesa e a cadeira na qual sentamos são móveis projetados na Mesopotâmia, no século VII a. C., daí passaram pelo Mediterrâneo onde sofreram modificações antes de chegarem a Portugal, que os trouxe para o Brasil.
 
A máquina fotográfica, a impressora, o computador, o telefone, a televisão, a energia elétrica, a água encanada, a construção de prédios com cimento e tijolo, toda a parafernália que faz parte do cotidiano de um jornal brasileiro como O Globo - nada disso tem suas raízes em solo brasileiro. No entanto, a identidade brasileira não é negada por causa disso. Assim, não se concede às culturas indígenas aquilo que se reivindica para si próprio: o direito de transitar por outras culturas e trocar com elas.
 
Foi o escritor mexicano Octávio Paz que escreveu com muita propriedade que "as civilizações não são fortalezas, mas encruzilhadas". Ninguém vive isolado, fechado entre muros. Historicamente, os povos em contato se influenciam mutuamente no campo da arte, da técnica, da ciência, da língua. Tudo aquilo que alguém produz de belo e de inteligente em uma cultura merece ser usufruído em qualquer parte do planeta.
 
Setores da mídia ainda acham que "índio quer apito". Daí o assombro do Globo, com o uso do iPhone pelos Kamayurá, equivalente ao dos americanos e japoneses se anunciassem como algo inusitado o uso que fazemos do computador ou da televisão: "Brasileiro quer tecnologia".
 
O jornal carioca, de circulação nacional, perdeu uma oportunidade singular de entrevistar integrantes do grupo do Alto Xingu, como Araku Aweti, 52 anos, ou Paulo Alrria Kamayurá, 42 anos, sobre as técnicas de construção das ocas. Eles são verdadeiros arquitetos e poderiam demonstrar que "índio tem tecnologia". O antropólogo Darell Posey, que trabalhou com os Kayapó, escreveu:
 
"Se o conhecimento do índio for levado a sério pela ciência moderna e incorporado aos programas de pesquisa e desenvolvimento, os índios serão valorizados pelo que são: povos engenhosos, inteligentes e práticos, que sobreviveram com sucesso por milhares de anos na Amazônia. Essa posição cria uma ‘ponte ideológica’ entre culturas, que poderia permitir a participação dos povos indígenas, com o respeito e a estima que merecem, na construção de um Brasil moderno”.
 
Esses são os índios do século XXI. A mídia olha para eles, mas parece que não os vê.
 
Fonte: Diário do Amazonas
 
* José Ribamar Bessa Freire é professor-coordenador o Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ), pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UniRio)
 
Opiniões e conceitos emitidos em artigos assinados não expressam necessariamente a posição institucional do Conselho. A veiculação tem o objetivo de estimular o debate sobre temas de interesse do Consea, respeitando as linhas de pensamento e o pluralismo de ideias. 
 

Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3279 / 3483

domingo, 11 de março de 2012

“METADE CARA, METADE MÁSCARA”

Parem de podar as minhas folhas e tirar a minha enxada
Basta de afogar as minhas crenças e torar minha raiz.
Cessem de arrancar os meus pulmões e sufocar minha razão
Chega de matar minhas cantigas e calar a minha voz.
Não se seca a raiz de quem tem sementes
Espalhadas pela terra pra brotar.
Não se apaga dos avós - rica memória
Veia ancestral: rituais pra se lembrar
Não se aparam largas asas
Que o céu é liberdade
E a fé é encontra-la.
Rogai por nós, meu pai-Xamã
Pra que o espírito ruim da mata
Não provoque a fraqueza, a miséria e a morte.
Rogai por nós - terra nossa mãe
Pra que essas roupas rotas
E esses homens maus
Se acabem ao toque dos maracás.
Afastai-nos das desgraças, da cachaça e da discórdia,
Ajudai a unidade entre as nações.
Alumiai homens, mulheres e crianças,
Apagai entre os fortes a inveja e a ingratidão.
Dai-nos luz, fé, a vida nas pajelanças,
Evitai, Ó Tupã, a violência e a matança.
Num lugar sagrado junto ao igarapé.
Nas noites de lua cheia, ó MARÇAL, chamai
Os espíritos das rochas pra dançarmos o Toré.
Trazei-nos nas festas da mandioca e pajés
Uma resistência de vida
Após bebermos nossa chicha com fé.
Rogai por nós, ave-dos-céus
Pra que venham onças, caititus, siriemas e capivaras
Cingir rios Juruena, São Francisco ou Paraná.
Cingir até os mares do Atlântico
Porque pacíficos somos, no entanto.
Mostrai nosso caminho feito boto
Alumiai pro futuro nossa estrela.
Ajudai a tocar as flautas mágicas
Pra vos cantar uma cantiga de oferenda
Ou dançar num ritual Iamaká.
Rogai por nós, ave-Xamã
No Nordeste, no Sul toda manhã.
No Amazonas, agreste ou no coração da cunhã.
Rogai por nós, araras, pintados ou tatus,
Vinde em nosso encontro
Meu Deus, NHENDIRU !
Fazei feliz nossa mintã
Que de barrigas índias vão renascer.
Dai-nos cada dia de esperança
Porque só pedimos terra e paz
Pra nossas pobres - essa ricas crianças.


*Nhéndiru: Deus
*Mintã: criança
*Boto: um mamífero que mostra o caminho

Eliane Potiguara
Textos do livro “METADE CARA, METADE MÁSCARA” Global editora

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Santuário Sagrado dos Pajés

Filme sobre o Santuário Sagrado dos Pajés é premiado no festival de
Brasília do Cinema Brasileiro

Nesta segunda - 03.10.11 o coletivo CMI-DF recebeu prêmio de R$ 35 mil no
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com o filme Sagrada Terra
Especulada.

Narrado pelo rapper GOG, é um grito contra a especulação imobiliária e
pelo respeito à diversidade. Trata da luta entre a permanência do
Santuário Sagrado dos Pajés que é uma comunidade indígena Fulni-ô,
localizada no plano-piloto de Brasília, e a construção do bairro Noroeste,
destinado à classe alta do Distrito Federal.

Único filme copyleft do Festival, o documentário não recebeu qualquer tipo
de patrocínio e foi realizado de maneira voluntária e coletiva.

Baixe, Assista, exiba, distribua livremente - http://vimeo.com/28597529

Neste momento o Santuário e matas nativa de cerrado são atacados
ilegalmente por tratores da construtora EMPLAVI. O filme serve como arma a
favor da população indígena e de rua contra os novos e constantes ataques.

Em tempo, este prêmio é uma resposta a cada bola de borracha, bomba de
gás, pra cada transmissor de rádio livre roubado pelo Rei, para cada noite
na delegacia. Esse prêmio vai pra cada indígena, moradora de rua, sem-terra
assassinad@s ontem, hoje e amanhã. Ao cerrado sua fauna e flora, a quem dá
vida aos movimentos sociais,todas as heroínas e heróis anônim@s, a quem se
apropria da tecnologia como forma de libertação e...especialmente, do
fundo do coração pra cada voluntári@ que dedicou seu tempo e sonhos à REDE
IndYmedia ! Som@s tod@s ! Venceremos ! ((( I )))

wiki do santuário:http://radius.tachanka.org/santuariodospajes/
#odeiaamidiasejaamidia

BANIR AGROTÓXICOS.

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.

Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

CICLOVIDA Completo